Manual do Kate

Manual do Kate

Anders Lund

Seth Rothberg

Dominik Haumann

T.C. Hollingsworth

Tradução: Lisiane Sztoltz
Tradução: André Marcelo Alvarenga
revisão Applications 22.08 (22/04/2022)

Kate é um editor de texto do KDE, indicado para programadores.

Este manual documenta a versão 22.08 do Kate


Índice

1. Introdução
2. Fundamentos
Iniciando o Kate
Do Menu
Da linha de comando
Arrastar e Soltar
Trabalhando com o Kate
Início rápido
Atalhos
Trabalhando com o MDI do Kate
Visão geral
A Área do Editor
Usando as Sessões
Abertura rápida
Usando a abertura rápida
Configurar a abertura rápida
Obtendo a Ajuda
Com o Kate
Com seus Arquivos de Texto
Artigos no Kate
3. Trabalhando com o Editor Kate
4. Trabalhando com plugins
Plugins do aplicativo Kate
Ferramentas externas
Configurando ferramentas externas
Expansão de variável
Lista de ferramentas padrão
Plugin do navegador Backtrace
Usando o plugin do navegador backtrace
Configuração
Plugin de compilação
Introdução
Usando o plugin de compilação
Estrutura do menu
Agradecimentos e reconhecimento
Plugin de fechamento com exclusão/inclusão
Introdução
Usando o plugin de fechamento com exclusão/inclusão
Estrutura do menu
Plugin do seletor de cor
Introdução
Configuração
Colchetes coloridos
Introdução
Configuração
Plugin do CTags
Introdução
Configuração
Usando o plugin do CTags
Estrutura do menu
Plugin de prévia de documentos
Introdução
Estrutura do menu
Interface
Plugin seletor de documentos
Estrutura do menu
Navegador do sistema de arquivos
Estrutura do menu
Interface
Configuração
A lista de documentos
Introdução
Estrutura do menu
Configuração
Plugin do GDB
Introdução
Estrutura do menu e da barra de ferramentas
Área de Depuração
Pilha de chamadas e variáveis locais
Agradecimentos e reconhecimento
Configuração
Plugin de projeto
Introdução
Visualização estruturada dos arquivos
Alternando entre projetos
Pesquisar e substituir nos projetos
Simples autocompletar
Suporte para compilar um projeto
Criando projetos
Projeto atual
O menu de projetos
Plugin do cliente LSP
Estrutura do menu
Suporte ao símbolo de "goto"
Outras funcionalidades
Configuração
Pesquisar e substituir
Introdução
Interface
Estrutura do menu
Scripts e Snippets do Kate
Introdução
Estrutura do menu
Painel de trechos
Usando trechos
Agradecimentos e reconhecimento
Plugin de macros de teclado
Introdução
Uso básico
Macros nomeadas
Limitações
Plugin do SQL
Introdução
Conectar-se a um banco de dados
Executando consultas
Navegação
Estrutura do menu
Agradecimentos e reconhecimento
Plugin de visualizador de símbolo
Usando o plugin de fechamento com exclusão/inclusão
Estrutura do menu
Configuração
Plugin da área da ferramenta Terminal
Estrutura do menu
Configuração
Plugin de filtro de texto
Usando o plugin de filtro de texto
Estrutura do menu
Validação do XML
Estrutura do menu
Agradecimentos e reconhecimento
Completamento XML
Como usar
Características e limitações
Estrutura do menu
Agradecimentos e reconhecimento
Plugin de explorador de compilador
Uso
Plugin de formatação
Uso
Linguagens suportadas e formatadores
Configurando
Desativa temporariamente a formatação ao salvar
5. Ferramentas Avançadas de Edição
6. Ampliando o Kate
Introdução
Trabalhando com Realce de Sintaxe
Criação de scripts com JavaScript
Plugins do aplicativo Kate (C++)
7. O modo de entrada do VI
8. Entradas de Menu
Menu Arquivo
Menu Editar
Menu Exibir
Menu Favoritos
Menu Sessões
Menu Ferramentas
Menus Configurações e Ajuda
9. Configurando o Kate
Visão geral
O Diálogo de Configuração Principal
A configuração do aplicativo Kate
Geral
Sessão
Plugins
Configuração do Componente de Edição
Configurando com as Variáveis do Documento
10. Créditos e Licença
A. Expressões regulares
Capítulo 1. Introdução

Capítulo 1. Introdução

Bem-vindo ao Kate, um editor de texto do KDE, indicado para programadores. Algumas das funcionalidades do Kate incluem o realce de sintaxe programável para linguagens que vão do C e C++ ao HTML, passando pelos scripts em bash, a capacidade de criar e gerenciar projetos, uma interface de múltiplos documentos (MDI) e um emulador de terminal embutido.

Mas o Kate é mais do que um editor para programadores. Sua capacidade de abrir vários arquivos de uma vez torna-o ideal para editar os vários arquivos de configuração do UNIX®. Este documento foi escrito no Kate.

Editando este manual...

Capítulo 2. Fundamentos

Capítulo 2. Fundamentos

Tradução: Lisiane Sztoltz
Tradução: André Marcelo Alvarenga
Tradução: Antonio Henrique L. Rodrigues

Se você já usou um editor de texto, não terá dificuldades em usar o Kate. Nas próximas duas seções, Iniciando o Kate e Trabalhando com o Kate, mostraremos tudo o que precisa saber começar a usá-lo rapidamente.

Iniciando o Kate

O Kate pode ser iniciado a partir do lançador de aplicativos ou pela linha de comando.

Do Menu

Abra o menu de programas do KDE clicando no ícone do lançador de aplicativos, localizado na barra de ferramentas à esquerda da sua tela (local padrão). No menu que aparece, mova o cursor até o item AplicativosUtilitáriosEditor de Texto Avançado Kate.

Da linha de comando

Inicie o Kate digitando seu nome na linha de comando. Se indicar um nome de arquivo, como no exemplo abaixo, ele irá abrir ou criar esse arquivo.

%kate meuarquivo.txt

Se tiver uma conexão ativa e permissão para isso, poderá aproveitar o recurso de transparência de rede do KDE para abrir arquivos da Internet.

Para alterar o diretório de arquivos temporários, cujo padrão é /tmp defina o TMPDIR variável de ambiente antes de iniciar o Kate, por exemplo

%mkdir /tmp/kate -p && export TMPDIR=/tmp/kate && kate

Opções da linha de comando

O Kate aceita as seguintes opções na linha de comando:

kate --help

Apresenta as opções disponíveis a partir da linha de comando.

kate -s --start nome

Inicia o Kate com a sessão nome. Se a sessão não existir, ela será criada. Caso contrário, se existir uma instância do Kate em execução com a sessão informada, os arquivos indicados serão carregados nessa instância.

kate -p --pid PID

Apenas reutiliza uma instância com o PID indicado (ID de processo).

kate -e --encoding codificação URL

Usa a codificação indicada para o documento.

kate -l --line linha URL

Após abrir o documento, desloca o cursor para a linha indicada.

kate -c --column coluna URL

Após abrir o documento, desloca o cursor para a coluna indicada.

kate -i --stdin

Lê o conteúdo do documento a partir do STDIN. Isto é semelhante à opção comum -, usada por muitos programas de linha de comando e lhe permite encaminhar o resultado do comando para o Kate.

kate --startanon

Inicia o Kate com uma nova sessão anônima; implica o uso do -n.

kate -n --new

Força o início de uma nova instância do Kate (é ignorado se for usada a opção start e já existir outra instância do Kate com a sessão indicada aberta); é forçado se não forem indicados nenhum parâmetro ou URL.

kate -b --block

Se usar uma instância do Kate em execução, bloqueia até que ela seja finalizada, caso sejam indicadas URLs a abrir.

O Kate pode ser usado com esta opção como um editor para digitação de mensagens de envio a sistemas de controle de versões, como o Git ou o Subversion. Esses sistemas contam com o bloqueio do editor até que tenha inserido sua mensagem, pois nesse casos eles abrem o arquivo temporário, que estaria vazio se o Kate retornasse imediatamente para quem o chamou.

Esta opção também é necessária com o KIO (Sistema de Entrada/Saída do KDE), se abrir um arquivo remoto (que foi baixado para um local temporário) que deverá ser reenviado depois de salvá-lo.

kate --tempfile

Quando for usada, os arquivos indicados são tratados como arquivos temporários e excluídos após (se forem arquivos locais e você tiver permissões suficientes) serem fechados, a menos que tenham sido modificados desde a sua abertura.

kate --desktopfile nome do arquivo

O nome de base dos arquivos do item 'desktop' para este aplicativo.

Isso é particularmente útil para aplicativos empacotados e aplicativosque têm em geral vários arquivos da área de trabalho. Assim, cada arquivo da área de trabalho pode tersua própria linha de comando para a entrada Exec .

kate --author

Apresenta os autores do Kate na janela do terminal.

kate -v --version

Apresenta informações sobre o Kate.

kate --license

Mostra informações sobre a licença.

Arrastar e Soltar

O Kate usa o protocolo Arrastar e Soltar do KDE. Os arquivos podem ser arrastados e depois soltos no Kate, a partir da Área de Trabalho, do gerenciador de arquivos Dolphin ou de algum site FTP remoto que estiver aberto em uma das janelas do Dolphin.

Trabalhando com o Kate

Trabalhando com o Kate

A Inicialização Rápida lhe mostrará como comutar quatro opções simples que lhe permitirão configurar algumas das funcionalidades mais poderosas do Kate em um instante. Os Atalhos de Teclado fornecem alguns atalhos de teclado para aqueles que não podem ou não querem usar um mouse.

Início rápido

Esta seção descreve alguns itens do menu Exibir, permitindo-lhe configurar rapidamente o Kate para funcionar da maneira desejada.

Quando iniciar o Kate pela primeira vez, você verá duas janelas com fundo branco. Acima das duas janelas existe uma barra de ferramentas com os ícones mais utilizados e, acima dela, a barra de menus.

A janela da esquerda é uma barra lateral. Ela é composta pelas janelas Documentos e Navegador do sistema de arquivos. Alterne entre as duas clicando nas abas à esquerda da janela.

Se você iniciou o Kate com um arquivo, na janela da direita aparecerá o arquivo que estiver editando e na janela Documentos da barra lateral, o nome do arquivo. Use a janela Navegador do sistema de arquivos para abrir outros arquivos.

Para ativar ou desativar a janela das barras laterais, use a opção ExibirVisões da ferramenta ou a combinação de teclas Ctrl+Alt+Shift+F. Essa opção do menu oferece uma prévia do poder e flexibilidade do Kate. Nesta seção, serão vistos quatro itens:

No Ver ferramentas , você tem uma lista de todos osplugins ativos. Clique na caixa de seleção na frente de cada item ou clique com o botão esquerdo do mouse nobotão da ferramenta, na barra lateral, para ativar e desativar a visualização da ferramenta.

Atalhos

Muitos dos comandos ativados pelo teclado (atalhos) do Kate podem ser configurados através do menu Configurações. Por padrão, o Kate respeita os seguintes atalhos de teclado.

F1

Ajuda

Shift+F1

O que é isto?

Ctrl+N

Novo documento

Ctrl+L

Salvar tudo

Ctrl+O

Abrir documento

Ctrl+Alt+O

Abrir rapidamente

Ctrl+Shift+F

Modo de tela cheia

Ctrl+Shift+,

Configurar o Kate

Ctrl+W / Ctrl+Esc

Fechar

Ctrl+Q

Sair - fecha a cópia ativa do editor

Ctrl+Alt+Shift+F

Exibir barras laterais

Ctrl+Shift+T

Dividir horizontalmente

Ctrl+Shift+L

Dividir verticalmente

F8

Próxima divisão de exibição

Shift+F8 / Ctrl+Esc

Divisão de exibição anterior

Ctrl+Shift+R

Fechar modo de exibição atual

Alt+Direita

Próxima aba

Alt+Esquerda

Aba anterior

Ctrl+Shift+T

Reabrir o(s) último(s) documento(s) fechado(s)

Além disso, você pode usar os atalhos fornecidos pela ajuda do componente KatePart e por todos Kate plugins ativados.

Trabalhando com o MDI do Kate

Trabalhando com o MDI do Kate

Visão geral

Janela, Visão, Documento, Quadro, Editor... O que é toda esta terminologia do Kate e como obter mais informações sobre ela? Este capítulo explicará isto e muito mais.

A Janela Principal

A Janela Principal do Kate é uma janela de aplicativo normal do KDE, com a adição de subjanelas acopláveis ou janelas de ferramentas. Ela possui uma barra de menu com todos os menus normais, além de outros específicos, bem como uma barra de ferramentas que permite o acesso aos comandos mais usados.

A parte mais importante da janela é a área de edição, que por padrão mostra um componente simples de edição de texto, no qual você pode trabalhar com seus documentos.

As capacidades de ancoragem da janela são usadas para as janelas de ferramentas:

As ferramentas podem ser posicionadas em qualquer barra lateral; para mover uma ferramenta, clique com o botão direito no seu botão da barra lateral e selecione no menu do botão direito do mouse

Uma ferramenta pode ser marcada como persistente no menu do botão direito do mouse, com o seu botão da barra lateral. A barra lateral pode conter mais ferramentas de cada vez para que, quando uma ferramenta for persistente, as outras ferramentas possam ser mostradas simultaneamente.

Se um plugin tiver opções de configuração, você poderá usar o primeiro item no menu de contextopara abrir a página correspondente na caixa de diálogo de configurações do Kate

A Área do Editor

O Kate é capaz de ter mais de um documento aberto ao mesmo tempo, e também de dividir a área de edição em quadros, de modo similar ao que o Konqueror ou ao que o editor emacs trabalham. Desta maneira você pode visualizar vários documentos ao mesmo tempo, ou mais instâncias do mesmo documentos, útil, por exemplo, se seu documento contém definições, no topo, que você deseja ver com frequência, para referência. Ou, você poderia visualizar um cabeçalho do fonte do programa em um quadro, enquanto edita o arquivo de implementação em outro.

Quando um documento está disponível em mais de um editor, as mudanças feitas em um editor imediatamente serão refletidas nos outros. Isto inclui mudanças de texto, e de seleção de texto. Operações de busca ou movimento do cursor só se refletem no editor atual.

Atualmente não é possível ter mais instâncias do mesmo documento aberto, no sentido de que uma instância será editada, enquanto que a outra não será.

Ao dividir um editor em dois quadros, a divisão é feito em dois quadros de tamanho igual, ambos exibindo o documento atual do editor. O novo quadro será colocado na base (no caso de divisão horizontal) ou para a direito (divisão vertical). O novo quadro obtém o foco, que é visualizado por uma barra de cursor piscante no quadro em foco.

Usando as Sessões

Usando as Sessões

As sessões são a forma como o Kate lhe deixa manter uma lista de arquivos abertos e a configuração da GUI. Você poderá ter quantas sessões com nome quiser e poderá usar sessões sem nome ou anônimas para os arquivos que só queira usar uma vez. Atualmente, o Kate pode salvar a lista de arquivos abertos e a configuração geral da janela na sessão; as próximas versões do Kate poderão adicionar mais funcionalidades que possam ser salvas em sessões. Com a introdução das sessões, o Kate também lhe permite abrir um número qualquer de instâncias do aplicativo, em vez de apenas uma, como costumava ser o comportamento padrão.

As sessões são suportadas em três áreas:

Ao iniciar uma nova sessão, a configuração da GUI da Sessão Pré-definida é carregada. Para salvar a configuração da janela na sessão pré-definida, você terá de ativar o salvamento da configuração de janelas na página de configuração da sessão e depois carregar a sessão pré-definida, configurar a janela como desejar e salvar a sessão novamente.

Quando uma sessão com nome for carregada, o Kate irá mostrar o nome da sessão no início do título da janela, que poderá ter então o formato Nome da Sessão: Nome ou URL do documento - Kate.

Ao abrir arquivos na linha de comando com a opção --start nome ou, se uma sessão for selecionada com o seletor de sessões, a sessão indicada é carregada antes dos arquivos indicados na linha de comando. Para abrir os arquivos da linha de comando numa sessão nova sem nome, configure o Kate para iniciar uma sessão nova por padrão na página de sessões da janela de configuração ou use o --start com um texto vazio: ''.

Desde o Kate 2.5.1, o PID da instância atual é exportado na variável de ambiente KATE_PID. Ao abrir os arquivos do terminal embutido no Kate, você irá selecionar automaticamente a instância atual, se não for indicado mais nada na linha de comando.

Abertura rápida

Abertura rápida

Para poder abrir/alternar rapidamente entre arquivos, Kate vem com uma caixa de diálogo de abertura rápida integrada. Você pode abri-la com Ctrl+Alt+O.

A abertura rápida pode mostrar todos os documentos abertos no Kate, bem como todos os arquivos em projetos abertos. Para poder ver os arquivos do projeto, você precisa ativar o Plugin de Projeto.

Usando a abertura rápida

Usar a abertura rápida é muito simples. Depois de abri-la, basta digitar o nome ou partes do nome do arquivo que você deseja abrir e a abertura rápida filtrará a lista com base no que você digitou. Pressionar Enter abre o arquivo selecionado, enquanto Esc fecha a abertura rápida.

Por padrão, apenas o nome do arquivo é considerado na filtragem. Se você quiser corresponder ao caminho, precisa incluir uma barra "/" no texto digitado. Por exemplo: "doc/index" corresponderá a todos os arquivos que contêm "index" dentro da pasta "doc".

Os documentos que já estão abertos são destacados em negrito e listados na parte superior quando a caixa de diálogo é aberta. Além disso, quando a abertura rápida é exibida, o documento aberto anteriormente já está selecionado, então você pode simplesmente pressionar Enter e será levado para esse documento.

Configurar a abertura rápida

A abertura rápida oferece algumas opções de configuração. Para acessar essas opções, clique com o botão direito do mouse na linha de edição de entrada.

As opções disponíveis atualmente são:

Projeto atual - Exibe apenas os arquivos do projeto atual

Todos os projetos - Exibe arquivos de todos os projetos abertos

Filtragem aproximada - Usa o algoritmo de correspondência aproximada para filtrar arquivos

Filtragem com curinga - Usa a correspondência com curinga para filtrar arquivos

Obtendo a Ajuda

Obtendo a Ajuda

Com o Kate

Este manual

Oferece documentação detalhada sobre todos os comandos de menu, opções de configuração, ferramentas, diálogos, plugins, etc., bem como descrições da janela do Kate, o editor e vários conceitos usados no aplicativo.

Pressione F1 ou use o tópico de menuAjudaManual do Kate para visualizar este manual.

Ajuda 'O que é isto?'

A Ajuda 'O que é isto' oferece ajuda imediata para elementos únicos das janelas gráficas, tais como botões ou outras áreas da janela.

Houve um esforço em fornecer a ajuda 'O que é isto?' para qualquer elemento que faça sentido. Está disponível também o diálogo de configuração, e também muitos outros diálogos.

Para usar a ajuda 'O que é isto?', pressione Shift+F1 ou use o item de menu AjudaO Que é Isto para habilitar o modo 'O que é isto?'. O cursor se transformará em uma flecha, com um ponto de interrogação, e você pode clicar agora sobre qualquer elemento da janela, para ler a ajuda para aquele elemento, se estiver disponível.

Botões de Ajuda dos Diálogos

Alguns diálogos possuem o botão de Ajuda. Pressioná-lo iniciará o KHelpCenter e abrirá a documentação relevante.

Com seus Arquivos de Texto

O Kate não fornece (ainda) qualquer documentação relacionado a leitura do documento. Dependendo do arquivo que você estiver editando, você pode encontrar a ajuda Integrada ao Emulador de Terminal para visualizar as páginas de manual ou documentação info do UNIX®, ou você pode usar o Konqueror.

Artigos no Kate

A página do Kate fornece alguns Artigos e Howtos com mais informações além do escopo deste manual.

Capítulo 3. Trabalhando com o Editor Kate

Capítulo 3. Trabalhando com o Editor Kate

Para obter mais informações sobre as noções básicas de trabalho com o componente de edição base do Kate, leia o capítulo Trabalhando com o Editor KatePart do Manual do KatePart.

Capítulo 4. Trabalhando com plugins

Capítulo 4. Trabalhando com plugins

Anders Lund

Tradução: Lisiane Sztoltz
Tradução: André Marcelo Alvarenga
Tradução: Antonio Henrique L. Rodrigues
Tradução: Marcus Gama

Você poderá ativar os plugins individualmente na caixa de diálogo de configuração, a qual também oferece acesso às opções de configuração adicionais dos plugins que necessitem delas.

Plugins do aplicativo Kate

Os plugins do Kate são funções adicionais para o editor Kate. Eles poderão adicionar menus e atalhos extra, assim como estender as funcionalidades do Kate. Você poderá instalar ou desinstalar os que quiser, dentro do Kate. Abra a janela de configuração do Kate com a opção ConfiguraçõesConfigurar o Kate.... Selecione o AplicativoPlugins para escolher os plugins desejados.

Os plugins do aplicativo disponíveis são:

Ferramentas externas

Ferramentas externas

O plugin Ferramentas externas permite invocar aplicativos externos com dados relacionados ao documento atual, por exemplo, seu URL, diretório, texto ou seleção. Uma vez ativado, uma página de configuração é exibida, como mostrado abaixo, permitindo alterar ou remover ferramentas existentes. Da mesma forma, novas ferramentas podem ser adicionadas conforme sua preferência. As ferramentas aparecerão então no submenu Ferramentas externas do menu Ferramentas do aplicativo.

A página de configuração permite adicionar novas ferramentas externas clicando no botão Adicionar. Nesse caso, um menu pop-up aparece onde é possível adicionar uma nova ferramenta externa, adicionar uma ferramenta existente de uma lista predefinida ou adicionar uma nova categoria para organizar as ferramentas externas em categorias. Da mesma forma, as ferramentas existentes podem ser modificadas com um clique duplo ou invocando Editar..., e Remover remove as ferramentas selecionadas.

Configurando ferramentas externas

Editar uma ferramenta abre uma caixa de diálogo de configuração que permite uma configuração detalhada da ferramenta.

Como se pode ver, muitos detalhes podem ser definidos, nomeadamente:

Nome, o nome da ferramenta, que aparecerá posteriormente no menu.

Ícone, ícone opcional que fica visível no menu.

Executável, executável incluindo um caminho completo, ou seu executável deve estar na variável de ambiente PATH.

Argumentos, argumentos opcionais que são passados ​​para o executável.

Entrada, entrada opcional que é passada para o processo via stdin.

Pasta de trabalho, o diretório de trabalho no qual a ferramenta será iniciada. Se estiver vazio, o diretório de trabalho será definido como o caminho do documento atual.

Tipos MIME, se definido, a ferramenta fica ativa somente se o tipo MIME do documento atual corresponder.

Salvar, quando invocado, não salva nada, salva o documento atual ou todos os documentos.

Gatilho, um gatilho para executar esta ferramenta. Um gatilhoafetará apenas o documento atualmente ativo e só será executado se o tipo MIME do documento atualmente ativo corresponder ao tipo MIME da ferramenta externa.

Os seguintes gatilhos estão disponíveis:

Nenhum, este é o padrão, significa que a ferramenta não tem nenhum gatilho.

Antes de salvar, este gatilho será executado imediatamente antes de salvar o documento.

Após salvar, este gatilho executará a ferramenta depois que o documento for salvo.

Recarregar o documento atual após a execução, útil quando o arquivo atual é modificado no disco.

Saída, a saída define o destino do stdout. Ela pode ser definida como Ignorada, Inserir na posição do cursor, Substituir texto selecionado, Substituir documento atual, Anexar ao documento atual, Inserir em novo documento, Copiar para a área de transferência ou Mostrar no painel.

Comando do editor, comando opcional que pode ser usado para invocar a ferramenta externa através da linha de comando embutida.

O botão Padrões só é visível para ferramentas que são disponibilizadas com o Kate. Ao clicar nele, todas as configurações da ferramenta são revertidas para os valores padrão (ou seja, de fábrica).

Expansão de variável

Alguns campos de edição, como o Executável, os Argumentos, a Entrada e a Pasta de trabalho, suportam variáveis ​​que são expandidas ao invocar a ferramenta. Isso é indicado pelo ícone {} que aparece quando um desses campos de entrada de texto recebe o foco (veja o círculo vermelho):

Ao passar o cursor sobre um desses campos de entrada de texto, também é exibida uma dica de ferramenta com o texto expandido atual. Além disso, clicar na ação {} abrirá uma caixa de diálogo que lista todas as variáveis ​​disponíveis:

Esta funcionalidade oferece muita flexibilidade ao definir uma ferramenta externa, já que todas as variáveis ​​do formato %{...} são expandidas quando a ferramenta é invocada. Há dois tipos de variáveis ​​suportadas:

  • %{nome-variável}

  • %{nome-variável:<valor>}

O primeiro formato, %{nome-variável}, simplesmente substitui a variável pelo seu conteúdo. Por exemplo, a variável %{Document:FileName} é substituída pelo nome do arquivo do documento atual, sem o seu caminho. O segundo formato %{nome-variável:<valor>} obtém o conteúdo <valor>. Por exemplo, isso pode ser usado para expandir uma variável de ambiente com %{ENV:HOME}, ou pode-se obter a data atual no formato desejado, como %{Date:yyyy-MM-dd}.

Variáveis suportadas incluem:

Document:FileBaseName: Nome base do arquivo sem o caminho e sufixo do documento atual.

Document:FileExtension: Extensão do arquivo do documento atual.

Document:FileName: Nome do arquivo sem o caminho do documento atual.

Document:FilePath: Caminho completo do documento atual incluindo o nome do arquivo.

Document:Text: Conteúdo do documento atual.

Document:Path: Caminho completo do documento atual excluindo o nome do arquivo.

Document:NativeFilePath: Caminho completo do documento, incluindo o nome do arquivo, com o separador de caminho nativo (barra invertida no Windows).

Document:NativePath: Caminho completo do documento, excluindo o nome do arquivo, com o separador de caminho nativo (barra invertida no Windows).

Document:Cursor:Line: Número da linha da posição do cursor de texto posição no documento atual (começa com 0).

Document:Cursor:Column: Número da coluna da posição do cursor de texto no documento atual (começa com 0).

Document:Cursor:XPos: Componente X das coordenadas da posição do cursor na tela global.

Document:Cursor:YPos: Componente X das coordenadas da posição do cursor na tela global.

Document:Selection:Text: Seleção de texto do documento atual.

Document:Selection:StartLine: Linha inicial do texto selecionado no documento atual.

Document:Selection:StartColumn: Coluna inicial do texto selecionado no documento atual.

Document:Selection:EndLine: Linha final do texto selecionado no documento atual.

Document:Selection:EndColumn: Coluna final do texto selecionado no documento atual.

Document:RowCount: Número de linhas do documento atual.

Document:Variable:<variável>: Expande variáveis do documento arbitrárias.

Date:Locale: A data atual no formato local atual.

Date:ISO: A data atual (ISO).

Date:<valor>: A data atual (formato do QDate).

Time:Locale: A hora atual no formato local atual.

Time:ISO: A hora atual (ISO).

Time:<valor>: A hora atual (formato do QTime).

ENV:<valor>: Acessa variáveis do ambiente.

JS:<expressão>: Avalia instruções JavaScript simples.

PercentEncoded:<texto>: Texto codificado como porcentagem.

UUID: Gera uma nova UUID.

Lista de ferramentas padrão

Diversas ferramentas são fornecidas por padrão. No entanto, se você tiver ferramentas mais úteis, contribua com elas para nosso projeto no GitLab para que possamos adicioná-las a esta lista. Todas as ferramentas padrão são visíveis na lista por padrão. No entanto, todas as ferramentas podem ser alteradas ao seu gosto, incluindo a categoria ou até mesmo excluindo ferramentas. As ferramentas excluídas podem ser adicionadas novamente clicando no botão Adicionar na página de configuração, conforme descrito acima.

git-cola

O git-cola é um cliente gráfico do Git que permite preparar e enviar alterações com facilidade. Se instalado, ele também estará disponível pela linha de comando digitando git-cola

Nome: git-cola

Ícone: git-cola

Executável: git-cola

Argumentos: -r %{Document:Path}

Comando do editor: git-cola

gitk

O gitk também é um cliente git que permite visualizar o histórico do git de forma organizada.

Nome: gitk

Ícone: git-gui

Executável: gitk

Pasta de trabalho: %{Document:Path}

Comando do editor: gitk

git blame

Inicia o comando `git blame` para acompanhar facilmente as alterações do Git no arquivo atual.

Nome: git blame

Executável: git

Argumentos: gui blame %{Document:FileName}

Salvar: Documento atual

Pasta de trabalho: %{Document:Path}

Comando do editor: git-blame

Executar Shell Script

Inicia um konsole externo no qual o documento atual é executado. O script precisa declarar o interpretador na primeira linha por meio de um shebang #!/path/interpreter.

Nome: Executar Shell Script

Ícone: system-run

Executável: konsole

Argumentos: -e sh -c "cd %{Document:Path} && pwd && chmod -vc a+x %{Document:FileName} && ./%{Document:FileName} ; echo Press any key to continue. && read -n 1"

Salvar: Documento atual

Pasta de trabalho: %{Document:Path}

Comando do editor: run-script

Texto selecionado no Google

Pesquisa o texto selecionado no Google.

Nome: Texto selecionado no Google

Ícone: globe

Executável: xdg-open

Argumentos: "https://www.google.com/search?q=%{Document:Selection:Text}"

Comando do editor: google

Inserir UUID

Insere uma nova UUID cada vez que esta ação é invocada.

Nome: Inserir UUID

Executável: echo

Argumentos: %{UUID}

Saída: Insere na posição do cursor

Comando do editor: uuid

Arquivo completo do formato Clang

Executa o clang-format no arquivo atual no disco. O documento é recarregado em seguida.

Nome: Arquivo completo do formato Clang

Executável: clang-format

Argumentos: -i %{Document:FileName}

Pasta de trabalho: %{Document:Path}

Salvar: Documento atual

Recarregar: Sim

Comando do editor: clang-format-file

Texto selecionado no formato Clang

Executa o clang-format apenas no texto selecionado no documento atual.

Nome: Texto selecionado no formato Clang

Executável: clang-format

Argumentos: -assume-fileName: %{Document:FileName}

Pasta de trabalho: %{Document:Path}

Entrada: %{Document:Selection:Text}

Saída: Substitui o texto selecionado

Comando do editor: clang-format-selection

Visualização do Qt Quick 2 (qmlscene)

Exibe uma prévia do arquivo qml atual em qmlscene.

Nome: Visualização do Qt Quick 2 (qmlscene)

Executável: qmlscene

Argumentos: %{Document:FileName}

Salvar: Documento atual

Pasta de trabalho: %{Document:Path}

Comando do editor: qml-preview

Arquivo completo do formato JSON

Formata todo o arquivo JSON.

Nome: Arquivo completo do formato JSON

Ícone: application-json

Executável: jq

Argumentos: %{Document:FileName}

Salvar: Documento atual

Pasta de trabalho: %{Document:Path}

Saída: Substitui o documento atual

Comando do editor: json-format-file

Arquivo completo do formato XML

Formata todo o arquivo XML.

Nome: Arquivo completo do formato XML

Ícone: application-xml

Executável: xmllint

Argumentos: --format %{Document:FileName}

Salvar: Documento atual

Pasta de trabalho: %{Document:Path}

Saída: Substitui o documento atual

Comando do editor: xml-format-file

Plugin do navegador Backtrace

Plugin do navegador Backtrace

Usando o plugin do navegador backtrace

Este plugin é destinado a desenvolvedores e provavelmente de pouca utilidade para os usuários. Isto mostra um backtrace entregue pelo gdb em uma lista de exibição na janela de visualização do Kate Clicar em um item abre o arquivo selecionado e salta para o número da linha correta. Ele funciona para rastreamentos gerados em sua própria máquina, mas também funciona para backtraces de outras pessoas, isto é com /home/dummy/qt-copy/…/qwidget.cpp encontrados em outras máquinas. Para que funcione, você deve indexar os diretórios onde o código-fonte está localizado.

Às vezes, existem vários arquivos com o mesmo nome, por exemplo

kdegraphics/okular/generators/dvi/config.h
kdepim-runtime/resources/gmail/saslplugin/config.h

Para escolher a opção certa, o plugin seleciona as duas últimas partes da URL, neste caso, isso seria

dvi/config.h
saslplugin/config.h

Geralmente, o plugin correto é encontrado.

A indexação da ramificação master e outra ramificação, é claro, gerará um conflito.

Configuração

Na página de configuração, adicionar os diretórios contendo o código-fonte.

Configurar caminhos na exibição da ferramenta do navegador Backtrace

Clicar em OK iniciará a indexação. Quando a indexação for finalizada, abra a ferramenta de visualização do navegador backtrace.

Agora você pode carregar um backtrace da área de transferência (por exemplo, quando clicar em Copie para a área de transferência no DrKonqi) ou de um arquivo.

Plugin de compilação

Plugin de compilação

Salma Sultana

T.C. Hollingsworth

Introdução

O plugin de compilação permite executar ações como build, clean e compile em um projeto. Você também pode executar automaticamente os aplicativos gerados. O plugin basicamente oferece uma maneira de configurar conjuntos de comandos para serem executados e pode analisar a saída em busca de links para arquivos e linhas e colunas específicas nesses arquivos. Portanto, mesmo que o plugin tenha sido originalmente criado para compilar C/C++ e testado principalmente com essa linguagem, ele também pode ser útil para outros fins e linguagens.

Usando o plugin de compilação

O plugin de compilação adiciona uma área de ferramentas Compilar na parte inferior e um menu Compilar no menu principal. A área de ferramentas pode ser usada para selecionar e configurar alvos de compilação, enquanto o menu e seus atalhos podem ser usados ​​para selecionar e executar os comandos de shell configurados.

A visualização da ferramenta Compilar possui duas abas:

  • Configurações do alvo

  • Saída

Aba das configurações do alvo

A aba de configurações de alvo pode ser usada para configurar vários alvos e definir conjuntos de alvos.

Um conjunto de alvos é um grupo de comandos que podem ser executados em uma pasta de trabalho específica. Os conjuntos de alvos podem ser adicionados em Projetos ou Sessão. Os conjuntos de alvos personalizados adicionados em Projetos são armazenados em um arquivo .kateproject.build na pasta raiz do projeto e são restaurados quando o projeto é reaberto. Os conjuntos de alvos adicionados em Sessão são armazenados na configuração atual da sessão Kate.

A primeira linha, em um conjunto de alvos, contém um nome para o conjunto na primeira coluna, e na segunda coluna temos a pasta onde os comandos devem ser executados. Em cada linha seguinte, temos um nome para o comando na primeira coluna, um comando de compilação na segunda coluna e um comando de execução na terceira coluna. Para editar um deles, clique duas vezes na entrada ou use o atalho de edição (geralmente F2).

Pasta de trabalho

A segunda coluna da primeira linha em um conjunto de alvos é usada para configurar a pasta de trabalho usada para compilar e executar comandos. Se o plugin de projeto estiver habilitado, a string da pasta de trabalho também pode conter marcadores para o caminho da pasta base do projeto: %B e para o nome: %b

Comando de compilação

A segunda coluna nas "linhas não iniciais" contém o comando do shell a ser executado na pasta de trabalho. Observe a palavra "shell". Quase qualquer comando do shell servirá. O comando de compilação pode conter marcadores. %f para o arquivo atual, %d para a pasta do arquivo atual e %n para o nome base do arquivo atual (nome do arquivo sem sufixo).

Comando de execução

A terceira coluna nas "linhas não iniciais" pode conter um comando shell para execução em um terminal real no diretório de trabalho definido. O terminal é aberto como uma aba. O plugin tentará reutilizar a aba do terminal se o mesmo comando for executado e o aplicativo anterior tiver sido encerrado.

Na parte superior da aba Configurações do alvo, temos uma barra de ferramentas com um filtro de alvo e os seguintes botões:

Compilar o alvo selecionado
Compilar e executar o alvo selecionado
Adicionar um novo alvo de compilação
Criar um novo conjunto de alvos
Copiar um comando ou conjunto de alvos
Excluir o comando atual ou conjunto de alvos

Aba de saída

A aba Saída mostra a saída do console gerada pelo comando (de compilação) em execução. Se uma linha contiver o caminho de um arquivo, essa linha será clicável. Se a linha na saída também mostrar um erro ou aviso, a linha terá uma cor diferente.

Se a opção Adicionar erros e avisos ao diagnóstico estiver ativada na página de configurações do plugin nas configurações do Kate, os erros e avisos também serão adicionados à visualização de diagnóstico. Para navegar até o erro anterior na visualização de diagnóstico, pressione Alt+Shift+Esquerda. Para navegar até o próximo erro, pressione Alt+Shift+Direita.

Estrutura do menu

CompilarSelecionar alvo...

O filtro de seleção de alvos está focado na aba de configurações de alvo. Digitar um nome filtrará os alvos que não correspondem à string digitada. Também é possível usar as teclas de seta para navegar na árvore de alvos. Quando o alvo desejado for selecionado, pressionar Enter executará o alvo selecionado.

CompilarCompilar alvo selecionado

Compila o último alvo selecionado. Se nenhum tiver sido selecionado, funciona como Selecionar alvo...

CompilarCompilar e executar alvo selecionado

Compila o último alvo selecionado e executa o comando de execução após a compilação. O comando de compilação terminou com sucesso.

CompilarCompilar arquivo atual

Tente compilar o arquivo atual procurando um comando em um possível arquivo compile_commands.json.

CompilarParar

Parar a compilação de um alvo.

CompilarFocar próxima aba à esquerda

Foque na próxima aba do plugin de compilação à esquerda. Ou abre a visualização da ferramenta do plugin de compilação, se estiver oculta.

CompilarFocar próxima aba à direita

Foque na próxima aba do plugin de compilação à direita. Ou abre a visualização da ferramenta do plugin de compilação, se estiver oculta.

CompilarCarregar alvos da pasta de compilação do CMake

Abre a janela de arquivo e permite que o usuário selecione um CMakeCache.txt. Quando um arquivo é selecionado, o plugin gera comandos de compilação do CMake que podem ser executados na pasta de compilação para o projeto baseado em CMake.

Agradecimentos e reconhecimento

O plugin Compilação do Kate foi criado por Kåre Särs.

Agradecimento especial a Salma Sultana, participante do Google Code-In 2011, por escrever grande parte desta seção.

Plugin de fechamento com exclusão/inclusão

Plugin de fechamento com exclusão/inclusão

Introdução

Este plugin permite fechar um grupo de documentos com base em suas extensão e caminhos.

Usando o plugin de fechamento com exclusão/inclusão

Supondo que você tenha esses documentos abertos no Kate:

/tmp/subfolder/test.h
/tmp/test.cpp
/tmp/test.txt

Em seguida, você tem as seguintes opções para fechar documentos, conforme exibido na captura de tela:

Use a caixa de seleção no último item da lista para ativar ou desativar uma caixa de diálogo de confirmação. A opção selecionada será aplicada para fechar ações.

Estrutura do menu

ArquivoFechar com exceção de

Fecha todos os documentos abertos, exceto aqueles que correspondem ao caminho ou extensão de arquivo selecionado no submenu.

ArquivoFechar os seguintes

Fechar todos os documentos abertos que correspondem ao caminho ou extensão de arquivo selecionado no submenu.

Plugin do seletor de cor

Plugin do seletor de cor

Introdução

Este plugin adiciona uma pré-visualização/seletor de cor embutido no texto (por exemplo, #FFFFFF, branco).

Para carregar este plugin, abra a janela de configuração do Kate em ConfiguraçõesConfigurar Kate.... Em seguida, selecione Seletor de cor e feche a janela.

Configuração

Na página de configurações do seletor de cor na configuração do Kate, você pode configurar as seguintes opções de comportamento do plugin.

Mostrar prévia para nomes de cores conhecidos

Se deve mostrar o seletor de cor para nomes de cor conhecidos (por exemplo, azul-celeste). Consulte esta página para obter a lista de cores.

Colocar a prévia após o texto da cor

Indica se a pré-visualização embutida deve ser colocada após a cor do texto.

Correspondência de cor hexadecimal

Aqui, você pode escolher a opção que melhor corresponde às cores usadas no seu código.

Colchetes coloridos

Colchetes coloridos

Introdução

O plugin de colchetes coloridos colore pares de colchetes correspondentes com cores diferentes para melhorar a legibilidade. No entanto, nem todos os colchetes são coloridos. Um colchete cujo parêntese de abertura ou fechamento correspondente não estiver visível será ignorado. Da mesma forma, um par de colchetes que for o único par de colchetes em uma linha não será colorido.

Configuração

O plugin não oferece nenhuma opção de configuração.

Plugin do CTags

Plugin do CTags

Introdução

CTags gera um arquivo de índice (ou tag) de objetos de idioma encontrado nos arquivos de origem que permite que esses itens sejam localizados rápida e facilmente usando esse plugin do Kate.

Uma tag significa um objeto de idioma para o qual uma entrada de índice está disponível (ou, alternativamente, a entrada de índice criada para esse objeto).

A geração de tags é suportada para estas Linguagens de programação.

Configuração

O plugin CTags usa dois arquivos de banco de dados diferentes para o índice.

Na página de configurações do CTags na configuração do Kate, você pode adicionar ou remover diretórios contendo o código-fonte e regenerar os CTags comuns do banco de dados.

Index comum

Configuração do banco de dados do CTags

Na parte inferior da página de configurações, você pode adaptar os Comandos do CTags.

Para mais informações sobre todas as opções disponíveis, leia o manual do CTags. Esta página de manual está disponível no KHelpCenter e você também pode inserir a URL man:/ctags diretamente no Konqueror

Clicar em Atualizar iniciará a indexação. Quando a indexação terminar, a caixa de diálogo será fechada.

Índice da sessão

Para configurar o índice da sessão, abra a visualização do CTags.

Alvo do index

Nesta aba você pode adicionar ou remover diretórios que contêm o código-fonte gerar novamente, de forma manual, o banco de dados do CTags específico da sessão.

Banco de dados
Configuração da sessão do banco de dados do CTags

Seleciona outro arquivo do banco de dados do CTags, configura os comandos do CTags ou reverte para os comandos padrão.

Usando o plugin do CTags

Você coloca o cursor do mouse sobre o objeto de linguagem de programação de seu interesse, como uma função, símbolo etc. , em seguida, selecione uma das ações do CTags para pular para a linha e o arquivo em que o objeto é definido ou declarado.

Por padrão, as ações no menu CTags não possuem atalhos atribuídos. Use o Editor de atalhos de teclado para configurar seus próprios atalhos.

Como alternativa, use o campo de pesquisa na guia Pesquisa doCTags.

A inserção de caracteres no campo de pesquisa iniciará a pesquisa e exibiránomes correspondentes de objetos da linguagem, como funções, classes, símbolos etc.junto com o tipo e o nome do arquivo.

Selecione um item na lista para saltar para a linha correspondente no arquivo fonte.

Estrutura do menu

CTagspula um passo atrás

Navegue para trás no histórico até a última tag visitada.

CTagsPesquisa Texto Atual

Abre a guia Pesquisa na aba de visualização do CTags e mostra todos os objetos da linguagem que correspondem à seleção de texto atual na lista.

CTagsIr para declaração

Se o cursor estiver em um objeto, isso abrirá o documento contendo a declaração correspondente, se necessário, ative sua visualização e coloque o cursor no início da declaração.

CTagsIr para definição

Se o cursor estiver em um objeto, isso abrirá o documento contendo a declaração correspondente, se necessário, ative sua visualização e coloque o cursor no início da declaração.

Plugin de prévia de documentos

Plugin de prévia de documentos

Introdução

O plugin permite uma prévia em tempo real do documento de texto atualmente editado e no formato final na barra lateral. Então, ao editar por por exemplo um texto em Markdown ou uma imagem SVG, o resultado é visível instantaneamente ao lado do texto de origem.

Para a exibição, o plugin usa o plugin do KParts, atualmente selecionado como o preferido para o tipo MIME do documento. Se lá não existir um plugin do KParts para esse tipo, nenhuma visualização é possível.

Para alterar o plugin preferido, abra o menu Associações de arquivos nas Configurações do sistema e edite a Ordem de preferência dos serviços na aba Incorporação.

Tabela 4.1. Alguns plugins do KParts estão disponíveis

Tipo MIMEPlugin do KParts
Texto MarkdownKMarkdownWebViewPart ou OkularPart
Imagem SVGSVGPart
Arquivos de interface do QtKUIViewerPart
Arquivos de grafos DOTKGraphviewerPart

Estrutura do menu

ExibirÁreas de ferramentasExibir prévia

Alterne a exibição da visualização prévia de documentos do Kate em uma barra lateral.

Interface

Os botões na parte superior da janela de visualização prévia fornecem estas ações:

  • Bloqueie a visualização em um determinado documento. A seleção desta opção garante que, se mudar o foco para a visualização de outro documento na mesma janela do Kate, a visualização não seguirá para esse documento, mas continue visualizando esse documento.

  • Ativar ou desativar atualizações da visualização do conteúdo atual do documento.

  • Atualizar manualmente a visualização do conteúdo do documento atual

  • Um menu suspenso com ações do plugin do KParts

Plugin seletor de documentos

Plugin seletor de documentos

Estrutura do menu

VisualizarÚltima visualização usada (Ctrl+Tab), VisualizaçãoÚltima visualização usada (Reverso) (Ctrl+Shift+Tab)

Abre uma lista com os últimos documentos visualizados:

Mantenha a tecla Ctrl pressionada e use a tecla Tab para avançar a lista. Além disso, pressione a tecla Shift para inverter a direção.

Mantenha o atalho Ctrl+Tab pressionado e pode usar as teclas Acima, Abaixo, Home ou End para navegar na lista. Pressionar teclas consecutivamente e percorrerá todos os itens. Alternando entre os documentos da lista. Se você soltar as teclas, a tela escolhida será exibida.

Navegador do sistema de arquivos

Navegador do sistema de arquivos

O navegador do sistema de arquivos é um visualizador de pastas, permitindo abrir arquivos de uma pasta exibida no quadro atual.

Estrutura do menu

ExibirÁreas de FerramentasMostrar o Navegador no sistema de arquivos

Liga e desliga o navegador do sistema de arquivos do Kate.

Interface

De cima para baixo, o navegador do sistema de arquivos consiste nos seguintes elementos:

Uma barra de ferramentas

Contém os botões de navegação padrão da ferramenta:

Voltar

Faz com que a visão de pastas, com o comando cd, vá para a pasta exibida anteriormente no histórico. Este botão ficará desligado, se não existir o item anterior.

Avançar

Faz com que a visão de pastas, com o cd, mostre o próxima pasta do histórico. O botão é desabilitado, caso não exista a próxima pasta.

Favoritos

Abre um submenu para editar ou adicionar favoritos e para adicionar uma nova pasta de favoritos.

Pasta de documento atual

Este botão fará com que a visão de pastas, com o comando cd , vá para a pasta do documento atualmente ativo, se possível. Este botão é desabilitado se o documento ativo é um arquivo novo ou ainda não salvo, ou se a pasta no qual ele reside não pode ser definida.

Opções
Visão abreviada

Mostra apenas os nomes dos arquivos.

Visão detalhada

Mostra o Nome, Data, Tamanho e Tipo dos arquivos.

Visão em árvore

Como a visão abreviada, mas as pastas podem ser expandidas para ver seu conteúdo.

Visão em árvore detalhada

Isto também permite que as pastas sejam expandidas, mas exibe as colunas adicionais disponíveis na visão detalhada.

Mostrar arquivos ocultos

Mostra os arquivos normalmente ocultos pelo seu sistema operacional.

Sincronizar automaticamente com o documento atual

Quando esta opções estiver ativa, o navegador do sistema de arquivos fará um cd automaticamente para a pasta do documento atualmente aberto na área de edição toda vez que ele mudar.

Um entrada de localização

Isto exibe uma navegação no estilo 'trilha de pão' para a pasta atualmente aberta, como no Dolphin. Você pode clicar em qualquer pasta para navegar nela, ou clicar em uma das setas à esquerda de uma pasta para selecionar qualquer pasta a partir dela. Você pode também selecionar a partir de sua lista de locais clicando no ícone mais à esquerda na navegação em 'trilha de pão', que exibe um ícone que representa seu Local atual.

Você pode também clicar na trilha de pão para mudar para uma caixa de texto de onde pode digitar a localização de uma pasta para navegar. O campo da URL mantém uma lista dos campos introduzidos anteriormente. Para escolher um, utilize o botão da seta à direita do campo.

Dica

O campo da URL tem o completamento automático das pastas. O método de completamento pode ser definido usando o menu do botão direito do mouse do campo.

Uma visão de pastas

Esta é uma janela de pastas padrão do KDE.

Uma entrada de filtro

A entrada de Filtro permite a você digitar um filtro para arquivos exibidos na visão de pastas. O filtro está usando padrões, que devem estar separados por espaço em branco. Exemplo: *.cpp *.h *.moc

Para exibir todos os arquivos, digite um único asterisco - *.

O campo do filtro salva os últimos 10 filtros inseridos entre sessões. Para usar um, clique no botão de setas à direita do campo e selecione o filtro desejado. Você poderá desativar o filtro se clicar no botão Limpar o texto à esquerda do botão de autocompletamento.

Configuração

Este plugin pode ser configurado na página do Navegador do sistema de arquivos da configuração do Kate.

Barra de ferramentas

Configure os botões no navegador do sistema de arquivos, movendo os que deseja ativar para a lista de Ações selecionadas e ordenando-os com as setas ao lado da lista.

A lista de documentos

A lista de documentos

Introdução

A lista de documentos exibe todos os documentos atualmente abertos no Kate. Os arquivos modificados terão um pequeno ícone disquete à esquerda para indicar esse estado.

Na parte superior da lista de documentos existe uma barra de ferramentas com os seguintes botões:

Criar novo documento
Abre um documento existente
Documento anterior
Próximo documento
Salva o documento atual
Salva o documento atual com outro nome

Por padrão, a lista de documentos é exibida no Modo árvore, que exibe a estrutura de pastas em torno de todos osdocumentos abertos. Também está disponível Modo lista, que mostra em uma lista simples todos os documentos abertos. Você pode alternar os modos clicando com o botão direito do mouse na lista e selecionar no menu Modo de exibição.

Se dois ou mais arquivos com o mesmo nome (localizados em pastas diferentes) são abertos no Modo lista, o nome do segundo aparecerá com o número (2). A dica de ferramenta para o arquivo será exibir seu nome completo, incluindo o caminho, permitindo que você escolha uma.

Para exibir um documento no quadro atualmente ativo, clique no nome do documento na lista.

O menu de contexto possui algumas ações comuns do menu Arquivo.

Além disso, existem ações do gerenciador de arquivos para renomear ou excluir o arquivo.Com Copiar localização, você pode copiar o caminho completo do documento para a área de transferência.

Você pode classificar a lista de algumas maneiras diferentes clicando com o botão direito do mouse na lista eselecionando no menu Classificar por. As opções são:

Nome do documento

Lista os documentos em ordem alfabética por nome.

Caminho do documento

Lista os documentos em ordem alfabética por seus caminhos.

Ordem de abertura

Lista os documentos no ordem de abertura

A lista de documentos, por padrão, visualiza seu histórico sombreando asentradas para os documentos mais recentes com uma cor de fundo. Se odocumento foi editado, uma cor extra é misturada. O documento mais recentetem a cor mais forte, para que você possa encontrar facilmente os documentos em que estátrabalhando. Esse recurso pode ser desativado na configuração Documentos configuração da caixa de diálogo.

A localização padrão da lista de documentos no Kate está àesquerda da área de edição.

Estrutura do menu

ExibirDocumento anterior (Alt+Acima)

Abre o arquivo da lista de documentos exibido acima do aberto atualmente aberto.

ExibirPróximo documento (Alt+Abaixo)

Abre o arquivo da lista de documentos exibido abaixo do aberto atualmente aberto.

ExibirMostrar ativo

Exibe o documento atualmente aberto na lista de documentos.

Configuração

Sombreamento de fundo

Essa sessão permite habilitar ou desabilitar o sombreamento de fundo da sua atividade recente, e escolher quais cores utilizar caso habilitado.

Organizar por

Define como você quer organizar a lista de documentos. Isso também pode ser definido pelo menu botão direito do mouse na lista de documentos.

Modo de visualização

Isso fornece duas opções que afetam a exibição da ferramenta visão do documento.A opção Visão em árvore irá mostrar os documentosem uma árvore abaixo das pastas em que estão, enquanto a Visualização de lista exibirá uma lista simples de documentos.

Mostrar caminho completo

Quando a visualização em árvore e esta opção estão ativadas, as entradas de pasta exibidas na visualização da ferramenta de documentos mostrarão o caminho completo do sistema de arquivos para a pasta, além do nome da pasta. Isso não tem efeito na visualização em lista.

Mostrar barra de ferramentas

Quando a visualização em árvore e esta opção estão ativadas, uma barra de ferramentas com ações como Salvar é exibida acima da lista de documentos. Desmarque esta opção se a barra de ferramentas deve ser ocultada.

Mostrar botão de fechar

Quando esta opção estiver ativada, o Kate exibirá um botão de fechar para documentos abertos ao passar o cursor sobre eles.

Plugin do GDB

Plugin do GDB

Martin Gergov

T.C. Hollingsworth

Introdução

O plugin GDB do Kate fornece uma interface simples para qualquer depurador que suporte o Protocolo de Adaptador de Depurador. Em particular, isso inclui o GNU Project Debugger, também conhecido como GDB, conforme descrito aqui.

Importante

Recomenda-se alguma experiência anterior com o GDB. Para mais informações sobre a utilização do GDB, visite o site do GDB.

Você poderá ativar o plugin do GDB na seção plugins da configuração do Kate.

Dica

Se você compilar com o gcc/g++, poderá querer usar o argumento da linha de comando -ggdb.

Depois de efetuar estas preparações, abra o arquivo de código no Kate, selecione o "perfil de depuração", insira a localização do executável na aba Configurações da área de Depuração e selecione a opção do menu DepuraçãoIniciar depuração para começar.

O "perfil de depuração" seleciona o servidor DAP a ser usado (por exemplo, GDB) e a forma de iniciar esse servidor. Um caso típico é o servidor iniciar um processo conforme especificado acima, mas ele também pode se conectar a um processo em execução (nesse caso, um PID deverá ser especificado em vez de um executável). Também podem existir outros modos específicos para a linguagem e o servidor DAP. Veja mais adiante para obter informações adicionais sobre o contexto e a configuração.

Estrutura do menu e da barra de ferramentas

Todas estas opções estão disponíveis nos menus do Kate, estando também muitas disponíveis na barra de Depuração.

ExibirÁreas de ferramentasMostrar a área de depuração

Mostra uma área de ferramentas que contém o resultado do GDB, a linha de comando usada pelo GDB e outras opções.

ExibirÁreas de ferramentasMostrar locais e a pilha

Mostra uma lista com todas as variáveis carregadas no momento, os seus valores e o backtrace do GDB.

DepurarAlvos

Um submenu que contém uma lista de alvos (executáveis).

DepurarIniciar depuração

Inicia o GDB com um determinado alvo.

DepurarMatar / Parar depuração

Para o GDB.

DepurarReiniciar depuração

Reinicia o GDB.

DepurarComutar o ponto de parada

Define um ponto de parada na posição atual do cursor.

DepurarAvançar para

Executa a instrução atual (a chamada à função será depurada).

DepurarAvançar sobre

Executa a instrução atual (a chamada à função não será depurada).

DepurarSair de

Prossegue a execução até que o programa em execução termine.

DepurarMover o PC

Move o contador do programa (execução seguinte).

DepurarExecutar até ao cursor

Executa o programa até que atinja a posição atual do cursor.

DepurarContinuar

Ignora os pontos de parada e executa o programa até que termine (com sucesso ou não).

DepurarImprimir o valor

Imprime o valor da variável para onde aponta o cursor no momento.

ConfiguraçõesBarras de ferramentas visíveisplugin do GDB

Mostra a barra de depuração.

Área de Depuração

A Área de Depuração consiste em várias páginas:

Resultado do GDB

Contém o resultado do GDB e uma linha de comando também do GDB.

A página do Resultado.

A página do Resultado mostra o resultado de uma sessão de depuração.

Configurações
Executável

Localização do alvo (executável) para depuração.

Pasta de trabalho

A pasta de trabalho conferida ao alvo.

Argumentos

Os argumentos passados ao programa.

Manter o foco

Mantém a linha de comando do GDB em primeiro plano.

Direcionar a E/S

Abre uma nova página de E/S na Janela de Depuração, onde poderá ver os resultados e inserir dados no programa em execução.

O diálogo de configurações

A janela de Configurações mostra as definições de uma sessão de depuração.

E/S

Contém uma área que mostra os resultados do programa em execução e uma linha de comando onde pode inserir dados para ele.

A página de E/S.

A página do E/S mostra o resultado de um programa de testes simples.

Pilha de chamadas e variáveis locais

A área da Pilha de chamadas contém uma lista dos registros de chamadas que são devolvidos pelo GDB.

A área de ferramentas para o registro de chamadas.

A área da Pilha de chamadas do plugin do GDB.

A área de Locais contém uma lista com todas as variáveis do programa carregadas no momento, bem como os seus valores correspondentes.

A área de ferramentas de Variáveis Locais.

A área de Variáveis locais do plugin do GDB.

Agradecimentos e reconhecimento

Agradecimentos especiais ao participante Martin Gergov do Google Code-In 2011 pela escrita de grande parte desta seção.

Configuração

A página de configuração do plugin define os "perfis de depuração" que podem ser selecionados. A configuração padrão (JSON) é exibida lá e pode ser "sobreposta" por uma configuração semelhante fornecida pelo usuário. Um exemplo de trecho é o seguinte:

{
    "dap": {
        "debugpy": {
            "url": "https://github.com/microsoft/debugpy",
            "run": {
                "command": ["python", "-m", "debugpy", "--listen", "${#run.port}", "--wait-for-client"],
                "port": 0,
                "supportsSourceRequest": false
            },
            "configurations": {
                "launch": {
                    "commandArgs": ["${file}", "${args|list}"],
                    "request": {
                        "command": "attach",
                        "stopOnEntry": true,
                        "redirectOutput": true
                    }
                },
                "attach": {
                    "commandArgs": ["--pid", "${pid}"],
                    "request": {
                        "command": "attach",
                        "stopOnEntry": true,
                        "redirectOutput": true
                    }
                },
        },
        "gdb": {
            "url": "gdb",
            "run": {
                "command": [
                    "gdb",
                    "-i",
                    "dap"
                ],
                "redirectStderr": true,
                "redirectStdout": true,
                "supportsSourceRequest": true
            },
            "configurations": {
                "launch (debug)": {
                    "request": {
                        "command": "launch",
                        "mode": "debug",
                        "program": "${file}",
                        "args": "${args|list}",
                        "cwd": "${workdir}"
                    }
                }
            }
        }
    }
}

Cada uma das entradas em configurations é combinada com os dados de run e forma um "perfil". Isso especifica o servidor DAP a ser iniciado, juntamente com seus argumentos, sendo estes específicos para o perfil (commandArgs). As outras partes especificam a solicitação do protocolo DAP (launch ou attach), juntamente com extensões específicas do DAP.

É claro que o servidor especificado deve estar instalado (e normalmente também estar no PATH para execução adequada).

Várias etapas de sobreposição/fusão são aplicadas; a configuração do usuário (carregada de um arquivo) sobrepõe a configuração padrão (interna), e a entrada "dap" na configuração do projeto .kateproject, por sua vez, sobrepõe as demais.

Configuração do ambiente de execução

Mais informações e detalhes podem ser encontrados na seção Ambiente de execução do cliente LSP abaixo. Mas basta dizer aqui que pode ser necessário executar o processo depurado (e o servidor DAP) em um "ambiente especial", seja definido por variáveis ​​de ambiente ou por algum contêiner (que forneça as dependências e circunstâncias necessárias para a execução adequada).

Semelhante ao exemplo na seção referenciada, a seguinte configuração pode ser fornecida em um .kateproject.

{
    // isto pode também ser uma array de objetos
    "exec": {
        "hostname": "foobar"
        // o comando pode também ser uma array de string
        "prefix": "podman exec -i foobarcontainer",
        "mapRemoteRoot": true,
        "pathMappings": [
            // ambas as formas a seguir são possíveis
            // uma alternativa mais automágica também existe, veja a seção de referência
            [ "/dir/on/host", "/mounted/in/container" ]
            { "localRoot": "/local/dir", "remoteRoot": "/remote/dir" }
        ]
    },
    "dap": {
        "debugpy": {
            "run": {
                // nesta seção, aplica a todas as configurações
                // isto irá corresponder/juntar com o objeto acima
                "exec": { "hostname": "foobar" },
                // se o servidor está conectado,
                // opcionalmente especificar explicitamente a porta (que é adequada parapublicação/encaminhamento)
                "port": 5678,
                // o servidor pode então também ter que aceitar mais do que o localhost
                "host": "0.0.0.0"
            }
        }
    }
}

A seção referenciada deve ser consultada para obter detalhes, mas, em essência, o prefixo será adicionado antes da linha de comando do servidor DAP especificada em outro local. O efeito é que o servidor é executado dentro do contêiner especificado e, por sua vez, também o processo iniciado. O pathMapping organiza a transformação de caminhos de arquivo entre a visualização do editor e a visualização do servidor DAP (contêiner), por exemplo, ao lidar com a definição de pontos de interrupção ou o tratamento de rastreamentos de pilha relatados. Observe que esse mapeamento é opcional e pode ou não ser útil. Ao lidar com código C/C++ compilado no "host", as informações do símbolo fazem referência a arquivos de origem no host que não existem no outro ambiente. No entanto, em outras circunstâncias de script (por exemplo, Python), os arquivos de tempo de execução reais são referenciados (no outro ambiente).

É evidente que o seguinte deve ser levado em consideração.

  • O servidor DAP deve estar presente no ambiente/container, que deve ser configurado para suportar a operação adequada do depurador (portanto, se necessário, com privilégios e capacidades).

  • A comunicação entre o editor e o DAP deve ser possível. No caso de um contêiner, este último deve usar a rede do host ou fornecer uma porta mapeada/publicada adequada, juntamente com o trecho de configuração correspondente, como no exemplo acima (já que uma porta selecionada automaticamente, no caso da porta 0, não funcionaria).

  • Um executável/PID específico deve estar na perspectiva de "contêiner", assim como quaisquer argumentos (executável depurado).

Além disso, como no caso do LSP, algumas variáveis ​​de ambiente são definidas; KATE_EXEC_PLUGIN é definida como dap, KATE_EXEC_SERVER é definida como o tipo de depurador/linguagem (por exemplo, python) e KATE_EXEC_PROFILE é definida como a entrada de configuração (por exemplo, launch).

Plugin de projeto

Plugin de projeto

Introdução

A ideia básica do plugin de projeto é ter uma lista estruturada de arquivos pertencentes ao projeto com as seguintes propriedades:

  1. Fornecer uma visualização estruturada dos arquivos

  2. Tornar fácil e rápido abrir e mudar projetos

  3. Suporte a busca e substituição para um projeto

  4. Oferecer um autocompletar simples

  5. Tornar simples de abrir rapidamente arquivos em um projeto

  6. Suporte para compilar o projeto

Visualização estruturada dos arquivos

Após o plugin de projeto ser carregado na página de configuração do Kate, abra um arquivo em um projeto e uma barra lateral aparecerá listando todos os projetos, bem como os arquivos do projeto, da seguinte forma:

Como você pode ver, o projeto atualmente ativo é Kate, e seu conteúdo está listado na visualização em árvore. Clicar nos arquivos na visualização em árvore abre o arquivo no editor. Além disso, um menu de contexto é fornecido com o qual você pode abrir arquivos com outros aplicativos, como um arquivo .ui com o Qt Designer.

Você pode filtrar os itens digitando parte do nome que deseja buscar na barra de busca localizada a baixo da lista.

Alternando entre projetos

A ideia é que você nunca precise abrir um projeto manualmente, isso nem sequer é suportado. Portanto, o que acontece quando você abre um arquivo é que o plugin de projeto verifica rapidamente a pasta e suas subpastas em busca de um arquivo .kateproject. Se encontrado, o projeto é carregado automaticamente.

Além disso, se você abrir outro documento no Kate, que pertence a outro projeto, o plugin de projeto alterna automaticamente para o projeto atual. Assim, intuitivamente, o projeto correto está sempre ativo. Claro, você também pode alternar o projeto ativo usando a caixa de combinação.

Pesquisar e substituir nos projetos

O Kate possui um plugin de busca e substituição que aparece na barra lateral inferior. Se um projeto estiver carregado, abra a barra lateral de busca e substituição e mude para o modo para buscar e substituir no projeto atual:

Simples autocompletar

Com o conhecimento de todos os arquivos pertencentes a um projeto, o plugin de projeto fornece recursos simples de autocompletar baseados em CTags. Se um projeto for aberto inicialmente, o CTags analisa todos os arquivos do projeto em uma thread em segundo plano e salva as informações do CTags em /tmp. Este arquivo é então usado para preencher o popup de autocompletar no Kate.

Em contraste, sem esse recurso de autocompletar, o Kate só consegue exibir itens de autocompletar com base nas palavras do arquivo atual. Portanto, o recurso de autocompletar fornecido pelo plugin de projeto é muito mais poderoso.

Se o CTags estiver faltando, um pop-up discreto avisará sobre esse problema. Também é importante notar que o arquivo CTags em /tmp é limpo quando o Kate é encerrado, portanto, o plugin não polui nenhuma pasta com arquivos indesejados.

Suporte para compilar um projeto

Outra funcionalidade é o suporte ao Plugin de compilar, para que ele seja configurado automaticamente corretamente.

Criando projetos

Carregando projetos automaticamente

O plugin de projeto possui um recurso de carregamento automático. Você pode ler a lista de arquivos do sistema de controle de versão. Para isso, o carregamento automático para o respectivo sistema de controle de versão precisa ser ativado nas configurações (ativado por padrão):

Criando projetos manualmente

Basta criar um arquivo .kateproject na pasta raiz do projeto. Por exemplo, o arquivo Kate.kateproject teria a seguinte aparência:

{
  "name": "Kate",
  "files": [
    {
      "git": 1
    }
  ]
}

O conteúdo do arquivo está escrito em sintaxe JSON. O nome do projeto é Kate, e os arquivos contidos nele devem ser lidos do Git.

Além do git, também são suportados o Subversion através do svn e o Mercurial através do hg. Se você não quiser ler arquivos de um sistema de controle de versão, você pode simplesmente invocar o Kate a partir da linha de comando como:

kate /caminho/para/pasta

ou você pode instruí-lo a carregar arquivos recursivamente de diretórios da seguinte forma:

{
  "name": "Kate",
  "files": [
    {
      "directory": "kate",
      "filters": [
        "*.cpp",
        "*.h",
        "*.ui",
        "CMakeLists.txt",
        "Find*.cmake"
      ],
      "recursive": 1,
      "hidden": 1
    }
  ],
  "exclude_patterns" : [
    "^build/.*"
  ]
}

Aqui, subpastas e filtros definem o que faz parte do projeto. Você também pode misturar controle de versão e arquivos com base em filtros. Arquivos ocultos não serão recuperados se a opção "hidden" for 0. "exclude_patterns" é uma lista de padrões regex que podem ser usados ​​para excluir pastas e arquivos da árvore do projeto. Neste exemplo, todos os arquivos e pastas em um diretório build a partir da raiz serão excluídos.

Se você quiser adicionar suporte para compilação, pode escrever um .kateproject assim:

{
  "name": "Kate",
  "files": [
    {
      "git": 1
    }
  ],
  "build": {
    "directory": "build",
    "build": "make all",
    "clean": "make clean",
    "install": "make install",
    "targets": [
      {
        "name": "all",
        "build_cmd": "ninja"
        "run_cmd": "./bin/kate"
      },
      {
        "name": "kate",
        "build_cmd": "ninja kate-bin"
      }
    ]
  }
}

Os alvos especificados acima aparecerão então no Plugin Compilar em "Alvos do plugin de projeto". Se o array "targets" for especificado, então "build", "clean" e "install" serão ignorados. Cada elemento no array especifica um alvo. "name" é o nome do alvo, "build_cmd" será usado para compilar o alvo, "run_cmd" será usado para executar o alvo. O mais importante de tudo é "directory", onde os comandos serão executados.

Caso você tenha um arquivo .kateproject rastreado por um sistema de controle de versão, mas precise ajustar a configuração para um espaço de trabalho específico, você pode salvar essas alterações em um arquivo separado chamado .kateproject.local. O conteúdo deste arquivo terá precedência sobre .kateproject.

Projeto atual

Usando ProjetosIr para (Alt+1) você pode abrir a visualização Projeto atual na parte inferior da janela do editor com quatro abas:

Painel do terminal

Um Emulador de terminal iniciando na pasta raiz do projeto.

Índice de código

Ao inserir caracteres na barra de pesquisa, a busca será iniciada e serão exibidos os nomes correspondentes de funções, classes, símbolos etc. juntamente com o tipo, nome do arquivo e número da linha.

Selecione um item na lista para saltar para a linha correspondente no arquivo fonte.

Análise de código

Clique em Iniciar análise para executar uma análise estática de código para os arquivos C e C++ usando cppcheck e gerar um relatório mostrando o nome do arquivo, o número da linha, a gravidade (estilo, aviso etc.) e o problema encontrado.

Selecione um item na lista para saltar para a linha correspondente no arquivo fonte.

Notas

O texto inserido nesta aba será salvo no arquivo .kateproject.notes.

O menu de projetos

O menu Projetos permite alternar entre os projetos atualmente abertos. Ele é exibido pelo plugin de projeto.

ProjetosVoltar (Ctrl+Alt+Esquerda)

Alterna para o projeto anterior.

ProjetosPróximo (Ctrl+Alt+Direita)

Alterna para o projeto seguinte.

ProjetosIr para (Alt+1)

Abra a visualização Projeto atual na parte inferior da janela do editor.

Plugin do cliente LSP

Plugin do cliente LSP

O plugin do cliente LSP fornece muitos funcionalidades de linguagem, como preenchimento automático de código, navegação de código ou localização de referências com base no Protocolo do Servidor de Linguagem.

Depois de ativar o cliente LSP na página do plugin, uma nova página chamada Cliente LSP aparecerá na sua janela de configuração do Kate.

Estrutura do menu

Se apropriado, um comando LSP correspondente também é mencionado na explicação abaixo, cuja documentação pode então fornecer informações adicionais e interpretação, embora possa variar dependendo da linguagem específica. A expressão 'símbolo atual' refere-se ao símbolo correspondente à posição atual do cursor, conforme determinado pela linguagem e pela implementação do servidor.

Cliente LSPIr para definição

[textDocument/definition] Vai para a definição do símbolo atual.

Cliente LSPIr para declaração

[textDocument/declaration] Vai para a declaração do símbolo atual.

Cliente LSPIr para definição de tipo

[textDocument/typeDefinition] Vai para a definição de tipo do símbolo atual.

Cliente LSPEncontrar referências

[textDocument/references] Encontra referências para o símbolo atual.

Cliente LSPEncontrar implementações

[textDocument/implementation] Encontra implementações do símbolo atual.

Cliente LSPRealce

[textDocument/documentHighlight] Realça as referências de símbolos atuais no documento atual.

Cliente LSP ClientSobre

[textDocument/hover] Ativa a exibição de informações ao passar o cursor sobre o símbolo atual.

Cliente LSPFormato

[textDocument/formatting] [textDocument/rangeFormatting] Formata o documento atual ou a seleção atual.

Cliente LSPRenomear

[textDocument/rename] Renomeia o símbolo atual.

Cliente LSPCorreção rápida

[textDocument/codeAction, workspace/executeCommand] Calcula e aplica uma correção rápida para um diagnóstico na posição (ou linha) atual.

Cliente LSPMostrar documentação de complementação da seleção

Mostra a documentação para o item selecionado na lista de completamento.

Cliente LSPAtivar ajuda de assinatura com completamento automático

Mostra também a ajuda para assinatura na lista de completamento.

Cliente LSPIncluir declaração nas referências

Solicita a inclusão da declaração de um símbolo ao solicitar referências.

Cliente LSPAdiciona parênteses com a função de completamento

Adiciona automaticamente um par de parênteses após o completamento de uma função.

Cliente LSPMostrar informações sobre

Mostra informações ao passar o cursor do mouse sobre o elemento. Independentemente dessa configuração, a solicitação sempre poderá ser iniciada manualmente.

Cliente LSPFormatar ao digitar

[document/onTypeFormatting] Formata partes do documento ao digitar determinados caracteres de gatilho. Por exemplo, isso pode aplicar recuo em novas linhas, ou conforme determinado pelo Servidor LSP. Observe que os scripts de recuo do editor podem tentar fazer o mesmo (dependendo do modo) e, portanto, pode não ser recomendável ter ambos ativados ao mesmo tempo.

Cliente LSPSincronização de documento incremental

Envia edições parciais do documento para atualizar o servidor em vez do documento de texto inteiro (se suportado).

Cliente LSPDestacar localização ir para

Fornece uma indicação visual temporária após executar um comando "goto" para um local (de definição, declaração, etc.).

Cliente LSPMostrar notificações de diagnósticos

[textDocument/publishDiagnostics] Processa e exibe notificações de diagnóstico enviadas pelo servidor.

Cliente LSPMostrar destaques de diagnósticos

Adiciona destaques de texto para os intervalos indicados nos diagnósticos.

Cliente LSPMostrar marcas de diagnóstico

Adiciona marcas de documento para as linhas indicadas no diagnóstico.

Cliente LSPAlternar para aba de diagnóstico

Acessa a aba de diagnóstico na visualização de ferramentas do plugin.

Cliente LSPFechar todas as abas que não sejam de diagnóstico

Fecha todas as abas que não sejam de diagnóstico (por exemplo referências) na visualização da ferramentas do plugin.

Cliente LSPReiniciar o servidor LSP

Reinicia o servidor LSP do documento atual.

Cliente LSPReiniciar todos os servidores LSP

Para todos os servidores LSP, que serão então (re)iniciados conforme necessário.

Suporte ao símbolo de "goto"

O cliente LSP pode ajudá-lo a navegar até qualquer símbolo em seu projeto ou arquivo atual. Para navegar até qualquer símbolo no arquivo, use a ferramenta "Contorno de símbolo do cliente LSP" na borda direita do Kate. Esta ferramenta lista todos os símbolos encontrados pelo servidor no documento atual.

Configurando o contorno de símbolo do cliente LSP

Por padrão, os símbolos são classificados de acordo com sua ocorrência no documento, mas você pode alterar a classificação para ordem alfabética. Para isso, clique com o botão direito do mouse na janela de ferramentas e marque "Classificar alfabeticamente".

A visualização de ferramentas mostra os símbolos no modo de árvore por padrão, porém você pode alterá-la para uma lista usando o menu de contexto.

Suporte ao símbolo "goto" global

Para ir para qualquer símbolo em seu projeto, você pode abrir a caixa de diálogo do símbolo "Ir para" usando Ctrl+Alt+p. A caixa de diálogo está vazia quando é aberta, mas assim que você digita algo, ela começará a mostrar os símbolos correspondentes. A qualidade das correspondências, bem como os recursos de filtragem, dependem do servidor que você usa. Por exemplo, o clangd oferece suporte à filtragem aproximada, mas alguns outros servidores podem não oferecer.

Outras funcionalidades

O comando de troca de cabeçalho de origem do Clangd é suportado. Para trocar o cabeçalho de origem em um projeto C ou C++, use a opção "Trocar cabeçalho de origem" no menu de contexto ou o atalho F12.

Você pode ir rapidamente para um símbolo colocando o mouse sobre ele e pressionando Ctrl + botão esquerdo do mouse.

Configuração

A página de configuração do plugin permite, em sua maioria, a configuração persistente de alguns dos itens de menu acima. No entanto, há uma entrada adicional para especificar o arquivo de configuração do servidor. Este é um arquivo JSON que pode ser usado para especificar o servidor LSP a ser iniciado (e, em seguida, para se comunicar com ele via stdin/stdout). Para maior conveniência, algumas configurações padrão estão incluídas, as quais podem ser inspecionadas na página de configuração do plugin. Para auxiliar na explicação abaixo, um trecho dessa configuração é fornecido aqui:

{
    "servers": {
        "bibtex": {
            "use": "latex",
            "highlightingModeRegex": "^BibTeX$"
        },
        "c": {
            "command": ["clangd", "-log=error", "--background-index"],
            "commandDebug": ["clangd", "-log=verbose", "--background-index"],
            "url": "https://clang.llvm.org/extra/clangd/",
            "highlightingModeRegex": "^(C|ANSI C89|Objective-C)$"
        },
        "cpp": {
            "use": "c",
            "highlightingModeRegex": "^(C\\+\\+|ISO C\\+\\+|Objective-C\\+\\+)$"
        },
        "d": {
            "command": ["dls", "--stdio"],
            "url": "https://github.com/d-language-server/dls",
            "highlightingModeRegex": "^D$"
        },
        "fortran": {
            "command": ["fortls"],
            "rootIndicationFileNames": [".fortls"],
            "url": "https://github.com/hansec/fortran-language-server",
            "highlightingModeRegex": "^Fortran.*$"
        },
        "javascript": {
            "command": ["typescript-language-server", "--stdio"],
            "rootIndicationFileNames": ["package.json", "package-lock.json"],
            "url": "https://github.com/theia-ide/typescript-language-server",
            "highlightingModeRegex": "^JavaScript.*$",
            "documentLanguageId": false
        },
        "latex": {
            "command": ["texlab"],
            "url": "https://texlab.netlify.com/",
            "highlightingModeRegex": "^LaTeX$"
        },
        "go": {
            "command": ["go-langserver"],
            "commandDebug": ["go-langserver", "-trace"],
            "url": "https://github.com/sourcegraph/go-langserver",
            "highlightingModeRegex": "^Go$"
        },
        "python": {
            "command": ["python3", "-m", "pyls", "--check-parent-process"],
            "url": "https://github.com/palantir/python-language-server",
            "highlightingModeRegex": "^Python$"
        },
        "rust": {
            "command": ["rls"],
            "path": ["%{ENV:HOME}/.cargo/bin", "%{ENV:USERPROFILE}/.cargo/bin"],
            "rootIndicationFileNames": ["Cargo.lock", "Cargo.toml"],
            "url": "https://github.com/rust-lang/rls",
            "highlightingModeRegex": "^Rust$"
        },
        "ocaml": {
            "command": ["ocamlmerlin-lsp"],
            "url": "https://github.com/ocaml/merlin",
            "highlightingModeRegex": "^Objective Caml.*$"
        }
    }
}

Observe que cada "command" pode ser uma matriz ou uma string (nesse caso, ele é dividido em uma matriz). Além disso, uma entrada "global" de nível superior (ao lado de "server") também é considerada (veja mais abaixo). O binário especificado é procurado da maneira usual, por exemplo, usando PATH. Se ele estiver instalado em um local personalizado, este último pode precisar ser estendido. Ou, alternativamente, um link simbólico ou um script wrapper pode ser usado em um local que esteja dentro do PATH usual. Como ilustrado acima, também é possível especificar um "caminho" que será procurado após os locais padrão.

Todas as entradas em "command", "root" e "path" estão sujeitas à expansão de variáveis.

A expressão regular "highlightingModeRegex" é usada para mapear o modo de realce usado pelo Kate ao ID da linguagem do servidor. Se nenhuma expressão regular for fornecida, o próprio ID da linguagem será usado. Se uma entrada "documentLanguageId" for definida como falsa, nenhum ID de linguagem será fornecido ao servidor ao abrir o documento. Isso pode apresentar melhores resultados para alguns servidores que são mais precisos na determinação do tipo de documento do que fazê-lo com base em um modo do Kate.

A partir do exemplo acima, a ideia principal provavelmente está clara. Além disso, cada objeto de entrada do servidor também pode ter uma entrada "initializationOptions", que é passada para o servidor como parte do método 'initialize'. Se presente, uma entrada "settings" é passada para o servidor por meio da notificação 'workspace/didChangeConfiguration'. "completionTriggerCharacters" ou "signatureTriggerCharacters" podem ser especificados como um objeto JSON com os membros de string "exclude" e/ou "include". Estes serão usados ​​para excluir ou adicionar caracteres ao conjunto de gatilhos correspondente, conforme fornecido pelo servidor.

São aplicadas várias etapas de sobreposição/fusão;

  • configuração do usuário (carregada de um arquivo) substitui a configuração padrão (interna)

  • entrada "lspclient" na configuração do projeto .kateproject substitui a acima

  • a entrada "global" resultante é usada para complementar (não substituir) qualquer entrada do servidor

Uma instância de servidor é usada para cada combinação (raiz, tipo de servidor). Se "root" for especificado como um caminho absoluto, ele será usado como está; caso contrário, será relativo ao projectBase (conforme determinado pelo plugin de projeto), se aplicável, ou, caso contrário, relativo ao diretório do documento. Se não for especificado e "rootIndicationFileNames" for uma matriz de nomes de arquivos, um diretório pai do documento atual que contenha tal arquivo será selecionado. Alternativamente, se "root" não for especificado e "rootIndicationFilePatterns" for uma matriz de padrões de arquivo, um diretório pai do documento atual que corresponda ao padrão de arquivo será selecionado. Como último recurso, o diretório inicial é selecionado como "root". Para qualquer documento, o "root" resultante determina se uma instância separada é necessária ou não. Nesse caso, o "root" é passado como rootUri/rootPath.

Em geral, recomenda-se deixar o diretório raiz sem especificação, pois não é tão importante para um servidor (embora isso possa variar). Menos instâncias de servidor são obviamente mais eficientes e também têm uma visão mais ampla do que a visão de muitas instâncias separadas.

Como mencionado acima, várias entradas estão sujeitas à expansão de variáveis. Uma aplicação adequada disso, combinada com abordagens de "script wrapper", permite a personalização para uma grande variedade de circunstâncias. Por exemplo, considere um cenário de desenvolvimento em Python que consiste em múltiplos projetos (por exemplo, repositórios Git), cada um com sua própria configuração de ambiente virtual. Usando a configuração padrão, o servidor de linguagem Python não reconhecerá o ambiente virtual. No entanto, isso pode ser corrigido com a seguinte abordagem. Primeiro, o seguinte fragmento pode ser inserido nas "Configurações do servidor do usuário" do plugin LSPClient:

{
        "servers":
        {
                "python":
                {
                        "command": ["pylsp_in_env", "%{Project:NativePath}"],
                        "root": "."
                }
        }
}

A entrada raiz acima é relativa ao diretório do projeto e garante que um servidor de linguagem separado seja iniciado para cada projeto, o que é necessário neste caso, pois cada um tem um ambiente virtual distinto.

pylsp_in_env é um pequeno "script auxiliar" que deve ser colocado em PATH com o seguinte conteúdo (a ser ajustado):

#!/bin/bash
cd $1
# executa o servidor (python-lsp-server) dentro de um virtualenv
# (i.e. com configuração de variáveis virtualenv)
# então ative o virtualenv
source XYZ
# disponibilidade do servidor ou os argumentos podem variar
exec meuservidor

Este é apenas um exemplo de um padrão mais geral que pode ser tratado de forma um pouco mais confortável, conforme descrito na seção Ambiente de execução abaixo.

Configurações do servidor LSP

Cada servidor LSP específico possui sua própria forma de personalização e pode usar meios específicos de linguagem/ferramenta para configuração, por exemplo tox.ini (entre outros, para Python) ou .clang-format para formato no estilo C++. Essa configuração também pode ser usada por outras ferramentas (não LSP), como tox ou clang-format. Além disso, alguns servidores LSP também carregam configurações de arquivos personalizados (por exemplo .ccls). Ademais, a configuração personalizada do servidor também pode ser passada pelo LSP (protocolo), conforme mencionado nas entradas "initializationOptions" e "settings" na configuração do servidor.

Como são aplicados vários níveis de sobrescrita/fusão, o exemplo a seguir de configuração de cliente especificada pelo usuário ajusta algumas configurações do servidor de linguagem Python.

{
    "servers": {
        "python": {
            "settings": {
                "pyls": {
                    "plugins": {
                        "pylint": {
                            "enable": true
                        }
                    }
                }
            }
        }
    }
}

Infelizmente, a configuração/personalização do servidor LSP muitas vezes não é tão bem documentada, de forma que apenas a análise do código-fonte revela as abordagens de configuração e o conjunto de opções disponíveis. Em particular, o servidor do exemplo acima suporta muito mais opções em "configurações". Consulte a documentação de outro cliente LSP para vários outros exemplos de servidores de linguagem e configurações correspondentes, que podem ser facilmente transformadas na configuração JSON usada aqui e descrita acima.

Formatar o servidor LSP ao salvar

Você pode ativar a opção "formatar ao salvar" nas configurações do LSP, na janela de configuração.

Supressão de diagnóstico de servidor LSP

Pode acontecer de serem relatados diagnósticos que não sejam muito úteis. Isso pode ser bastante trabalhoso, especialmente se houver muitos (frequentemente do mesmo tipo). Em alguns casos, isso pode ser ajustado por meios específicos da linguagem (servidor). Por exemplo, o mecanismo de configuração do clangd permite o ajuste de alguns aspectos dos diagnósticos. Em geral, no entanto, pode nem sempre ser evidente como fazer isso, ou pode até não ser possível da maneira desejada devido a limitações ou bugs do servidor.

Assim, o plugin suporta a supressão de diagnósticos semelhante, por exemplo, às supressões do Valgrind. A configuração mais detalhada pode ser fornecida em uma chave "suppressions" na configuração JSON (mesclada).

{
    "servers": {
        "c": {
            "suppressions": {
                "rulename": ["filename", "foo"],
                "clang_pointer": ["", "clang-tidy", "clear_pointer"],
            }
        }
    }
}

Cada regra (válida) tem um nome arbitrário e é definida por uma matriz de comprimento 2 ou 3 que fornece uma expressão regular para corresponder ao nome do arquivo (completo), uma expressão regular para corresponder ao diagnóstico (texto) e uma expressão regular opcional que corresponde ao intervalo do código-fonte do texto ao qual o diagnóstico se aplica.

Além da configuração detalhada acima, o menu de contexto na aba de diagnósticos também permite adicionar/remover supressões que correspondam exatamente a um diagnóstico específico (texto), seja globalmente (qualquer arquivo) ou localmente (o arquivo específico em questão). Essas supressões são armazenadas e carregadas da configuração da sessão.

Solução de problemas com o servidor LSP

Uma coisa é descrever como configurar um servidor LSP (personalizado) para qualquer linguagem específica, outra é conseguir que o servidor funcione sem problemas. Normalmente, felizmente, este último é o caso mais comum. Às vezes, porém, podem surgir problemas devido a alguma configuração incorreta "boba" ou a um problema mais fundamental com o próprio servidor. Este último pode se manifestar tipicamente como algumas tentativas de iniciar o servidor, conforme relatado na aba Saída. Esta última, no entanto, destina-se apenas a transmitir mensagens ou progresso de alto nível, e não a fornecer diagnósticos detalhados, e muito menos para o que é, na verdade, outro processo (o servidor LSP).

A maneira usual de diagnosticar isso é adicionar alguma(s) flag(s) ao comando de inicialização (do servidor de linguagem) que habilite(m) o registro (adicional) em algum arquivo ou no erro padrão, caso isso não ocorra por padrão. Se o Kate for iniciado na linha de comando, então poderemos obter mais informações sobre o que pode estar dando errado.

Também pode ser informativo examinar a troca de mensagens do protocolo entre o cliente LSP do Kate e o servidor LSP. Novamente, este último geralmente possui maneiras de rastrear isso. O cliente LSP também fornece rastreamento de depuração adicional (para stderr) quando o Kate é invocado com a seguinte opção LSPCLIENT_DEBUG=1 e devidamente exportado.

Configuração do ambiente de execução

O exemplo de virtualenv em Python acima é apenas um exemplo de um "ambiente de execução" que opera de forma distinta e separada do ambiente usual do host. Isso pode ser alcançado por meio de diferentes configurações de variáveis ​​(por exemplo, virtualenv), ou uma configuração (s)chroot (alternando para outro diretório como novo root), um contêiner (por exemplo, podman, docker) ou uma sessão ssh para outro host. Em cada caso, o "outro ambiente" é definido por um "prefixo de execução". Ou seja, algum programa pode ser invocado/executado no outro ambiente por meio de um "prefixo" (um programa e argumentos) anexado à invocação pretendida. Por exemplo, podman exec -i nome_do_contêiner ou ssh usuário@host.

Em particular, como no exemplo anterior do virtualenv, pode-se optar/precisar executar um servidor LSP em um ambiente separado (por exemplo, um contêiner com todas as dependências necessárias para algum projeto). A abordagem "manual" descrita acima tem a desvantagem de substituir a linha de comando padrão do LSP, que precisa ser especificada e duplicada novamente no script wrapper. Além disso, em alguns dos outros exemplos mencionados acima, o "path namespace" do host (como visto pelo editor) pode ser diferente do do ambiente. Para lidar com essas questões de forma mais sistemática (do que uma abordagem "personalizada"), algumas configurações adicionais podem ser especificadas.

Por exemplo, o seguinte pode ser especificado em uma configuração .kateproject. Obviamente, os comentários "falsos" não devem ser incluídos.

{
    // isto pode ser uma array de objetos
    "exec": {
        "hostname": "foobar"
        // o comando também pode ser uma array de string
        "prefix": "podman exec -i foobarcontainer",
        "mapRemoteRoot": true,
        "pathMappings": [
            // todas as formas a seguir são possíveis
            // um alternativa mais automágica existe também, veja a seguir/abaixo
            [ "/dir/on/host", "/mounted/in/container" ]
            { "localRoot": "/local/dir", "remoteRoot": "/remote/dir" }
        ]
    },
    "lspclient": {
        "servers": {
            "python": {
                // isto irá corresponder/juntar com o objeto acima
                "exec": { "hostname": "foobar" },
                // confina este servidor a sua raiz de projeto,
                // então ele não é usado para outros projetos que podem ser abertos
                // (outros servidores podem já empregar raízes específicas, mas o python generalmente não pode)
                "root": "."
            },
            "c": {
                // as above
                "exec": { "hostname": "foobar" },
                "root": "."
            }
        }
    }
}

Então, o que acontece como resultado do exposto acima? Como mencionado, a parte lspclient acima é mesclada à configuração global, portanto, uma seção exec é encontrada (para as linguagens especificadas). Uma busca é realizada por outro objeto (que especifica hostname correspondente) na seção exec ou lspclient, e um objeto correspondente serve como base para uma mesclagem. Como resultado, um servidor LSP (para C e Python) terá sua linha de comando anexada ao prefixo especificado (variável substituída) e, portanto, será iniciado dentro do contêiner fornecido. Obviamente, o contêiner deve ter sido criado, estar em um estado iniciado corretamente e equipado com servidores LSP apropriados. Poderia ter havido a tentação de usar a seção global (dentro de lspclient). Isso também poderia funcionar, mas então todos os servidores LSP seriam iniciados com esse prefixo, incluindo aqueles para, por exemplo, Markdown, script Bash ou JSON. É mais provável que o host usual ainda forneça esses (se estiverem em uso). Portanto, como sempre, depende da sua configuração específica.

No entanto, o servidor LSP agora pode observar caminhos (remotos) diferentes dos caminhos (locais) que são vistos e usados ​​pelo editor. Os pathMappings especificados são usados ​​para traduzir de um lado para o outro na comunicação com o servidor LSP. Isso é, obviamente, o máximo possível. Claramente, nem todos os caminhos locais têm uma representação remota, mas os ausentes também não são vistos (pelo servidor) e não representam um problema. Por outro lado, o servidor (remoto) agora pode ver e fornecer referências na "raiz remota" que não são evidentemente/facilmente representadas no sistema local. O mapRemoteRoot habilitado mapeia implicitamente a raiz remota para uma "URL local" exec://foobar, que é então tratada por um protocolo KIO simples. Este último utiliza essencialmente (por exemplo) podman exec -i foobarcontainer cat somefile para copiar de um arquivo remoto para um local (e outras variações semelhantes usando ferramentas do pacote coreutils). Basta dizer que não se destina ao uso geral e não promete qualquer desempenho, mas é suficiente para carregar um arquivo referenciado no editor de forma rápida e fácil.

Agora é fácil perceber que uma versão simplificada da configuração acima (sem hostname ou pathMappings) poderia ser usada para lidar com o ambiente virtual sem precisar duplicar a linha de comando do servidor (no script wrapper).

O que se segue pode não ser tão facilmente visível, por isso é mencionado aqui explicitamente.

  • Tanto o hostname quanto o prefix definem o ambiente de execução (o primeiro pelo nome, o segundo pelo conteúdo). Em uma instância de processo de editor, o mesmo hostname não deve ser associado a prefix diferentes, pois isso leva a um comportamento indefinido (sem necessidade de diagnóstico).

  • Tanto prefix quanto pathMappings estão sujeitos à expansão de variáveis ​​(do editor) (mas leve em consideração o item anterior).

  • Em tempo de execução, algumas variáveis ​​de ambiente também são definidas, as quais podem ser usadas para ajustar (sutilmente) o comportamento do "inicializador de prefixo" (embora, novamente, preste atenção ao primeiro item). Em particular, KATE_EXEC_PLUGIN é definido como lspclient e KATE_EXEC_SERVER é definido com o ID do servidor (por exemplo, python).

  • Em particular, também KATE_EXEC_INSPECT é definido como 1. Isso notifica o "inicializador de prefixo" de que o receptor (plugin Kate) aceita alguns dados fora de banda/protocolo. Isso permite que o inicializador use algum meio para determinar mapeamentos de caminho (por exemplo, podman inspect) e comunique isso em um formato adequado. Isso será então removido do fluxo que, de outra forma, está em conformidade com o protocolo LSP e usado para estender qualquer mapeamento de caminho definido. Isso pode servir como uma alternativa para especificar, por exemplo, montagens de ligação explicitamente (novamente, duplicando a definição do contêiner). Concretamente, o trecho acima poderia então ser usado em vez disso;

    {
        // ...
        "exec": {
            "hostname": "foobar"
            // repetição infeliz do nome, mas o script auxiliar é simples e direto.
            "prefix": "exec_inspect.sh foobarcontainer podman exec -i foobarcontainer",
            "mapRemoteRoot": true,
            "pathMappings": []
        }
        // ...
    }
    

Por último, mas não menos importante, e se a abordagem "KIO de fallback" não for considerada adequada? Na prática, muitas vezes é possível "montar" a raiz remota no sistema de arquivos local e, em seguida, especificar este último em um pathMappings. Para começar, o conhecido sistema de arquivos sshfs (fuse) pode montar um sistema (realmente) remoto no local. Para um contêiner (podman/docker), a maioria das configurações (de driver de sistema de arquivos) suporta o seguinte truque;

$ rootdir=/proc/`podman inspect --format '{{.State.Pid}}' containername`/root
# alguns links simbólicos podem causar problemas, veja também a alternativa abaixo
$ sudo mount --bind $rootdir /somewhere/containername

Se isso falhar, pode-se recorrer ao sshfs, ou, na verdade, a um subconjunto dele para montar a raiz remota/do contêiner;

# consulte as respectivas páginas de manual; sftp-server é suficiente para o protocolo de operações de arquivo real (não criptografado)
$ socat 'exec:podman exec -i containername /usr/lib/openssh/sftp-server'
   'exec:sshfs -o transform_symlinks -o passive \:/ /somewhere/containername'
# ...
$ fusermount -u /somewhere/containername

Observe que essa montagem da raiz remota no sistema de arquivos do host provavelmente será especificada manualmente e explicitamente em uma seção pathMappings (exceto em um inicializador de prefixo muito inteligente que organiza tudo isso automaticamente).

Pesquisar e substituir

Pesquisar e substituir

T.C. Hollingsworth

Introdução

O plugin Pesquisar e substituir do Kate permite-lhe pesquisar por um texto ou expressões regulares em vários arquivos de uma só vez. Você pode pesquisar em todos os arquivos abertos, todos os arquivos de uma pasta e, opcionalmente, em suas subpastas, ou no arquivo ativo. Você pode até mesmo filtrar por nome de arquivo, para por exemplo pesquisar somente em arquivos que terminam com uma extensão de arquivo específica.

Interface

Parâmetros da pesquisa

As opções a seguir são exibidas sempre no topo da ferramenta Pesquisar nos arquivos:

Você pode ter tantas pesquisas quanto desejar abertas ao mesmo tempo. Basta clicar no botão Nova aba no canto superior esquerdo da ferramenta de Pesquisa e uma nova aba de resultados será aberta, permitindo que você realize outra pesquisa.

O botão no canto superior direito da ferramenta Pesquisar nos arquivos alternará a metade inferior da ferramenta entre exibir opções adicionais para o modo Pesquisar na pasta e os resultados de sua pesquisa.

Localizar

Aqui é onde você digita o que deseja encontrar. Você pode inserir um texto padrão ou uma expressão regular, se este recurso estiver ativo.

Substituir (campo de texto)

O texto de substituição que será adicionado ao(s) arquivo(s), em vez do texto no campo Localizar.

Pesquisa

Quando terminar de configurar tudo, basta pressionar o botão Pesquisar para realizar a pesquisa; para realizar a pesquisa em uma nova aba, pressione e segure Ctrl antes de pressionar o botão Pesquisar. Você também pode pressionar Enter na caixa de texto Localizar para fazer o mesmo (da mesma forma, pressionar Ctrl+Enter realizará a pesquisa em uma nova aba).

Substituir

Quando você tiver terminado de configurar tudo, basta clicar no botão Substituir para substituir o texto introduzido no campo Localizar pelo conteúdo do campo Substituir. Você também pode pressionar Enter no campo Substituir para fazer o mesmo.

Próxima

Vai para a próxima ocorrência da sua pesquisa, mudando de arquivo se necessário.

Substituir marcados

Igual ao Substituir, mas só irá efetuar as substituições nos arquivos assinalados no painel abaixo.

Opções do Pesquisar na pasta

Estas opções são exibidas abaixo das opções de consulta mencionadas anteriormente. Se os resultados da pesquisa estiverem sendo exibidos, pressione o botão para exibi-las.

Pesquisar em

Há três opções. Selecione Arquivos abertos para pesquisar em todos os arquivos atualmente abertos no Kate. Selecione Pasta para pesquisar em uma pasta e opcionalmente em suas subpastas. Selecione Arquivo atual para pesquisar apenas no arquivo ativo.

Se o plugin Projetos estiver carregado, você também poderá pesquisar no Projeto atual ou em Todos os projetos abertos.

Diferenciar maiúsculas de minúsculas

Restringe os resultados da pesquisa apenas aos que tiverem a combinação exata de letras maiúsculas e minúsculas do texto da sua pesquisa.

Expressões regulares

Permite-lhe usar expressões regulares, em vez de texto simples, no seu texto de pesquisa.

Expandir resultados

Mostra todos os resultados encontrados em cada arquivo, em vez de apenas uma lista dos arquivos que contêm o texto da pesquisa.

Pasta

Você pode inserir a localização da pasta que deseja pesquisar. Por exemplo, você pode inserir ~/development/kde/kate/ se deseja pesquisar no código-fonte do Kate. Esta opção só fica disponível ao usar o modo na pasta.

Janela de abertura de arquivo

Clique nesse botão para localizar a pasta no navegador de pastas do seu computador. Esse botão só funciona quando estiver usando o modo Pasta.

Clique neste botão para mudar a Pasta para a pasta pai da atualmente selecionada. Esse botão só funciona quando estiver usando o modo Pasta.

Este botão definirá a entrada Pasta para a pasta na qual o documento atual está localizado. Esse botão só funciona quando estiver usando o modo Pasta.

Filtro

Isto permite que você pesquise somente por nomes de arquivos que correspondam a um determinado padrão. Por exemplo, para pesquisar somente por arquivos escritos em C++, mude isto para *.cpp. Para pesquisar somente por arquivos começando com kate, mude isto para kate*. Você pode inserir vários filtros separados por vírgula (,). Esta opção não está disponível quando estiver usando o modo Arquivos abertos.

Excluir

É o oposto do Filtro, impedindo que o Kate pesquise por arquivos que correspondam aos padrões indicados. Como no Filtro, você poderá indicar vários padrões separados por vírgula (,). Essa opção não está disponível quando estiver usando o modo Arquivos abertos.

Recursivo

Se esta opção estiver ativa, o Kate pesquisará também em todas as subpastas da pasta selecionada. Essa opção só está disponível quando estiver usando o modo Pasta.

Incluir ocultos

Se esta opção estiver ativa, o Kate também pesquisará em arquivos ou pastas que estão normalmente ocultos pelo seu sistema operacional. Essa opção só está disponível quando estiver usando o modo Pasta.

Seguir as ligações simbólicas

O plugin Pesquisar nos arquivos normalmente não segue ligações simbólicas. Quando esta opção estiver ativa, o plugin as seguirá ao invés de pesquisar dentro dos arquivos ou pastas às quais elas se referem. Essa opção só está disponível quando estiver usando o modo Pasta.

Atenção

É possível ligações simbólicas que se referem a uma pasta que é a pai da pasta que estiver atualmente sendo pesquisada, ou que outras pastas contenham ligações simbólicas para seus pais. Se existir este tipo de ligação na pasta que está sendo pesquisada e esta opção estiver ativa, o Kate seguirá repetidamente a ligação e pesquisará a pasta, e a pesquisa nunca terminará.

Incluir arquivos binários

Se esta opção estiver ativa, o Kate pesquisará também irá pesquisar nos arquivos que não parecem ser de texto.

Resultados da pesquisa

Os resultados de sua pesquisa são exibidos abaixo das opções de consulta. Se as opções do modo de Pesquisa em pasta estiverem sendo exibidas, basta pressionar o botão para exibi-los. Eles também serão automaticamente exibidos tão logo a pesquisa termine.

Os resultados da pesquisa mostram uma lista de arquivos que contêm o texto que corresponde à sua pesquisa, seguido do número de ocorrências encontradas nesse arquivo.

Para ver uma lista das ocorrências nesse arquivo, basta clicar na seta de expansão à esquerda do nome do arquivo. (Se você selecionou a opção Expandir resultados, isso já foi feito). Será apresentado o número da linha em que foi encontrada a ocorrência, seguido do conteúdo dessa linha, onde o texto da sua pesquisa será destacado em negrito.

Para abrir o arquivo em que foi encontrado o seu resultado, basta clicar duas vezes sobre ele, para ser aberto pelo Kate, se necessário. Você também pode mover o cursor para o local da ocorrência, com um clique duplo nessa lista, em vez de no nome do arquivo.

Estrutura do menu

EditarPesquisar nos arquivos (Ctrl+Alt+F)

Abre a janela da ferramenta Pesquisar e substituir.

EditarIr para a próxima ocorrência

Vai para a ocorrência seguinte de uma pesquisa efetuada pelo plugin Pesquisar e substituir.

EditarIr para a ocorrência anterior

Vai para a ocorrência anterior de uma pesquisa efetuada pelo plugin Pesquisar e substituir.

ExibirVisões da ferramentaPesquisar e substituir

Alterna a exibição da ferramenta Pesquisar e substituir do Kate.

Scripts e Snippets do Kate

Scripts e Snippets do Kate

Martin Gergov

T.C. Hollingsworth

Introdução

O plugin de Scripts & Snippets do Kate permite adicionar e gerenciar seus próprios trechos de automação. Isso pode variar de trechos estáticos reutilizáveis ​​de texto simples, passando por modelos sofisticados com campos personalizados, automatizados e programáveis, até scripts JavaScript totalmente personalizados para modificar o conteúdo do seu documento.

Na maior parte dos casos, esses tipos de conteúdo são gerenciados exatamente da mesma maneira. Portanto, para facilitar a leitura, a discussão a seguir não diferencia entre trechos estáticos, trechos com script, snippets e scripts. Em vez disso, o termo trecho é usado para se referir a todos eles.

O plugin também suporta a atribuição de atalhos de teclado e a inserção de trechos de código por meio do preenchimento automático. Além disso, você pode baixar coleções de trechos de código (os chamados repositórios) da internet.

Estrutura do menu

ExibirÁreas de ferramentasMostrar trechos

Mostra o painel de trechos que contém todos os trechos no seu repositório que digam respeito ao tipo de arquivo que estiver aberto.

FerramentasCriar trecho

Cria um novo trecho, que é um bloco de texto reutilizável que você pode inserir em qualquer parte de qualquer documento, ou um pequeno script.

Painel de trechos

Painel de Trechos do Kate.

Painel de Trechos do Kate.

No painel, você deverá ver uma lista de repositórios de trechos, em conjunto com as opções para criar os seus próprios, obtê-los da Internet ou carregá-los a partir de um arquivo local. Cada repositório tem uma opção de marcação que poderá ser usada para ativá-lo ou desativá-lo. Existem também botões para editar e excluir os repositórios existentes.

Carregamento dos arquivos do repositório de trechos

Você pode baixar repositórios de trechos a partir da Internet. Basta clica em Baixar novos trechos para abrir uma janela com uma lista de repositórios de trechos. Depois de baixar o trecho desejado, certifique-se que foi ativado.

Criação e edição de repositórios

Para criar um novo repositório de trechos, clique em Adicionar repositório. Você deverá ver uma caixa de diálogo que lhe pede o nome, licença e autor. Depois de escolher as opções desejadas, clique em Ok.

O editor de repositório.

Interface do editor de repositório.

O editor de repositório de trechos contém as seguintes opções:

Nome

Aparece na lista de trechos na área de ferramentas e também é pesquisada quando for usada a funcionalidade de autocompletar o código.

Espaço de nomes

Prefixo usado ao utilizar o completamento de código.

Licença

Seleciona a licença para o seu repositório de trechos de código.

Autores

Insira o nome do autor ou autores do arquivo de trecho.

Tipos de arquivo

Selecione o(s) tipo(s) de arquivo(s) onde quer que o repositório de trechos se aplique. Por padrão, ele está configurado como *, o que se aplica a todos os arquivos. Você pode alterá-lo para algo como C++, por exemplo, ou selecionar a partir de uma lista, clicando nos itens. Poderá também indicar mais de um tipo de arquivo, pressionando Shift enquanto adiciona os tipos.

Criação e edição de trechos

Editor de Trechos.

Interface do Editor de Trechos.

Nome

O nome conforme mostrado na lista de trechos e na lista de completamento (obrigatório).

Tipo

Os trechos podem ser definidos como modelos de texto ou scripts. Ambos os tipos permitem o uso de funções JavaScript (veja detalhes abaixo) e, portanto, podem ser usados ​​com efeito semelhante. No entanto, como regra geral, os modelos de texto serão mais adequados se você quiser principalmente inserir texto, enquanto os scripts costumam ser uma solução mais fácil se você quiser modificar texto).

Nota

O Kate precisa ser compilada com o KTextEditor versão 6.15.0 ou superior para que este recurso esteja disponível. Para versões anteriores, somente trechos de modelo de texto podem ser usados.

Atalho

Ao pressionar este atalho, o trecho de código será inserido (ou executado) no documento atual.

Trecho (digite Modelo de texto)

O texto que seu trecho de código irá inserir no documento.

Um trecho de código pode conter campos editáveis. É possível alternar entre eles pressionando a tecla Tab. As seguintes expressões podem ser usadas no texto do modelo para criar campos:

${nome_campo} cria um campo simples e editável. Todas as ocorrências subsequentes do mesmo nome_campo criam campos que espelham o conteúdo do primeiro durante a edição.

Dica

Os nomes dos campos podem conter qualquer caractere, exceto a chave de fechamento (}).

Para inserir literalmente ${texto} em um trecho de código, escape o sinal`$ com uma barra invertida: \${texto}. O texto não será então transformado em um campo. Para inserir barras invertidas literais antes de um campo, escape cada barra invertida individual: \\${campo}, \\\\${campo}, e assim por diante.

${func(outro_campo1, outro_campo2, ...)} cria um campo que avalia uma função JavaScript a cada edição e é substituído pelo valor de retorno dessa função. Consulte a aba da Biblioteca de Scripts para mais informações.

${nome_campo=padrão} define um valor padrão para o campo. padrão é uma expressão JavaScript. Use aspas (${campo_nome="texto"}) para especificar uma string fixa como valor padrão.

Dica

Ao usar valores padrão (${campo_nome=padrão}), lembre-se de que o valor padrão é avaliado imediatamente quando o trecho é inserido no documento e não é atualizado posteriormente quando os campos são alterados.

Você pode referenciar outros campos em valores padrão se eles forem definidos antes do valor padrão que está sendo avaliado. No entanto, isso lhe dará acesso apenas ao valor padrão desses campos.

Caso nenhum valor padrão personalizado seja definido, o valor padrão será o nome do campo.

${cursor} marca a posição final do cursor após todo o resto ter sido preenchido. Inserir texto nesta posição finalizará a edição. Além disso, após pressionar Esc para finalizar a edição, o cursor saltará para esta posição.

Trecho (digite Script)

O código JavaScript a ser avaliado para este trecho

Se este código contiver uma instrução return, a string retornada será inserida na posição atual do cursor. Você também pode usar a API de scripting do Kate para modificar o documento diretamente.

Além disso, seu código pode usar funções definidas na aba da Biblioteca de scripts, que são compartilhadas entre todos os trechos em um repositório.

Biblioteca de scripts

Funções auxiliares em JavaScript para usar em seus trechos de código. Essas funções são compartilhadas entre todos os trechos de código em um repositório.

Você pode usar a API de script do Kate para obter o texto selecionado, o texto completo, o nome do arquivo e muito mais, usando os métodos apropriados dos objetos document e view. Consulte a documentação da API de script para obter mais informações.

Quando uma função é chamada em um campo de um trecho de Modelo de texto, seu valor de retorno é inserido no texto.

Nota

Usando funções em trechos de código de Modelo de texto:

  • As funções podem acessar o conteúdo atualizado de todos os campos por meio do objeto fields: use fields.meu_campo ou fields["meu_campo"]. Ao usar uma função como valor padrão para um campo, somente os campos definidos no texto antes estarão disponíveis.

  • Os campos podem ser passados ​​como argumentos para funções. O nome do campo pode ser usado diretamente se for um identificador JavaScript válido e nenhuma variável com esse nome existir. Caso contrário, use o objeto fields: ${func(field)}, ${func(fields.document)}, ${func(fields["meu_campo"])}

  • Os campos de função (por exemplo, ${func()}) são reavaliados sempre que o conteúdo de qualquer campo é alterado. No entanto, isso não se aplica a chamadas de função com valores padrão: elas são avaliadas apenas uma vez quando o trecho de código é inserido no documento.

  • Para scripts mais complexos, pode ser importante entender que primeiro, o trecho bruto é inserido no documento, e depois as funções são avaliadas. Por exemplo, se uma função recupera o texto na linha onde o trecho está sendo inserido, esse texto também conterá ${functionCall()}. Quando isso causar complicações, considere usar um trecho do tipo Script em vez disso.

  • Para simplesmente envolver o texto selecionado em tags, use: <strong>${view.selectedText()}</strong>

  • Lembre-se de que apenas o valor de retorno de uma função é inserido em um campo.

Descrição

Uma descrição opcional do que este trecho faz. Ela será exibida em dicas de ferramentas. A descrição pode conter formatação HTML básica.

Exemplo de uso

O exemplo a seguir invoca um script que envolve o texto selecionado ou - se não houver seleção - um texto padrão, em tags (Tipo de trecho: Script):

let range = view.hasSelection() ? view.selection() : new Range(view.cursorPosition(), view.cursorPosition());
let innertext = range.isEmpty() ? "Bold" : document.text(range);
document.removeText(range);
document.insertText(range.start, "<strong>" + innertext + "</strong>");

Usando trechos

Acessando os trechos do Kate a partir de uma área de ferramentas e de uma lista.

Selecionando a partir de uma lista de trechos.

Você pode chamar os trechos de diversas maneiras:

  • Clicando no trecho a partir da área de ferramentas.

  • Usando um atalho de teclado, caso tenha atribuído um.

  • Enquanto estiver escrevendo, você pode pressionar Ctrl+Espaço para mostrar todos os trechos em uma janela conveniente onde poderá fazer a escolha. Essa combinação de teclas oferece uma funcionalidade semelhante a de autocompletar o código.

Se o trecho conter variáveis (além do ${cursor}), o cursor ficará automaticamente posicionado sobre a primeira ocorrência de uma variável, esperando que você digite algo. Quando terminar, você pode pressionar a tecla Tab para ir até a próxima variável, e assim por diante.

Agradecimentos e reconhecimento

Trechos do Kate foi escrito por Joseph Wenninger.

Agradecimentos especiais ao participante Martin Gergov do Google Code-In 2011 pela escrita de grande parte desta seção.

Plugin de macros de teclado

Plugin de macros de teclado

Pablo Rauzy

Introdução

Grava e reproduz macros de teclado (ou seja, sequências de ação de teclado).

Uso básico

Para começar a gravar uma macro de teclado:

FerramentasMacros de tecladoGravar macro...(Ctrl+Shift+K).

O plugin irá gravar todas as teclas pressionadas até que você encerre a gravação.

Para finalizar a gravação:

FerramentasMacros de tecladoFinalizar gravação de macro(Ctrl+Shift+K).

O plugin irá parar de gravar as teclas pressionadas e salvar a sequência como a macro atual.

Para cancelar a gravação:

FerramentasMacros de tecladoCancelar gravação de macro (Ctrl+Alt+Shift+K).

O plugin deixará de gravar as teclas pressionadas, mas a macro atual não será alterada.

Para executar a macro atual:

FerramentasMacros de tecladoExecutar macro (Ctrl+Alt+K).

O plugin irá executar a macro atual.

O comando kmplay sem argumentos também irá também executar a macro atual.

Macros nomeadas

É possível salvar macros de teclado atribuindo-lhes um nome.

As macros nomeadas são persistentes entre as sessões de Kate, sendo salvas no arquivo keyboardmacros.json na pasta de dados do usuário do Kate (geralmente ~/.local/share/kate/).

Para salvar a macro atual:

FerramentasMacros de tecladoSalvar macro atual (Alt+Shift+K).

O plugin solicitará que você insira um nome e salvará a macro com esse nome.

O comando kmsave nome salvará a macro atual com o nome nome.

Para carregar uma macro salva como a macro atual:

FerramentasMacros de tecladoCarregar macro nomeada....

O plugin lista as macros salvas como itens neste submenu; ativar um item carregará a macro correspondente como a macro atual.

O comando kmload nome carregará a macro salva com o nome nome como a macro atual.

Para reproduzir uma macro salva sem carregá-la:

FerramentasMacros de tecladoReproduzir macro nomeada....

O plugin lista as macros salvas como itens neste submenu; ativar um item irá executar a macro correspondente sem carregá-la.

Observe que cada macro salva é uma ação que faz parte da coleção de ações atual, de modo que um atalho personalizado pode ser atribuído a ela por meio da interface ConfiguraçõesConfigurar atalhos do teclado....

O comando kmplay nomeexecutará a macro salva com o nome nome sem carregá-la.

Para limpar (ou seja, excluir) uma macro salva:

FerramentasMacros de tecladoLimpar macro nomeada....

O plugin lista as macros salvas como itens neste submenu; ativar um item irá limpar (ou seja, excluir) a macro correspondente.

O comando kmwipe nome irá apagar a macro salva com o nome nome.

Dicas para comandos:

Observe que, após o prefixo km, todos esses comandos usam uma letra diferente para que você possa chamá-los de forma eficiente usando a função de autocompletar com a tecla Tab!

Limitações

Atualmente, as macros de teclado não funcionam corretamente se alguns tipos de widgets de GUI forem usados: QMenu, QuickOpenLineEdit ou TabSwitcherTreeView, por exemplo.Não sei o motivo, mas meu primeiro palpite é que esses widgets funcionam de maneira não padronizada em relação aos eventos de teclado.

Plugin do SQL

Plugin do SQL

Ömer Faruk ORUÇ

T.C. Hollingsworth

Introdução

O SQL (Structured Query Language) é uma linguagem especializada para atualizar, excluir e solicitar informações de bancos de dados.

O plugin do SQL do Kate permite-lhe:

  • Criar um banco de dados

  • Conectar-se a bancos de dados existentes

  • Inserir e excluir dados do banco de dados

  • Executar consultas

  • Exibir resultados em uma tabela

Conectar-se a um banco de dados

Selecione a opção Adicionar conexão do menu SQL ou na barra de ferramentas e depois selecione o controlador de banco de dados do Qt™ que você deseja usar (incluindo QSQLITE, QMYSQL3, QMYSQL, QODBC3, QODBC, QPSQL7 e QPSQL). Se você não conseguir ver o controlador desejado, será necessário instalar. Depois, clique em Próximo.

Se o banco de dados que você selecionar usar um arquivo, basta indicar a localização do banco de dados e clicar no botão Próximo. Se ele precisar conectar-se a um servidor, você precisa indicar o nome do servidor, o seu usuário e senha, e quaisquer outras informações necessárias ao controlador. Depois, clique em Próximo.

Finalmente, forneça um nome a sua conexão e clique em Concluir.

Executando consultas

INSERT/DELETE/UPDATE

Você pode inserir, excluir e atualizar dados usando o plugin SQL da mesma forma que faria pela linha de comando ou dentro de um programa. Basta inserir uma consulta e pressionar o botão Executar consulta na barra de ferramentas ou usar SQLExecutar consulta (Ctrl+E).

Exemplo 4.1. Alguns exemplos de consultas

INSERT
INSERT INTO nome_tabela ("campo1", "campo2", "campo3", "campo4", "campo5")
VALUES ("valor1", "valor2", "valor3", "valor4", "valor5" )
DELETE
DELETE FROM nome_tabela WHERE nome = "texto"
UPDATE
UPDATE nome_tabela SET "campo1" = "texto", "campo2" = "texto", "campo3" = "texto", "campo4" = "texto", "campo5" = "texto"

SELECT

Depois de executar uma consulta SELECT, você poderá ver o resultado como uma tabela, que aparecerá na área de ferramentas Resultado dos dados em SQL na parte inferior do Kate ou como texto no Resultado do texto em SQL. Se ocorrer um erro, você poderá ver no resultado de texto.

Exemplo 4.2. Exemplo de consulta SELECT

SELECT * FROM nome_tabela

Na área de ferramentas Resultado dos dados em SQL existem diversos botões:

Ajustar as colunas ao conteúdo

Altera o tamanho das colunas para caber o seu conteúdo.

Ajustar as linhas ao conteúdo

Altera o tamanho das linhas para caber o seu conteúdo.

Copiar

Seleciona todo o conteúdo da tabela e copia-o para a área de transferência.

Exportar

Exporta todo o conteúdo da tabela para um arquivo, para a área de transferência ou para o documento atual, no formato de valores separados por vírgulas (CSV).

Limpar

Remove tudo da área da tabela.

Você pode agora alterar as cores apresentadas na tabela, na seção SQL da opção ConfiguraçõesConfigurar Kate....

Navegação

Você pode navegar pelo seu banco de dados com a ferramenta de Esquema de banco de dados no lado esquerdo. A informação apresentada varia de acordo com o controlador de banco de dados que você estiver usando.

Para atualizar esta lista, clique com o botão direito em qualquer lado da área da ferramenta e selecione a opção Atualizar. Para gerar uma pesquisa sobre qualquer item da lista, clique com o botão direito sobre um item, selecione Gerar e depois o tipo de instrução (SELECT, UPDATE, INSERT ou DELETE) no submenu que aparece.

Estrutura do menu

SQLAdicionar conexão...

Adiciona uma nova conexão usando um controlador de banco de dados.

SQLRemover conexão

Remove a conexão selecionada.

SQLEditar conexão...

Edita as configurações da conexão atual.

Conexões

Todas as conexões ao banco de dados que você criou são apresentadas entre os itens do menu Editar conexão e Executar consulta. Selecione uma para executar pesquisas ou efetuar modificações sobre elas.

SQLExecutar consulta (Ctrl+E)

Executa a sua consulta.

Agradecimentos e reconhecimento

O plugin do SQL foi criado por Marco Mentasti.

Agradecimentos especiais ao participante Ömer Faruk ORUÇ do Google Code-In 2011 pela escrita de grande parte desta seção.

Plugin de visualizador de símbolo

Plugin de visualizador de símbolo

Usando o plugin de fechamento com exclusão/inclusão

Permite aos desenvolvedores visualizar símbolos (funções, macros e estruturas) a partir do código-fonte.

Ao clicar nas informações analisadas, você pode navegar facilmente pelo código.

Atualmente, os seguintes idiomas são suportados:

C/C++, Java™, Perl, PHP, Python, Ruby, XSLT, Tcl/Tk, Fortran

Lista de funcionalidades:

Modo em Lista/Árvore
Aivar/desativar ordenação
Ocultar/mostrar parâmetros das funções
Expandir/recolher modo em árvore
Atualizar automaticamente ao alterar documento
A análise sintática do código é baseada na estrutura de realce de sintaxe do KDE Frameworks

Estrutura do menu

ExibirVisualizações de ferramentaMostra lista de símbolos (Ctrl+\)

Alterna a exibição da lista de símbolos de Kate, que mostra Funções, Macros e Estruturas do código-fonte no documento ativo.

Configuração

Seleciona as opções padrão do analisador

Plugin da área da ferramenta Terminal

Plugin da área da ferramenta Terminal

O Emulador de Terminal integrado é uma cópia do aplicativo Konsole do KDE; para sua conveniência. Ele está disponível no item de menu ExibirVisualizações de ferramentaMostrar painel do terminal e receberá o foco se exibido. Adicionalmente, se a opção Sincronizar automaticamente o terminal com o documento ativo se possível estiver habilitada, ele irá para a pasta do documento atual, se possível, quando for exibido ou quando o documento atual for modificado.

A localização padrão na janela do Kate estará na base, abaixo da área de edição.

Você poderá configurar o Konsole com o seu menu de botão direito do mouse; para mais informações, veja o manual do Konsole.

O emulador de terminal embutido é fornecido pelo plugin de ferramenta de visualização de terminal.

Estrutura do menu

ExibirVisualizações de ferramentasMostrar o painel de terminal

Alterna para a exibição de um emulador de terminal integrado.

Quando ativado pela primeira vez, o terminal será criado.

Quando o emulador de terminal for mostrado, ele obterá o foco, e assim você pode iniciar imediatamente a digitação de comandos. Se a opção Sincronizar automaticamente o terminal com o documento ativo quando possível estiver habilitada na página Terminal do Diálogo principal de configuração, a sessão shell irá para a pasta do documento ativo, se ele for um arquivo local.

FerramentasEncaminhar para Terminal

Fornece o texto selecionado ao emulador de terminal integrado. Não será adicionada nenhuma nova linha após o texto.

FerramentasSincronizar o terminal com documento atual

Isto fará com que o terminal integrado use cd para a pasta do documento ativo.

Alternativamente, você pode configurar o Kate para sempre manter o terminal em sincronia com o documento atual. Veja em “Configuração” para mais informações.

FerramentasExecutar documento atual

Executa o documento atual no Konsole. Somente documentos locais podem ser executados. O Kate exibirá um aviso antes de executar o documento, pois esta ação pode representar uma séria ameaça à segurança.

FerramentasFocar/Remover foco do painel de terminal

Muda o foco do documento atual para o terminal e vice-versa.

Configuração

Você pode configurar o plugin da área da ferramenta Terminal na página da caixa de diálogo de configuração.

Estão disponíveis as seguintes opções:

Sincronizar automaticamente o terminal com o documento atual se possível

Isto causará a integração do terminal ao comando cd dentro da pasta do documento ativo quando lançado, e quando um novo documento obter o foco. Se não estiver habilitado, você terá que fazer toda a sua navegação pelo terminal sozinho.

Definir a variável de ambiente EDITOR como sendo 'kate -b'

Isto define a variável de ambiente EDITOR de modo que programas executados no terminal embutido que abrem automaticamente um arquivo em um editor abrirão estes arquivos no Kate ao invés do editor configurado em seu shell. Você não será capaz de continuar usando o terminal até que você feche o arquivo no Kate, de modo que o programa que realizou a requisição saiba que você terminou a edição do arquivo.

Oculta o Konsole ao pressionar 'Esc'

Isso permite fechar o terminal integrado pressionando a tecla Esc. Pode causar problemas com aplicativos de terminal que usam a tecla Esc, por exemplo: vim. Adicione esses aplicativos na caixa de entrada de texto abaixo. Os itens da lista devem ser separados por vírgula.

Plugin de filtro de texto

Plugin de filtro de texto

Usando o plugin de filtro de texto

Você pode usar este plugin para processar o texto selecionado usando comandos do terminal. A seleção será usada como entrada para o comando e a saída substituirá a seleção ou será copiada para a área de transferência, dependendo das preferências do usuário.

Exemplos:

  • less /etc/fstab - cola o conteúdo deste arquivo ou copia-o para a área de transferência

  • wc - conta linhas, palavras e caracteres da seleção e cola isso no documento ou copia para a área de transferência

  • sort - classifica as linhas da seleção e cola o resultado no documento ou copia para a área de transferência

Estrutura do menu

FerramentasFiltrar texto (Ctrl+\)

Abre a janela para filtro de texto:

Insira o comando do shell na caixa de combinação ou selecione um comando anterior no histórico.

Copiar o resultado ao invés de colar ele

Copia o resultado para a área de transferência deixando um documento inalterado.

Mesclar STDOUT e STDERR

Se selecionada, a saída de STDOUT e STDERR será mesclada e nenhum erro será relatado. Caso contrário, STDERR será exibido como uma mensagem passiva.

Validação do XML

Validação do XML

Daniel Naber

Este plugin verifica se os arquivos XML são válidos e estão bem formados.

Este plugin verifica o arquivo atual. Uma lista de avisos e erros aparecerá na parte inferior da janela principal do Kate. Você pode clicar em uma mensagem de erro para ir para o local correspondente no arquivo. Se o arquivo tiver um DOCTYPE, o DTD fornecido com este doctype será usado para verificar a validade do arquivo. O DTD deve estar em uma posição relativa ao arquivo atual, por exemplo se o doctype se referir a DTD/xhtml1-transitional.dtd e o arquivo for /home/peter/test.xml, o DTD deve estar localizado em /home/peter/DTD/xhtml1-transitional.dtd. No entanto, DTDs remotos especificados via HTTP também são suportados.

Se o arquivo não tiver um doctype, será verificado se ele está bem formado.

Para saber mais sobre XML, consulte as páginas oficiais do W3C sobre XML.

Internamente, este plugin chama o comando externo xmllint, que faz parte do libxml2. Se este comando não estiver corretamente instalado em seu sistema, o plugin não funcionará.

Para carregar este plugin, abra a janela de configuração do Kate em ConfiguraçõesConfigurar Kate.... Em seguida, selecione Validação XML que aparecerá na seção Aplicativo / Plugins e feche a janela.

Estrutura do menu

XMLValidação do XML

Isso iniciará a verificação, conforme descrito acima.

Agradecimentos e reconhecimento

Kate Plugin Validação XML direitos autorais 2002 Daniel Naber .

Copyright da Documentação 2001,2002 Daniel Naber

Completamento XML

Completamento XML

Daniel Naber

Este plugin dá pistas sobre o que é permitido em determinada posição de um arquivo XML, de acordo com o DTD do arquivo. Ele lista elementos, atributos, valores de atributos ou entidades válidas, dependendo da posição do cursor (por exemplo, todas as entidades são mostradas se o caractere à esquerda do cursor for &). Também é possível fechar a marca aberta mais próxima à esquerda.

O DTD deve existir em formato XML, como produzido pelo programa Perl dtdparse. Chamaremos um DTD neste formato de meta DTD. Alguns meta DTDs são fornecidos. Eles estão instalados em katexmltools/ no qtpaths --paths GenericDataLocation , que também é a pasta padrão quando você escolhe Designar Meta DTD.... Para produzir seus próprios meta DTDs, baixe o dtdparse em http://dtdparse.sourceforge.net.

Como usar

Inicie o Kate e abra a janela de configuração em ConfiguraçõesConfigurar o Kate.... Depois, selecione o Completamento de XML que irá aparecer na página AplicativoPlugins e feche a janela. Depois disso, selecione a opção do menu XMLAtribuir uma Meta-DTD.... Se o seu documento não tiver nenhum DOCTYPE ou se ele for desconhecido, você terá que selecionar uma meta-DTD no sistema de arquivos. Caso contrário, será carregada automaticamente a meta-DTD que corresponder ao DOCTYPE do documento atual.

Você pode agora usar o plugin enquanto digita seu texto:

< (chave menor que)

Isto disparará uma lista dos elementos possíveis a menos que o cursor esteja já dentro de uma tag. Note que você atualmente não pode usar isto para inserir os elementos de nível mais alto (por exemplo <html>).

</ (tecla 'menor que' + barra)

Inserir estes caracteres irá oferecer o fechamento do elemento atual (o mais próximo do que se encontra à esquerda do cursor). Pressione Enter para aceitar a sugestão. Ao contrário do item Fechar o elemento, isto funciona apenas com uma DTD atribuída.

" (chave de citação)

A chave de citação disparará uma lista dos valores de atributos possíveis (se existirem) se você estiver dentro de uma tag.

  (chave espaço)

Isto disparará uma lista dos atributos possíveis para o elemento atual se você estiver dentro de uma tag.

& (chave E comercial)

Isto disparará uma lista de entidades nomeadas.

Características e limitações

Você pode testar todas as funções e limitações carregando katexmltools/testcases.xml em qtpaths --paths GenericDataLocation no Kate e seguindo as instruções.

Estrutura do menu

XMLInserir elemento... (Ctrl+Enter)

Isto irá abrir uma janela que lhe permite inserir um elemento em XML. Os caracteres <, > e a marca de fecho serão inseridos automaticamente. Se você tiver selecionado algum texto quando tiver selecionado este item do menu, o texto selecionado será rodeado pela marca de abertura e de fecho. A janela também oferece o completamento de todos os elementos que poderão ser inseridos na posição atual do cursor, caso tenha atribuído uma meta-DTD com a opção Atribuir uma Meta-DTD....

XMLFechar elemento (Ctrl+<)

Isto irá pesquisar em seu texto por uma tag que não está ainda fechada e irá fechá-la inserindo a tag de fechamento correspondente. A pesquisa inicia na posição do cursor e vai para a esquerda. Se não puder encontrar uma tag aberta nada acontecerá.

XMLDesignar Meta DTD...

Isto irá dizer ao plugin qual meta DTD usar para o documento atual. Note que esta designação não será salva. Você terá que repetir isto quando você iniciar o Kate na próxima vez.

Agradecimentos e reconhecimento

Plugin para o Kate de Completação de XML copyright 2001,2002 Daniel Naber .

Versão para o KDE SC 4 com direitos autorais de 2010 de Tomáš Trnka

Copyright da Documentação 2001,2002 Daniel Naber

Plugin de explorador de compilador

Plugin de explorador de compilador

O plugin de explorador de compilador permite que você use o explorador de compilador de dentro do Kate. O explorador de compilador geralmente é limitado a apenas um arquivo e é difícil usá-lo para visualizar a geração de código de um arquivo em seu projeto. Este plugin visa simplificar esse processo, detectando automaticamente os comandos de compilação do seu arquivo.

Uso

A primeira coisa que você precisa fazer é abrir uma aba do explorador de compiladores. Pressione Ctrl+Alt+I para abrir a barra de comandos e procure por "Abrir arquivo atual no explorador de compiladores" e pressione Enter. Você pode adicionar essa ação à barra de ferramentas ou atribuir um atalho a ela para facilitar o acesso.

Em seguida, você precisa configurar uma instância local do explorador de compiladores ou usar a instância pública https://godbolt.org/. Consulte https://github.com/compiler-explorer/compiler-explorer. Depois de ter uma instância, clique na caixa de combinação Opções na aba do explorador de compiladores que você abriu anteriormente e selecione Alterar URL... e, em seguida, insira a URL do servidor do explorador de compiladores.

Em seguida, você precisa de um arquivo compile_commands.json se precisar visualizar a geração de código para um arquivo em seu projeto. Caso contrário, você pode pular esta parte. Isso pode ser facilmente obtido se você estiver usando um sistema de compilação moderno como CMake ou Meson. Para o CMake, basta passar -DCMAKE_EXPORT_COMPILE_COMMANDS=ON ao invocar o cmake. O arquivo compile_commands.json deve ser colocado na raiz do seu projeto. Feche e abra novamente a aba do explorador de compiladores no Kate. Após reabrir a aba, ela deverá mostrar os comandos de compilação necessários para compilar o arquivo.

Se você estiver usando o explorador de compiladores apenas para visualizar a geração de código de algo temporário, basta digitar os comandos de compilação para o seu arquivo e clicar em Compilar. Observe que a recompilação automática durante a edição não é suportada. Você precisa clicar em Compilar sempre que quiser recompilar o arquivo.

Após a compilação do arquivo, você deverá ver o código gerado no lado direito. Você pode clicar com o botão direito e selecionar Revelar código vinculado para ver o código gerado de uma linha específica. Da mesma forma, no lado direito, você pode clicar com o botão direito e selecionar Rolar até o código-fonte para exibir o código-fonte de uma determinada linha gerada.

Plugin de formatação

Plugin de formatação

O plugin de formatação permite formatar código facilmente. O objetivo do plugin é preservar o histórico de desfazer do documento e a posição do cursor do usuário ao formatar o código, para que a formatação não interrompa o trabalho do usuário. Isso é especialmente importante para a formatação automática ao salvar.

Uso

Ele permite ao usuário formatar o código de duas maneiras:

  • Utilizando manualmente a ação "Formatar Documento".

  • Automaticamente ao salvar

Dica

Você pode pesquisar essa ação na barra de comandos e associar um atalho a ela para facilitar o acesso

Linguagens suportadas e formatadores

A lista atual de idiomas e formatadores suportados é a seguinte:

  • C/C++/ObjectiveC/ObjectiveC++/Protobuf/GLSL/Java - clang-format

  • Javascript/Typescript/JSX/TSX - prettier

  • JSON

    • prettier

    • clang-format

    • jq

  • Dart - dartfmt

  • Rust - rustfmt

  • Go - gofmt

  • XML - xmllint

  • Zig - zigfmt

  • CMake - cmake-format

  • D - dfmt

  • Fish Shell - fish_indent

  • Bash - shfmt

  • Nix - nixfmt

  • QML - qmlformat

  • HTML - prettier

  • Swift - swiftformat

  • Erlang - erlfmt

  • Godot Script - gdformat

  • Python

    • autopep8

    • ruff

  • YAML

    • yamlfmt

    • prettier

Configurando

O plugin pode ser configurado de duas maneiras:

  • Globalmente, a partir da janela de configuração

  • Para cada projeto, usando o arquivo .kateproject

Ao ler a configuração, o plugin primeiro tentará ler a configuração do arquivo .kateproject e, em seguida, lerá a configuração global. Exemplo:

{
    "formatOnSave": true,
    "formatterForJson": "jq",
    "cmake-format": {
        "formatOnSave": false
    },
    "autopep8": {
        "formatOnSave": false
    }
}

A configuração acima:

  • ativa a opção "formatar ao salvar" globalmente

  • especifica "jq" como o formatador para JSON

  • desativa a opção "formatar ao salvar" para cmake-format e autopep8

Para configurar a formatação de um projeto, primeiro crie um arquivo .kateproject e, em seguida, adicione um objeto "formatting" a ele. No objeto "formatting", você pode especificar suas configurações, como mostrado no exemplo anterior. Exemplo:

Nota

Você precisa habilitar o plugin de projeto para que isso funcione

{
    "name": "Meu Projeto Legal",
    "files": [
        {
            "git": 1
        }
    ],
    "formatting": {
        "formatterForJson": "clang-format",
        "autopep8": {
            "formatOnSave": false
        }
    }
}

Desativa temporariamente a formatação ao salvar

Durante o trabalho, você frequentemente precisará desativar a formatação por um curto período de tempo por algum motivo. Você pode fazer isso na barra de menus, em FerramentasFormatar ao salvar. Você também pode acionar essa ação na Barra de comandos.

Capítulo 5. Ferramentas Avançadas de Edição

Capítulo 5. Ferramentas Avançadas de Edição

Para obter mais informações sobre as ferramentas avançadas de edição incluídas no Kate, leia o capítulo Ferramentas avançadas de edição do Manual do KatePart.

Capítulo 6. Ampliando o Kate

Capítulo 6. Ampliando o Kate

T.C. Hollingsworth

Tradução: Lisiane Sztoltz
Tradução: André Marcelo Alvarenga

Introdução

Como em qualquer editor de texto avançado, o Kate oferece uma grande variedade de formas para ampliar suas funcionalidades. Você pode criar scripts simples para adicionar funcionalidades com o JavaScript ou adicionar ainda mais funcionalidades ao editor propriamente dito com os plugins do Kate, escritos em C++. Finalmente, assim que tiver ampliado as funcionalidades do Kate, sinta-se a vontade para se juntar a nós e compartilhar as suas melhorias com o mundo!

Trabalhando com Realce de Sintaxe

Trabalhando com Realce de Sintaxe

Para obter mais informações sobre como adicionar ou modificar as definições de realce de sintaxe, leia a seção Trabalhando com realce de sintaxe, no capítulo de Desenvolvimento do manual do KatePart.

Criação de scripts com JavaScript

Criação de scripts com JavaScript

Para obter mais informações sobre a criação de scripts em JavaScript, leia a seção Criando scripts com JavaScript, no capítulo de Desenvolvimento do Manual do KatePart.

Plugins do aplicativo Kate (C++)

Plugins do aplicativo Kate (C++)

Os Plugins do aplicativo ampliam as funcionalidades do editor Kate propriamente dito, usando a mesma linguagem de programação em que o Kate é escrito - C++.

Para começar, leia o Tutorial de criação de um plugin no site do Kate.

Capítulo 7. O modo de entrada do VI

Capítulo 7. O modo de entrada do VI

Para obter mais informações sobre o modo de entrada VI do Kate, leia o capítulo Modo de Entrada do VI no Manual do KatePart.

Capítulo 8. Entradas de Menu

Capítulo 8. Entradas de Menu

Menu Arquivo

ArquivoNovo (Ctrl+N)

Este comando inicia um novo documento na janela de edição. Na lista Documentos à esquerda, o novo arquivo chama-se Sem título.

ArquivoAbrir... (Ctrl+O)

Exibe a janela padrão do KDE de Abrir arquivo. Use esta janela para selecionar o arquivo que deseja abrir, e então clique em Abrir para abri-lo.

ArquivoAbrir recente

Este é um atalho para os documentos recentemente salvos. Clicar neste item abrirá uma lista ao lado do menu com vários dos arquivos mais recentemente salvos. Clicar em um arquivo específico irá abri-lo no este aplicativo - se o arquivo ainda estiver na mesma localização.

ArquivoAbrir Com

Este submenu apresenta uma lista com os aplicativos conhecidos que conseguem lidar com o tipo MIME do seu documento atual. Se ativar um item, irá abrir o documento atual com esse aplicativo.

Além disso, existe a entrada Outro..., que invoca a janela de seleção de aplicativos que lhe permite selecionar outro aplicativo para abrir o arquivo ativo. O seu arquivo ainda permanecerá aberto no Kate.

ArquivoSalvar (Ctrl+S)

Isto salva o documento atual. Se o documento já tiver sido salvo então isto sobrescreverá o arquivo anteriormente salvo sem pedir pela permissão do usuário. Se esta é a primeira vez que salva um novo documento, o diálogo salvar como (descrito abaixo) será invocado.

ArquivoSalvar como... (Ctrl+Shift+S)

Permite que um documento seja salvo com um novo nome de arquivo. Isso é feito com a caixa de diálogo de arquivo descrita acima na seção Abrir deste arquivo de ajuda.

ArquivoSalvar como com codificação...

Salva um documento com um novo nome de arquivo e com outra codificação.

ArquivoSalvar cópia como

Salva uma cópia do documento com um novo nome de arquivo e continua a edição do documento original.

ArquivoSalvar Tudo (Ctrl+L)

Este comando salva todos os arquivos abertos e modificados.

ArquivoRecarregar (F5)

Recarrega o arquivo ativo do disco. Este comando é útil, se outro programa ou processo tiver alterado o arquivo enquanto você o manipula no este aplicativo.

ArquivoRecarregar Tudo

Recarrega todos os arquivos abertos.

ArquivoImprimir... (Ctrl+P)

Abre uma janela de impressão que permite ao usuário especificar o quê, onde e como imprimir.

ArquivoExportar como HTML

Salva o documento aberto como um arquivo HTML, que será formatado de acordo com as configurações atuais de realce de sintaxe e esquema de cores.

ArquivoFechar (Ctrl+W)

Fecha o arquivo ativo com este comando. Se você tem modificações que não foram salvas, será pedido a você para salvar o arquivo antes que o Kate feche-o.

ArquivoFechar Outros

Fecha os outros documentos abertos.

ArquivoFechar Tudo

Este comando fecha todos arquivos que você possui abertos no Kate.

ArquivoFechar órfãos

Fecha todos os documentos na lista de arquivos que não podem ser reabertos durante a inicialização, por não estarem mais acessíveis.

ArquivoSair (Ctrl+Q)

Este comando fecha o Kate e quaisquer arquivos que você estiver editando. Se você possuía mudanças que não foram salvas, em qualquer um dos arquivos que você estiver editando, você será avisado para salvá-los.

Menu Editar

Menu Editar

EditarDesfazer (Ctrl+Z)

Desfaz o último comando de edição (digitação, cópia, colagem, etc.)

Nota

Isto pode desfazer vários comandos de edição do mesmo tipo, como digitação.

EditarRefazer (Ctrl+Shift+Z)

Isto reverte a mudança mais recente (se houver) feita usando o Desfazer.

EditarRecortar (Ctrl+X)

Apaga a seleção atual e a coloca na área de transferência. A área de transferência é uma funcionalidade invisível e oferece uma forma de transferir dados entre os aplicativos.

EditarCopiar (Ctrl+C)

Copia o texto que estiver selecionado para a área de transferência, para que possa ser colado em outro local. A área de transferência é uma funcionalidade invisível e oferece uma forma de transferir dados entre os aplicativos.

EditarColar (Ctrl+V)

Insere o primeiro item da área de transferência na posição do cursor. A área de transferência é uma funcionalidade invisível e oferece uma forma de transferir dados entre os aplicativos.

Nota

Se a Seleção de Sobrescrita estiver habilitada, o texto colado sobrescreverá a seleção, se existir.

EditarColar seleção (Ctrl+Shift+Ins)

Isso colará o conteúdo da seleção do mouse que foi escolhido anteriormente. Marque algum texto com o ponteiro do mouse para colá-lo no arquivo atualmente aberto usando este item de menu.

EditarSubstituir pelo conteúdo da área de transferência

Isso irá trocar o texto selecionado com o conteúdo da área de transferência.

EditarHistórico da área de transferência

Este submenu irá mostrar a parte inicial do texto recentemente copiado para a área de transferência. Selecione um item a partir deste menu para colá-lo no arquivo aberto.

EditarCopiar como HTML

Copia a seleção como HTML, formatada de acordo com as configurações atuais de realce de sintaxe e esquema de cores.

EditarSelecionar tudo (Ctrl+A)

Isto irá selecionar todo o documento. Isto pode ser muito útil para copiar um arquivo inteiro para outro aplicativo.

EditarDesmarcar (Ctrl+Shift+A)

Retira a seleção de texto no editor, se existir.

EditarModo de seleção de blocos (Ctrl+Shift+B)

Ativa ou desativa o Modo de Seleção. Quando o Modo de Seleção for BLOCO, a barra de estado contém o texto BLOCO e você poderá fazer seleções verticais, por exemplo selecionar as colunas de 5 a 10 nas linhas 9 a 15.

EditarModos de entrada

Alterna entre os modos Normal e Estilo VI, de edição modal. O modo Estilo VI tem suporte aos comandos e sequências mais usados nos modos normal e visual do 'vim', tendo uma barra de estado opcional do modo VI. Esta barra de status mostra os comandos, à medida que vão sendo inseridos, o resultado dos comandos e o modo atual. O comportamento deste modo poderá ser configurado na seção Modo de Entrada VI da página de Edição, na janela de configuração do este aplicativo.

EditarModo de sobrescrita (Ins)

Ativa ou desativa os modos de Inserção/Sobrescrita. Quando o modo for o INS, você poderá inserir caracteres no local onde se encontra o cursor. Quando o modo for o SOB, os caracteres inseridos irão substituir os caracteres atuais, se o seu cursor estiver posicionado antes de algum texto. A barra de estado mostra a informação sobre o Modo de Sobrescrita como INS ou SOB.

EditarLocalizar... (Ctrl+F)

Isto abre a barra de pesquisa incremental no fundo da janela do editor. Do lado esquerdo da barra, existe um botão com um ícone para fechar a barra, seguido de um pequeno campo de texto para introduzir o padrão a pesquisar.

Quando você começar a inserir caracteres no seu padrão de pesquisa, a busca começa imediatamente. Se existir uma ocorrência no texto, ela fica realçada e a cor de fundo do campo muda para verde-claro. Se o padrão de pesquisa não corresponder a nenhum texto, isto é indicado por uma cor de fundo vermelho-claro no campo.

Use os botões or para ir para a ocorrência anterior ou seguinte no documento.

As correspondências no documento são realçadas mesmo quando você fecha a barra de pesquisa. Para limpar este realce, pressione a tecla Esc.

Você poderá escolher aqui se a pesquisa faz a distinção entre minúsculas e maiúsculas. Se selecionar a opção , irá limitar as pesquisas para os itens que correspondam às letras (maiúsculas ou minúsculas) de cada um dos caracteres do padrão de pesquisa.

Clique no botão à direita da barra de pesquisa incremental, para mudar para a barra mais poderosa de pesquisa e substituição.

EditarLocalizar variantesLocalizar próxima (F3)

Isto repete a última operação de busca, se houver, sem chamar a barra de pesquisa incremental, e procura no documento para frente, iniciando a partir da posição do cursor.

EditarLocalizar variantesLocalizar anterior (Shift+F3)

Isto repete a última operação de busca, se houver, sem chamar a barra de procura, e busca no documento para trás ao invés de para frente.

EditarLocalizar variantesLocalizar selecionada (Ctrl+H)

Procura a próxima ocorrência do texto selecionado.

EditarLocalizar variantesProcurar selecionado para trás (Ctrl+Shift+H)

Procura a ocorrência anterior do texto selecionado.

EditarSubstituir... (Ctrl+R)

Este comando abre a barra avançada de pesquisa e substituição. No lado superior esquerdo da barra, existe um botão com um ícone para fechar a barra, seguido de um pequeno campo de texto para inserir o padrão a pesquisar.

Você pode controlar o modo de pesquisa selecionando as opções Texto simples, Palavras completas, Sequências de escape ou Expressão regular na lista.

Se Sequências de escape ou Expressão regular estiver selecionado, o item de menu Adicionar... na base do menu de contexto de caixas de texto será habilitado e lhe permitirá adicionar sequências de escape ou expressões regulares para pesquisa ou substituição de padrões a partir de listas pré-definidas.

Use os botões or para ir para a ocorrência anterior ou seguinte no documento.

Insira o texto de substituição no campo de texto Substituir e clique no botão Substituir, para substituir apenas o texto realçado, ou o botão Substituir Tudo para substituir o texto de pesquisa no documento inteiro.

Você poderá modificar o comportamento da pesquisa e da substituição ao selecionar as diferentes opções no lado direito da barra. Se selecionar a opção , irá limitar as pesquisas apenas aos itens com capitalização correspondente (maiúsculas ou minúsculas) para cada um dos caracteres no padrão de pesquisa. A opção irá procurar e substituir apenas dentro do texto selecionado no momento. A opção Procurar tudo realça todas as ocorrências no documento e mostra o número de correspondências encontradas em uma pequena janela de contexto.

Clique no botão à direita da barra avançada de pesquisa e substituição, para mudar para a barra de pesquisa incremental.

EditarIr paraMover até o parênteses correspondente (Ctrl+6)

Move o cursor para o parêntese de abertura ou fechamento associado.

EditarIr paraSelecionar até o parêntese correspondente (Ctrl+Shift+6)

Seleciona o texto entre os parênteses de abertura e de fechamento associados.

EditarIr paraIr para a linha modificada anterior

As linhas que foram alteradas desde a abertura do arquivo são chamadas de linhas modificadas. Esta ação move o cursor para a linha modificada anterior.

EditIr paraIr para a próxima linha modificada

As linhas que foram alteradas desde a abertura do arquivo são chamadas de linhas modificadas. Esta ação move o cursor para a próxima linha modificada.

EditarIr paraIr para linha... (Ctrl+G)

Isto abre a barra "ir para linha" no fundo da janela, que é usada para fazer com que o cursor pule para uma linha em particular (especificada pelo número) no documento. O número da linha pode ser inserido diretamente na caixa de texto ou graficamente clicando na seta para cima e para baixo do controle de contagem ao lado da caixa de texto. A pequena seta para cima aumentará o número da linha e a seta para baixo diminuirá. Feche a barra com um clique no botão com um ícone existente no lado esquerdo da barra.

Menu Exibir

Menu Exibir

ExibirNova janela

Abre outra instância do Kate. A nova instância será idêntica à sua instância anterior.

ExibirPróxima aba (Alt+Direita)

Ativa a próxima aba na barra de abas.

ExibirAba anterior (Alt+Esquerda)

Ativa a aba anterior na barra de abas.

ExibirReabrir o(s) último(s) documento(s) fechado(s) (Ctrl+Shift+T)

Reabre o(s) último(s) documento(s) fechado(s).

ExibirAbertura rápida (Ctrl+Alt+O)

Mostra um campo de pesquisa e uma lista dos arquivos abertos na área de edição. Ao digitar um texto no campo de pesquisa, serão pesquisados os nomes e URLs do documento à procura de texto correspondente. Enquanto digita o texto no campo de pesquisa, você pode usar as teclas de cursores Acima e Abaixo para navegar na lista. Se pressionar a tecla Enter ou clicar duas vezes sobre um item da lista, a janela será alterada para o documento selecionado nessa lista. Isto facilita muito a alternância entre documentos, caso tenha muitos abertos.

Esta ação também está disponível usando o ícone no canto superior direito da janela do editor.

ExibirDividir a exibiçãoDivisão de visão anterior (Shift+F8)

Coloca a área do documento anterior em primeiro plano, se você tiver dividido a área de edição em várias visões.

ExibirDividir exibiçãoPróxima divisão de visão (F8)

Coloca a área do documento seguinte em primeiro plano, se você tiver dividido a área de edição em várias visões.

ExibirDividir a exibiçãoVisualização dividida à esquerda

Foca intuitivamente a visualização dividida à esquerda, usando a posição do cursor para desambiguar, se necessário.

ExibirDividir a exibiçãoVisualização dividida à direita

Foca intuitivamente a visualização dividida à direita, usando a posição do cursor para desambiguar, se necessário.

ExibirDividir a exibiçãoVisualização dividida acima

Foca intuitivamente a visualização dividida acima, usando a posição do cursor para desambiguar, se necessário.

ExibirDividir a exibiçãoVisualização dividida abaixo

Foca intuitivamente a visualização dividida abaixo, usando a posição do cursor para desambiguar, se necessário.

ExibirJanelas divididasDividir na vertical (Ctrl+Shift+L)

Isto dividirá o quadro (que pode estar na área principal de edição) em dois quadros de tamanhos iguais, sendo o mais novo à esquerda do atual. O quadro mais novo obtém o foco e exibirá os mesmos documentos que o antigo.

Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate.

ExibirJanelas divididasDividir na horizontal (Ctrl+Shift+T)

Divide o quadro atual (que pode estar na área principal de edição) em dois quadros de tamanhos iguais, sendo o mais novo abaixo do atual. O quadro mais novo obtém o foco e exibirá os mesmos documentos que o antigo.

Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate

ExibirDividir a exibiçãoMover documento para nova divisória vertical

Isso dividirá a visualização atualmente ativa verticalmente em duas e moverá o documento atualmente ativo para a visualização da direita.

Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate.

ExibirDividir a exibiçãoMover documento para nova divisória horizontal

Isso dividirá a visualização atualmente ativa horizontalmente em duas e moverá o documento atualmente ativo para a visualização abaixo.

Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate

ExibirDividir a exibiçãoAlternar orientação

Alternar entre divisão horizontal e vertical.

ExibirJanelas divididasFechar a vista atual (Ctrl+Shift+R)

Fecha o quadro ativo, que pode ser identificado como a que mostra o cursor intermitente. Isto fica desativado, se existir apenas um quadro (a área de edição principal).

Nenhum documento é fechado ao se fechar um quadro –; os documentos ainda estarão disponíveis no Menu Exibir, bem como na Lista de Arquivos.

Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate

ExibirDividir a exibiçãoFechar as visões inativas

Fecha todos os quadros, exceto o ativo (a que mostra um cursor intermitente). Isto fica desabilitado, se existir apenas um quadro (a área de edição principal).

Nenhum documento é fechado ao se fechar um quadro –; os documentos ainda estarão disponíveis no Menu Exibir, bem como na Lista de Arquivos.

ExibirDividir a exibiçãoOcultar as visões inativas

Oculta todas as áreas divididas, exceto a que estiver ativa.

ExibirDividir a exibiçãoMover divisória para a esquerda

Quando a opção de exibição Dividir estiver ativa, isto irá mover a borda entre dois documentos divididos na vertical para a esquerda.

ExibirDividir a exibiçãoMover divisória para a direita

Quando a opção de exibição Dividir estiver ativa, isto irá mover a borda entre dois documentos divididos na vertical para a direita.

ExibirDividir a exibiçãoMover divisória para cima

Quando a opção de exibição Dividir estiver ativa, isto irá mover a borda entre dois documentos divididos na horizontal para cima.

ExibirDividir a exibiçãoMover divisória para baixo

Quando a opção de exibição Dividir estiver ativa, isto irá mover a borda entre dois documentos divididos na horizontal para baixo.

Nota

Algumas ações comuns no menu ExibirDividir a exibição estão disponíveis usando o botão no canto superior direito da janela do editor

ExibirÁreas de ferramentas
ExibirÁreas de ferramentasMostrar barras laterais (Ctrl+Alt+Shift+F)

Ativa ou desativa a visibilidade das linhas de botões da barra lateral. Este comando não afeta a visibilidade dos elementos da barra lateral, isto é, todas as barras laterais que estavam visíveis assim irão continuar e, se tiver atribuído atalhos aos comandos abaixo, eles irão também continuar a funcionar.

ExibirVisualizações de ferramentasMostrar Plugin

Uma lista de todos os plugins ativados. Use a caixa de seleção em frente a cada item para alternar a exibição da visualização da ferramenta.

ExibirAlternar para linha de comando (F7)

Este comando irá ativar ou desativar a visualização da linha de comando embutida.

ExibirAumentar fonte (Ctrl++)

Isto aumenta o tamanho da fonte usada para exibição.

ExibirDiminuir fonte (Ctrl+-)

Isto diminui o tamanho da fonte usada para exibição.

ExibirEsquema

Este menu apresenta os esquemas de cor disponíveis. Você poderá alterar aqui o esquema para a janela atual; para alterar o esquema padrão, você deve usar a página Fontes & Cores da janela de configuração.

ExibirQuebra de linhaQuebra de linha dinâmica (F10)

Ativa ou desativa a quebra de linha dinâmica para a janela atual. A quebra de linha dinâmica faz com que todo o texto de uma janela fique visível, sem a necessidade de se deslocar na horizontal, repartindo uma linha em várias linhas visuais, de acordo com as necessidades.

ExibirQuebra de linhaIndicadores de quebra de linhas dinâmica

Escolhe se e quando deverão ser mostrados os indicadores de mudança de linha. Isto só fica disponível se a opção Mudança de Linha Dinâmica estiver assinalada.

ExibirQuebra de linhaMostrar marcador de quebra de linhas estática

Ativa ou desativa a visualização de uma linha vertical que indica a posição da largura da mudança da linha, como está definida na janela de configuração. Esta funcionalidade exige que você use uma fonte monoespaçada.

ExibirBordasMostrar borda de ícones (F6)

Isto é um item de comutação. Se o ligar, irá ativar a Borda dos Ícones do lado esquerdo do editor ativo, e vice-versa. A borda dos ícones indica as posições das linhas marcadas no editor.

ExibirBordasMostrar número das linhas (F11)

Este é um item de caixa de verificação. Se marcado, fará com que apareça um painel exibindo o número das linhas do documento visível na borda esquerda do editor ativo, e vice-versa.

ExibirBordasMostrar marcas na barra de rolagem

Ativa ou desativa a visualização de favoritos (e outras marcas) na barra de rolagem vertical. Quando estiver ativa, uma marca é representada com uma linha fina na cor da marca na barra de rolagem. Ao clicar com o botão do meio do mouse na linha irá rolar a visualização para uma posição próxima dessa marca.

ExibirBordasMostrar minimapa na barra de rolagem

Isto irá substituir a barra de rolagem com a visualização do documento atual. Para obter mais informações sobre o minimapa na barra de rolagem, consulte a seção Minimapa na Barra de Rolagem do Manual do KatePart.

ExibirDobradura de código

Estas opções são referentes à dobradura de código:

Mostrar marcadores de dobra (F9)

Ativa ou desativa a visualização da área de marcadores de dobragem e desdobramento do lado esquerdo da janela.

Dobrar o nó atual

Recolhe a região que contém o cursor.

Desdobrar o nó atual

Expande a região que contém o cursor.

Fechar nós de nível superior (Ctrl+Shift+-)

Recolhe todos os níveis superiores do documento. Clique no triângulo que aponta para a direita para expandir todos os níveis superiores.

Expandir nós de nível superior (Ctrl+Shift++)

Expande todas as regiões de nível superior no documento.

Mostrar os espaços não-visíveis

Mostrar/ocultar uma área em torno dos espaços não-visíveis.

Menu Favoritos

Menu Favoritos

Abaixo das entradas descritas aqui, uma entrada para cada favorito no documento ativo estará disponível. O texto será as primeiras palavras da linha marcada. Escolha um item para mover o cursor para o início daquela linha. O editor rolará o necessário para tornar aquela linha visível.

FavoritosDefinir favorito (Ctrl+B)

Ajusta ou remove um favorito da linha atual do documento ativo (se já existe, é removido, caso contrário o favorito é configurado).

FavoritosLimpar Todos os Favoritos

Este comando removerá todos os marcadores do documento bem como a lista de marcadores que é anexada na base deste item de menu.

FavoritosAnterior (Alt+Page Up)

Isto irá mover o cursor para o início da linha imediatamente acima que contiver um favorito. O texto do item do menu irá incluir o número da linha e o primeiro pedaço de texto da linha. Este item só está disponível quando houver um favorito numa linha acima do cursor.

FavoritosPróximo (Alt+Page Down)

Isto irá mover o cursor para o início da linha imediatamente abaixo que contiver um favorito. O texto do item do menu irá incluir o número da linha e o primeiro pedaço de texto da linha. Este item só está disponível quando houver um favorito numa linha acima do cursor.

Menu Sessões

Menu Sessões

Este menu contém entradas para usar e gerenciar as sessões do Kate. Para mais informações, leia mais sobre como Usar as Sessões.

SessõesNova

Cria uma sessão nova vazia. Todos os arquivos abertos atualmente serão fechados.

SessõesAbrir sessão...

Abre uma sessão existente. A janela do Seletor de Sessões aparece, para que você possa escolher uma.

SessõesAbertura rápida de sessão

Este submenu permite-lhe abrir uma sessão existente.

SessõesSalvar sessão

Salva a sessão atual. Se a sessão for anônima, ser-lhe-á pedido um nome para a sessão.

SessõesSalvar sessão como...

Salva a sessão atual com um nome novo. Ser-lhe-á pedido o nome a usar.

SessõesGerenciar sessões...

Mostra a janela do Gerenciador de Sessões, que lhe permite mudar o nome das sessões e removê-las.

Menu Ferramentas

Menu Ferramentas

FerramentasModo Apenas de Leitura

Configura o documento atual no modo Apenas para Leitura. Isto evita que seja adicionado qualquer texto ou formatação ao documento.

FerramentasModo

Seleciona o esquema de tipo de arquivos que você preferir para o documento ativo. Isto substitui o modo de tipo de arquivos global definido na opção ConfiguraçõesConfigurar o Kate... na aba Tipos de Arquivos somente para o seu documento.

FerramentasRealce

Escolhe o esquema de realce de sintaxe que preferir para o documento ativo. Isto substitui o modo de realce global definido na opção ConfiguraçõesConfigurar Editor..., somente para o seu documento.

FerramentasRecuar

Escolhe o estilo de recuo que preferir para o documento ativo. Isto substitui o modo de recuo global definido na opção ConfiguraçõesConfigurar o Editor..., somente para o seu documento.

FerramentasCodificação

Você poderá sobrepor a codificação pré-definida na opção ConfiguraçõesConfigurar o Editor..., na página Abrir/Salvar, para definir uma codificação diferente para o seu documento atual. A codificação que definir aqui será válida apenas para o seu documento atual.

FerramentasFim de Linha

Escolhe o modo de fim de linha desejado para o documento ativo. Isto substitui o modo de fim de linha global definido na opção ConfiguraçõesConfigurar o Editor..., somente para o seu documento.

FerramentasAdicionar o Marcador da Ordem de 'Bytes' (BOM)

Se assinalar esta opção, você poderá adicionar explicitamente um marcador de ordem dos 'bytes' para os documentos codificados em Unicode. O marcador da ordem de 'bytes' é um caractere em Unicode que é usado para assinalar a ordem dos 'bytes' ('endianness') de um arquivo ou sequência de texto. Para mais informações, veja o Marcador da Ordem de 'Bytes'.

FerramentasScripts

Este submenu contém uma lista para todas as ações de script. A lista pode ser facilmente modificada ao se escrevendo seus próprios scripts. Desta maneira, o Kate pode ter seus recursos estendido por ferramentas definidas pelo usuário.

Existe uma lista completa dos scripts na documentação do KatePart.

FerramentasInvocar o completamento de código (Ctrl+Espaço)

Invocar manualmente a completação de comando, normalmente usando um atalho associado a esta ação.

FerramentasCompletamento de Palavras

As opções Reutilizar a Palavra Abaixo (Ctrl+9) e Reutilizar a Palavra Acima (Ctrl+8) terminam o texto escrito no momento, procurando por palavras semelhantes antes ou depois da posição atual do cursor. O Completamento por Linha de Comando mostra uma janela com os itens correspondentes.

FerramentasOrtografiaVerificação ortográfica automática (Ctrl+Shift+O)

Quando a Verificação ortográfica automática estiver ativa, o texto incorreto será sublinhado no documento imediatamente.

FerramentasOrtografiaOrtografia...

Isto inicia o programa de verificação ortográfica - um programa desenvolvido para ajudar o usuário a identificar e corrigir erros de ortografia.

Para mais informações sobre o uso do programa de verificação ortográfica do KDE, veja a seção Verificar a ortografia da documentação dos Fundamentos do KDE.

FerramentasOrtografiaOrtografia (do cursor)...

Isto inicia o programa de verificação ortográfica, mas começa onde o seu cursor estiver, em vez de começar no início do documento.

FerramentasOrtografiaVerificação ortográfica da seleção...

Faz uma verificação ortográfica da seleção atual.

FerramentasOrtografiaAlterar dicionário

Mostra uma lista com todos os dicionários disponíveis para verificação ortográfica no fundo da janela de edição. Isto permite a mudança rápida do dicionário de verificação ortográfica, por exemplo, para a verificação automática do texto em vários idiomas.

Menus Configurações e Ajuda

Menus Configurações e Ajuda

O Kate possui os itens dos menus Configurações e Ajuda comuns do KDE. Para mais informações, consulte as seções sobre o Menu Configurações e o Menu Ajuda dos Fundamentos do KDE com estas entradas adicionais:

ConfiguraçõesTema de cor

Usa um esquema de cor diferente dos esquemas de cor globais do sistema descritos no módulo Configurações do sistema Cores.

ConfiguraçõesMostrar abas

As abas podem ser movidas usando o botão esquerdo do mouse e possuem ações no menu de contexto para fechar documentos, copiar o caminho para a área de transferência ou abrir a pasta do documento no gerenciador de arquivos. Usar o botão Abertura rápida facilita a alternância entre documentos. Clique no botão com o botão esquerdo do mouse para abrir um menu com ações do menu ExibirDividir a exibição.

ConfiguraçõesExibir caminho na barra de título

Se ativado, o caminho completo do documento ativo é exibido; caso contrário, apenas o nome do arquivo. Isso é útil se você editar vários arquivos com o mesmo nome para diferenciá-los.

Capítulo 9. Configurando o Kate

Capítulo 9. Configurando o Kate

Anders Lund

Tradução: Lisiane Sztoltz
Tradução: André Marcelo Alvarenga

Visão geral

O Kate oferece vários meios de configurar o aplicativo para comportar-se como desejado. Os mais importantes são:

O diálogo de configuração

A principal ferramenta de configuração, permitindo a você configurar o aplicativo Kate, o componente de edição e o uso de plugins.

O Menu Preferências

Permite a você modificar preferências usadas com frequência, e lançar os diálogos de configuração.

Menu Exibir

Permite a você dividir o quadro atual, bem como exibir ícones e números de linha para o documento atualmente editado.

O terminal integrado usa as opções definidas nas Configurações do sistema e pode ser configurado clicando o botão direito do mouse para acessar o menu de contexto.

O Diálogo de Configuração Principal

O Diálogo de Configuração Principal

A janela de configuração do Kate mostra uma árvore com os tópicos à esquerda, bem como uma página de configuração correspondente ao tópico selecionado à direita.

A configuração está dividida em dois grupos, denominados:

A configuração do aplicativo Kate

A configuração do aplicativo Kate

Este grupo contém páginas para se configurar o aplicativo principal do Kate

Geral

Esta seção contém algumas opções globais para o Kate

Comportamento
Abrir cada documento em sua própria janela

Se ativado, cada documento será aberto em sua própria janela. Se não estiver habilitado, cada documento será aberto em uma nova aba na janela atual.

Mudar para a visualização de saída no tipo de mensagem

Esta opção permite configurar quando o Kate deve exibir um painel de saída dependendo do tipo de saída da ação.

É possível escolher entre Nunca, Erro (em caso de erro), Aviso (em caso de aviso ou superior), Informação (em caso de informação ou superior) e Registro (em caso de registro ou superior).

Usar uma janela separada para manipular arquivos modificados externamente

Quando esta opção estiver ativa, o Kate irá notificá-lo com uma janela modal sobre todos os arquivos modificados fora do aplicativo, sempre que a janela principal for colocada em primeiro plano. Você será então capaz de lidar com vários arquivos modificados de uma vez, os quais poderá recarregar, salvar ou descartar os arquivos alterados nos grupos.

Se não estiver habilitado, o Kate perguntará individualmente o que você deve fazer para cada arquivo modificado somente quando a visualização desse arquivo receber o foco.

Abertura rápida
Modo de correspondência

Define o modo de lista para a ferramenta Abertura rápida. Os arquivos podem ser encontrados pelo nome ou pelo caminho.

Modo de lista

Define o modo de lista para a ferramenta Abertura rápida. É possível escolher entre Arquivos do projeto atual e Todos os arquivos do projeto.

Abas
Limitar o número de abas

Define o número máximo de abas. Escolha Ilimitado se não quiser restringir esse número.

Ocultar abas automaticamente

Quando marcado cada aba será ocultada se apenas um documento estiver aberto.

Mostrar botão de fechar

Quando marcado cada aba exibirá um botão de fechar.

Expandir abas

Quando marcado as abas ocupam o maior espaço possível.

Duplo clique abre um novo documento

Quando marcado o duplo clique abre um novo documento.

Clique com o botão do meio fecha um documento

Quando marcado o clique com o botão do meio fecha um documento.

Permitir rolagem de abas

Quando marcado isto permitirá a rolagem na barra de abas quando o número de abas for grande.

Encurtar texto da aba

Quando marcado o texto da aba pode ser encurtado se for muito longo.

Abas
Botão Voltar pressionado

Permite selecionar a ação do botão Voltar do mouse entre os itens Aba anterior e Voltar histórico.

Botão Avançar pressionado

Permite selecionar a ação do botão de avançar do mouse entre os itens Próxima aba e Avançar histórico.

Sessão

Esta seção contém opções relacionadas com a utilização das sessões.

Comportamento da inicialização do aplicativo

Selecione a forma como deseja que o Kate se comporte na inicialização. Esta opção poderá ser substituída se especificar o que fazer na linha de comando.

Iniciar uma nova sessão

Com esta opção, o Kate irá iniciar uma nova sessão sem nome, quando iniciar o aplicativo.

Carregar a última sessão usada

O Kate irá usar a sessão mais recente na inicialização. Isto é bom se quiser usar a mesma sessão sempre ou raramente deseje mudar.

Escolher manualmente uma sessão

O Kate irá mostrar uma pequena janela que lhe permite escolher a sua sessão preferida, ou carregar a sessão padrão se nenhum tiver sido salva. Este é o comportamento padrão. Isso é bom se usar diversas sessões diferentes com frequência.

Comportamento de inicialização/desligamento do aplicativo

Seleciona como você deseja que o Kate se comporte ao ser desligado. É possível definir o que o Kate deve Salvar e restaurar automaticamente.

Arquivos não salvos criados recentemente

Com este item marcado, o Kate salvará automaticamente todos os arquivos recém-criados que ainda não foram salvos.

Arquivos com alterações não salvas

Este item permite configurar o Kate para salvar automaticamente todos os arquivos com alterações não salvas ao encerrar.

Fechar totalmente o Kate ao fechar o último arquivo

Se estiver ativo, o Kate irá encerrar quando o último arquivo em edição for fechado, caso contrário, uma página em branco será aberta para que você possa iniciar um novo arquivo.

Elementos da sessão
Incluir configurações da janela

Se estiver ativada esta opção, o Kate irá salvar as configurações da janela com cada sessão.

Manter metainformações de sessões passadas

Quando estiver ativa, o Kate irá guardar alguns metadados, como a configuração dos favoritos e da sessão, mesmo quando fechar os seus documentos. Os dados serão usados, se o documento não estiver alterado, quando for aberto de novo.

Excluir metainformações não usadas após

Define o número máximo de dias para manter as informações de metadados de arquivos previamente abertos. Isso ajuda a manter o banco de dados de informações de metadados com um tamanho razoável.

Quaisquer alterações nos dados da sessão (arquivos abertos e, se estiver ativa, a configuração das janelas) serão sempre guardadas.

Plugins

Esta página oferece uma lista de plugins instalados para o aplicativo Kate. Cada plugin é representado pelo seu nome e uma breve descrição. Você poderá assinalar a opção com um item para ativar o plugin que representa.

Se um plugin tiver opções de configuração, irá aparecer uma seção para acessá-las, como filha desta página.

Para mais informações sobre os plugins disponíveis, veja Capítulo 4, Trabalhando com plugins.

Configuração do Componente de Edição

Para obter mais informações sobre esta seção da janela de configuração, leia a seção Configuração do Componente de Edição do Manual do KatePart.

Configurando com as Variáveis do Documento

Para obter mais informações sobre o uso de variáveis do documento com o Kate, leia a seção Configuração com variáveis do documento no Manual do KatePart.

Capítulo 10. Créditos e Licença

Capítulo 10. Créditos e Licença

Kate. Direitos autorais do Programa 2000, 2001, 2002 - 2005 para o time de desenvolvimento do Kate.

A equipe do Kate:

Christoph Cullmann

Gerente de Projeto & Desenvolvedor Principal

Anders Lund

Desenvolvedor principal, realce de sintaxe do Perl, documentação

Joseph Wenninger

Desenvolvedor principal, realce de sintaxe

Michael Bartl

Desenvolvedor principal

Phlip

O Compilador do Projeto

Waldo Bastian

Sistema de buffer

Matt Newell

Testando...

Michael McCallum

Desenvolvedor principal

Jochen Wilhemly

Autor do KWrite

Michael Koch

Conversão do KWrite para KParts

Christian Gebauer

Nada específico

Simon Hausmann

Nada específico

Glen Parker

Histórico do Desfazer do KWrite, Integração com o KSpell

Scott Manson

Suporte do realce de sintaxe de XML do KWrite

John Firebaugh

Correções diversas

Dominik Haumann

Desenvolvedor, Assistente de realce de sintaxe

Muitas outras pessoas contribuíram:

Matteo Merli

Realce para arquivos Spec RPM, Diff e outros

Rocky Scaletta

Realce para VHDL

Yury Lebedev

Realce para SQL

Chris Ross

Realce para Ferite

Nick Roux

Realce para ILERPG

John Firebaugh

Realce para Java™ e outros

Carsten Niehaus

Realce para LATEX

Per Wigren

Realce para arquivos Makefile e Python

Jan Fritz

Realce para Python

Daniel Naber

Pequenas correções de erros, plugin de XML

Direitos autorais da Documentação - 2000,2001 Seth Rothberg

Direitos autorais da Documentação - 2002, 2003, 2005 Anders Lund

Tradução de Lisiane Sztoltz e André Marcelo Alvarenga

Esta documentação é licenciada sob os termos da Licença de Documentação Livre GNU.

Este programa é licenciado sob os termos da Licença Pública Geral GNU.

Apêndice A. Expressões regulares

Apêndice A. Expressões regulares

Para obter mais informações sobre o uso de expressões regulares no Kate, leia o apêndice Expressões regulares do Manual do KatePart.