Copyright © 2000, 2001 Seth Rothberg
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Copyright © 2011, 2012, 2013, 2014 T.C. Hollingsworth
Kate é um editor de texto do KDE, indicado para programadores.
Este manual documenta a versão 22.08 do Kate
Índice
- 1. Introdução
- 2. Fundamentos
- 3. Trabalhando com o Editor Kate
- 4. Trabalhando com plugins
- Plugins do aplicativo Kate
- Ferramentas externas
- Plugin do navegador Backtrace
- Plugin de compilação
- Plugin de fechamento com exclusão/inclusão
- Plugin do seletor de cor
- Colchetes coloridos
- Plugin do CTags
- Plugin de prévia de documentos
- Plugin seletor de documentos
- Navegador do sistema de arquivos
- A lista de documentos
- Plugin do GDB
- Plugin de projeto
- Plugin do cliente LSP
- Pesquisar e substituir
- Scripts e Snippets do Kate
- Plugin de macros de teclado
- Plugin do SQL
- Plugin de visualizador de símbolo
- Plugin da área da ferramenta Terminal
- Plugin de filtro de texto
- Validação do XML
- Completamento XML
- Plugin de explorador de compilador
- Plugin de formatação
- 5. Ferramentas Avançadas de Edição
- 6. Ampliando o Kate
- 7. O modo de entrada do VI
- 8. Entradas de Menu
- 9. Configurando o Kate
- 10. Créditos e Licença
- A. Expressões regulares
Lista de Tabelas
Lista de Exemplos
Bem-vindo ao Kate, um editor de texto do KDE, indicado para programadores. Algumas das funcionalidades do Kate incluem o realce de sintaxe programável para linguagens que vão do C e C++ ao HTML, passando pelos scripts em bash, a capacidade de criar e gerenciar projetos, uma interface de múltiplos documentos (MDI) e um emulador de terminal embutido.
Mas o Kate é mais do que um editor para programadores. Sua capacidade de abrir vários arquivos de uma vez torna-o ideal para editar os vários arquivos de configuração do UNIX®. Este documento foi escrito no Kate.

Editando este manual...
Se você já usou um editor de texto, não terá dificuldades em usar o Kate. Nas próximas duas seções, Iniciando o Kate e Trabalhando com o Kate, mostraremos tudo o que precisa saber começar a usá-lo rapidamente.
O Kate pode ser iniciado a partir do lançador de aplicativos ou pela linha de comando.
Abra o menu de programas do KDE clicando no ícone do lançador de aplicativos, localizado na barra de ferramentas à esquerda da sua tela (local padrão). No menu que aparece, mova o cursor até o item → → .
Inicie o Kate digitando seu nome na linha de comando. Se indicar um nome de arquivo, como no exemplo abaixo, ele irá abrir ou criar esse arquivo.
%katemeuarquivo.txt
Se tiver uma conexão ativa e permissão para isso, poderá aproveitar o recurso de transparência de rede do KDE para abrir arquivos da Internet.
%kateftp://ftp.kde.org/pub/kde/README
Para alterar o diretório de arquivos temporários, cujo padrão é /tmp defina o TMPDIR variável de ambiente antes de iniciar o Kate, por exemplo
%mkdir /tmp/kate -p && export TMPDIR=/tmp/kate && kate
O Kate aceita as seguintes opções na linha de comando:
kate--helpApresenta as opções disponíveis a partir da linha de comando.
kate-s--startnomeInicia o Kate com a sessão
nome. Se a sessão não existir, ela será criada. Caso contrário, se existir uma instância do Kate em execução com a sessão informada, os arquivos indicados serão carregados nessa instância.kate-p--pidPIDApenas reutiliza uma instância com o PID indicado (ID de processo).
kate-e--encodingcodificaçãoURLUsa a codificação indicada para o documento.
kate-l--linelinhaURLApós abrir o documento, desloca o cursor para a linha indicada.
kate-c--columncolunaURLApós abrir o documento, desloca o cursor para a coluna indicada.
kate-i--stdinLê o conteúdo do documento a partir do STDIN. Isto é semelhante à opção comum
-, usada por muitos programas de linha de comando e lhe permite encaminhar o resultado do comando para o Kate.kate--startanonInicia o Kate com uma nova sessão anônima; implica o uso do
-n.kate-n--newForça o início de uma nova instância do Kate (é ignorado se for usada a opção
starte já existir outra instância do Kate com a sessão indicada aberta); é forçado se não forem indicados nenhum parâmetro ou URL.kate-b--blockSe usar uma instância do Kate em execução, bloqueia até que ela seja finalizada, caso sejam indicadas URLs a abrir.
O Kate pode ser usado com esta opção como um editor para digitação de mensagens de envio a sistemas de controle de versões, como o Git ou o Subversion. Esses sistemas contam com o bloqueio do editor até que tenha inserido sua mensagem, pois nesse casos eles abrem o arquivo temporário, que estaria vazio se o Kate retornasse imediatamente para quem o chamou.
Esta opção também é necessária com o KIO (Sistema de Entrada/Saída do KDE), se abrir um arquivo remoto (que foi baixado para um local temporário) que deverá ser reenviado depois de salvá-lo.
kate--tempfileQuando for usada, os arquivos indicados são tratados como arquivos temporários e excluídos após (se forem arquivos locais e você tiver permissões suficientes) serem fechados, a menos que tenham sido modificados desde a sua abertura.
kate--desktopfilenome do arquivoO nome de base dos arquivos do item 'desktop' para este aplicativo.
Isso é particularmente útil para aplicativos empacotados e aplicativosque têm em geral vários arquivos da área de trabalho. Assim, cada arquivo da área de trabalho pode tersua própria linha de comando para a entrada
Exec.kate--authorApresenta os autores do Kate na janela do terminal.
kate-v--versionApresenta informações sobre o Kate.
kate--licenseMostra informações sobre a licença.
A Inicialização Rápida lhe mostrará como comutar quatro opções simples que lhe permitirão configurar algumas das funcionalidades mais poderosas do Kate em um instante. Os Atalhos de Teclado fornecem alguns atalhos de teclado para aqueles que não podem ou não querem usar um mouse.
Esta seção descreve alguns itens do menu , permitindo-lhe configurar rapidamente o Kate para funcionar da maneira desejada.
Quando iniciar o Kate pela primeira vez, você verá duas janelas com fundo branco. Acima das duas janelas existe uma barra de ferramentas com os ícones mais utilizados e, acima dela, a barra de menus.
A janela da esquerda é uma barra lateral. Ela é composta pelas janelas Documentos e Navegador do sistema de arquivos. Alterne entre as duas clicando nas abas à esquerda da janela.
Se você iniciou o Kate com um arquivo, na janela da direita aparecerá o arquivo que estiver editando e na janela Documentos da barra lateral, o nome do arquivo. Use a janela Navegador do sistema de arquivos para abrir outros arquivos.
Para ativar ou desativar a janela das barras laterais, use a opção → ou a combinação de teclas Ctrl+Alt+Shift+F. Essa opção do menu oferece uma prévia do poder e flexibilidade do Kate. Nesta seção, serão vistos quatro itens:
No , você tem uma lista de todos osplugins ativos. Clique na caixa de seleção na frente de cada item ou clique com o botão do mouse nobotão da ferramenta, na barra lateral, para ativar e desativar a visualização da ferramenta.
Muitos dos comandos ativados pelo teclado (atalhos) do Kate podem ser configurados através do menu Configurações. Por padrão, o Kate respeita os seguintes atalhos de teclado.
F1 | Ajuda |
Shift+F1 | |
Ctrl+N | Novo documento |
Ctrl+L | Salvar tudo |
Ctrl+O | |
Ctrl+Alt+O | Abrir rapidamente |
Ctrl+Shift+F | Modo de tela cheia |
Ctrl+Shift+, | Configurar o Kate |
Ctrl+W / Ctrl+Esc | |
Ctrl+Q | Sair - fecha a cópia ativa do editor |
Ctrl+Alt+Shift+F | Exibir barras laterais |
Ctrl+Shift+T | Dividir horizontalmente |
Ctrl+Shift+L | Dividir verticalmente |
F8 | Próxima divisão de exibição |
Shift+F8 / Ctrl+Esc | Divisão de exibição anterior |
Ctrl+Shift+R | Fechar modo de exibição atual |
Alt+Direita | Próxima aba |
Alt+Esquerda | Aba anterior |
Ctrl+Shift+T | Reabrir o(s) último(s) documento(s) fechado(s) |
Além disso, você pode usar os atalhos fornecidos pela ajuda do componente KatePart e por todos Kate plugins ativados.
Janela, Visão, Documento, Quadro, Editor... O que é toda esta terminologia do Kate e como obter mais informações sobre ela? Este capítulo explicará isto e muito mais.
A Janela Principal do Kate é uma janela de aplicativo normal do KDE, com a adição de subjanelas acopláveis ou janelas de ferramentas. Ela possui uma barra de menu com todos os menus normais, além de outros específicos, bem como uma barra de ferramentas que permite o acesso aos comandos mais usados.
A parte mais importante da janela é a área de edição, que por padrão mostra um componente simples de edição de texto, no qual você pode trabalhar com seus documentos.
As capacidades de ancoragem da janela são usadas para as janelas de ferramentas:
As ferramentas podem ser posicionadas em qualquer barra lateral; para mover uma ferramenta, clique com o botão direito no seu botão da barra lateral e selecione no menu do botão do mouse
Uma ferramenta pode ser marcada como persistente no menu do botão do mouse, com o seu botão da barra lateral. A barra lateral pode conter mais ferramentas de cada vez para que, quando uma ferramenta for persistente, as outras ferramentas possam ser mostradas simultaneamente.
Se um plugin tiver opções de configuração, você poderá usar o primeiro item no menu de contextopara abrir a página correspondente na caixa de diálogo de configurações do Kate
O Kate é capaz de ter mais de um documento aberto ao mesmo tempo, e também de dividir a área de edição em quadros, de modo similar ao que o Konqueror ou ao que o editor emacs trabalham. Desta maneira você pode visualizar vários documentos ao mesmo tempo, ou mais instâncias do mesmo documentos, útil, por exemplo, se seu documento contém definições, no topo, que você deseja ver com frequência, para referência. Ou, você poderia visualizar um cabeçalho do fonte do programa em um quadro, enquanto edita o arquivo de implementação em outro.
Quando um documento está disponível em mais de um editor, as mudanças feitas em um editor imediatamente serão refletidas nos outros. Isto inclui mudanças de texto, e de seleção de texto. Operações de busca ou movimento do cursor só se refletem no editor atual.
Atualmente não é possível ter mais instâncias do mesmo documento aberto, no sentido de que uma instância será editada, enquanto que a outra não será.
Ao dividir um editor em dois quadros, a divisão é feito em dois quadros de tamanho igual, ambos exibindo o documento atual do editor. O novo quadro será colocado na base (no caso de divisão horizontal) ou para a direito (divisão vertical). O novo quadro obtém o foco, que é visualizado por uma barra de cursor piscante no quadro em foco.
As sessões são a forma como o Kate lhe deixa manter uma lista de arquivos abertos e a configuração da GUI. Você poderá ter quantas sessões com nome quiser e poderá usar sessões sem nome ou anônimas para os arquivos que só queira usar uma vez. Atualmente, o Kate pode salvar a lista de arquivos abertos e a configuração geral da janela na sessão; as próximas versões do Kate poderão adicionar mais funcionalidades que possam ser salvas em sessões. Com a introdução das sessões, o Kate também lhe permite abrir um número qualquer de instâncias do aplicativo, em vez de apenas uma, como costumava ser o comportamento padrão.
As sessões são suportadas em três áreas:
Opções da linha de comando, que lhe permite selecionar e iniciar as sessões, ao iniciar o Kate a partir da linha de comando.
O menu de Sessões, que lhe permite mudar, salvar, iniciar e gerenciar as suas sessões.
Opções de configuração, que lhe permite decidir como as sessões se devem comportar normalmente.
Ao iniciar uma nova sessão, a configuração da GUI da Sessão Pré-definida é carregada. Para salvar a configuração da janela na sessão pré-definida, você terá de ativar o salvamento da configuração de janelas na página de configuração da sessão e depois carregar a sessão pré-definida, configurar a janela como desejar e salvar a sessão novamente.
Quando uma sessão com nome for carregada, o Kate irá mostrar o nome da sessão no início do título da janela, que poderá ter então o formato “Nome da Sessão: Nome ou URL do documento - Kate”.
Ao abrir arquivos na linha de comando com a opção --start ou, se uma sessão for selecionada com o seletor de sessões, a sessão indicada é carregada antes dos arquivos indicados na linha de comando. Para abrir os arquivos da linha de comando numa sessão nova sem nome, configure o Kate para iniciar uma sessão nova por padrão na página de sessões da janela de configuração ou use o nome--start com um texto vazio: ''.
Desde o Kate 2.5.1, o PID da instância atual é exportado na variável de ambiente KATE_PID. Ao abrir os arquivos do terminal embutido no Kate, você irá selecionar automaticamente a instância atual, se não for indicado mais nada na linha de comando.
Para poder abrir/alternar rapidamente entre arquivos, Kate vem com uma caixa de diálogo de abertura rápida integrada. Você pode abri-la com Ctrl+Alt+O.
A abertura rápida pode mostrar todos os documentos abertos no Kate, bem como todos os arquivos em projetos abertos. Para poder ver os arquivos do projeto, você precisa ativar o Plugin de Projeto.
Usar a abertura rápida é muito simples. Depois de abri-la, basta digitar o nome ou partes do nome do arquivo que você deseja abrir e a abertura rápida filtrará a lista com base no que você digitou. Pressionar Enter abre o arquivo selecionado, enquanto Esc fecha a abertura rápida.
Por padrão, apenas o nome do arquivo é considerado na filtragem. Se você quiser corresponder ao caminho, precisa incluir uma barra "/" no texto digitado. Por exemplo: "doc/index" corresponderá a todos os arquivos que contêm "index" dentro da pasta "doc".
Os documentos que já estão abertos são destacados em negrito e listados na parte superior quando a caixa de diálogo é aberta. Além disso, quando a abertura rápida é exibida, o documento aberto anteriormente já está selecionado, então você pode simplesmente pressionar Enter e será levado para esse documento.
A abertura rápida oferece algumas opções de configuração. Para acessar essas opções, clique com o botão direito do mouse na linha de edição de entrada.
- As opções disponíveis atualmente são:
Projeto atual- Exibe apenas os arquivos do projeto atualTodos os projetos- Exibe arquivos de todos os projetos abertosFiltragem aproximada- Usa o algoritmo de correspondência aproximada para filtrar arquivosFiltragem com curinga- Usa a correspondência com curinga para filtrar arquivos
- Este manual
Oferece documentação detalhada sobre todos os comandos de menu, opções de configuração, ferramentas, diálogos, plugins, etc., bem como descrições da janela do Kate, o editor e vários conceitos usados no aplicativo.
Pressione F1 ou use o tópico de menu → para visualizar este manual.
- Ajuda 'O que é isto?'
A Ajuda 'O que é isto' oferece ajuda imediata para elementos únicos das janelas gráficas, tais como botões ou outras áreas da janela.
Houve um esforço em fornecer a ajuda 'O que é isto?' para qualquer elemento que faça sentido. Está disponível também o diálogo de configuração, e também muitos outros diálogos.
Para usar a ajuda 'O que é isto?', pressione Shift+F1 ou use o item de menu → para habilitar o modo 'O que é isto?'. O cursor se transformará em uma flecha, com um ponto de interrogação, e você pode clicar agora sobre qualquer elemento da janela, para ler a ajuda para aquele elemento, se estiver disponível.
- Botões de Ajuda dos Diálogos
Alguns diálogos possuem o botão de . Pressioná-lo iniciará o KHelpCenter e abrirá a documentação relevante.
O Kate não fornece (ainda) qualquer documentação relacionado a leitura do documento. Dependendo do arquivo que você estiver editando, você pode encontrar a ajuda Integrada ao Emulador de Terminal para visualizar as páginas de manual ou documentação info do UNIX®, ou você pode usar o Konqueror.
A página do Kate fornece alguns Artigos e Howtos com mais informações além do escopo deste manual.
Para obter mais informações sobre as noções básicas de trabalho com o componente de edição base do Kate, leia o capítulo Trabalhando com o Editor KatePart do Manual do KatePart.
Você poderá ativar os plugins individualmente na caixa de diálogo de configuração, a qual também oferece acesso às opções de configuração adicionais dos plugins que necessitem delas.
Os plugins do Kate são funções adicionais para o editor Kate. Eles poderão adicionar menus e atalhos extra, assim como estender as funcionalidades do Kate. Você poderá instalar ou desinstalar os que quiser, dentro do Kate. Abra a janela de configuração do Kate com a opção → . Selecione o → para escolher os plugins desejados.
Os plugins do aplicativo disponíveis são:
Ferramentas externas - Executa ferramentas e aplicativos externos
Navegador Backtrace - exibição da ferramenta de navegação Backtrace C/C++
Plugin de compilação- Compila e mostra as mensagens de erro
Fechamento com exclusão/inclusão - Fecha um grupo de documentos com base em uma extensão ou caminho comuns
Seletor de cor - Exibe uma pré-visualização para nomes de cor conhecidos
Colchetes coloridos - Colchetes coloridos para facilitar a leitura
CTags - Procurar definições/declarações com CTags
Visualização do documento -Visualize o documento no formato de destino.
Seletor de documento - Troca rápida de documentos Alt+Tab
Navegador do sistema de arquivos - Ferramenta de navegação no sistema de arquivos
Exibição da árvore de documentos - Exibe os arquivos abertos em uma árvore de arquivos
GDB - Oferece uma interface simples para o GDB
Plugin do projeto - Integração com Git e outros sistemas de controle de versão
Replicode - linguagem construtivista AI em tempo real
Cliente LSP - cliente LSP que fornece navegação e conclusão de código para vários idiomas
Pesquisar e substituir - Pesquisa e substitui nos documentos, pastas ou projetos
Ferramenta de visualização de Scripts & Snippets - Cria ou baixa snippets de código e scripts do editor
Macros de teclado - Grava e reproduz macros de teclado (ou seja, sequências de ações do teclado)
Plugin do SQL - Executa pesquisas em bancos de dados SQL
Visualizador de símbolos - Extrair e mostrar os símbolos de referência do código
Visualização das ferramentas do Terminal - Tenha um terminal pronto, usando o widget do Konsole do KDE
Navegador do sistema de arquivos - Ferramenta de navegação no sistema de arquivos
Completamento de XML - Apresenta os elementos de XML, os seus atributos, valores e entidades permitidas pela DTD
Validação do XML -Valida arquivos XML usando xmllint
Explorador do compilador - Interface para a ferramenta exploradora de compiladores
Formatação - Plugin de formatação de código
O plugin Ferramentas externas permite invocar aplicativos externos com dados relacionados ao documento atual, por exemplo, seu URL, diretório, texto ou seleção. Uma vez ativado, uma página de configuração é exibida, como mostrado abaixo, permitindo alterar ou remover ferramentas existentes. Da mesma forma, novas ferramentas podem ser adicionadas conforme sua preferência. As ferramentas aparecerão então no submenu do menu do aplicativo.

A página de configuração permite adicionar novas ferramentas externas clicando no botão Adicionar. Nesse caso, um menu pop-up aparece onde é possível adicionar uma nova ferramenta externa, adicionar uma ferramenta existente de uma lista predefinida ou adicionar uma nova categoria para organizar as ferramentas externas em categorias. Da mesma forma, as ferramentas existentes podem ser modificadas com um clique duplo ou invocando Editar..., e Remover remove as ferramentas selecionadas.
Editar uma ferramenta abre uma caixa de diálogo de configuração que permite uma configuração detalhada da ferramenta.

- Como se pode ver, muitos detalhes podem ser definidos, nomeadamente:
Nome, o nome da ferramenta, que aparecerá posteriormente no menu.Ícone, ícone opcional que fica visível no menu.Executável, executável incluindo um caminho completo, ou seu executável deve estar na variável de ambientePATH.Argumentos, argumentos opcionais que são passados para o executável.Entrada, entrada opcional que é passada para o processo via stdin.Pasta de trabalho, o diretório de trabalho no qual a ferramenta será iniciada. Se estiver vazio, o diretório de trabalho será definido como o caminho do documento atual.Tipos MIME, se definido, a ferramenta fica ativa somente se o tipo MIME do documento atual corresponder.Salvar, quando invocado, não salva nada, salva o documento atual ou todos os documentos.Gatilho, um gatilho para executar esta ferramenta. Um gatilhoafetará apenas o documento atualmente ativo e só será executado se o tipo MIME do documento atualmente ativo corresponder ao tipo MIME da ferramenta externa.- Os seguintes gatilhos estão disponíveis:
Nenhum, este é o padrão, significa que a ferramenta não tem nenhum gatilho.Antes de salvar, este gatilho será executado imediatamente antes de salvar o documento.Após salvar, este gatilho executará a ferramenta depois que o documento for salvo.
Recarregar o documento atual após a execução, útil quando o arquivo atual é modificado no disco.Saída, a saída define o destino do stdout. Ela pode ser definida comoIgnorada,Inserir na posição do cursor,Substituir texto selecionado,Substituir documento atual,Anexar ao documento atual,Inserir em novo documento,Copiar para a área de transferênciaouMostrar no painel.Comando do editor, comando opcional que pode ser usado para invocar a ferramenta externa através da linha de comando embutida.
O botão Padrões só é visível para ferramentas que são disponibilizadas com o Kate. Ao clicar nele, todas as configurações da ferramenta são revertidas para os valores padrão (ou seja, de fábrica).
Alguns campos de edição, como o Executável, os Argumentos, a Entrada e a Pasta de trabalho, suportam variáveis que são expandidas ao invocar a ferramenta. Isso é indicado pelo ícone {} que aparece quando um desses campos de entrada de texto recebe o foco (veja o círculo vermelho):

Ao passar o cursor sobre um desses campos de entrada de texto, também é exibida uma dica de ferramenta com o texto expandido atual. Além disso, clicar na ação {} abrirá uma caixa de diálogo que lista todas as variáveis disponíveis:

Esta funcionalidade oferece muita flexibilidade ao definir uma ferramenta externa, já que todas as variáveis do formato %{...} são expandidas quando a ferramenta é invocada. Há dois tipos de variáveis suportadas:
%{nome-variável}%{nome-variável:<valor>}
O primeiro formato, %{nome-variável}, simplesmente substitui a variável pelo seu conteúdo. Por exemplo, a variável %{Document:FileName} é substituída pelo nome do arquivo do documento atual, sem o seu caminho. O segundo formato %{nome-variável:<valor>} obtém o conteúdo <valor>. Por exemplo, isso pode ser usado para expandir uma variável de ambiente com %{ENV:HOME}, ou pode-se obter a data atual no formato desejado, como %{Date:yyyy-MM-dd}.
- Variáveis suportadas incluem:
Document:FileBaseName: Nome base do arquivo sem o caminho e sufixo do documento atual.Document:FileExtension: Extensão do arquivo do documento atual.Document:FileName: Nome do arquivo sem o caminho do documento atual.Document:FilePath: Caminho completo do documento atual incluindo o nome do arquivo.Document:Text: Conteúdo do documento atual.Document:Path: Caminho completo do documento atual excluindo o nome do arquivo.Document:NativeFilePath: Caminho completo do documento, incluindo o nome do arquivo, com o separador de caminho nativo (barra invertida no Windows).Document:NativePath: Caminho completo do documento, excluindo o nome do arquivo, com o separador de caminho nativo (barra invertida no Windows).Document:Cursor:Line: Número da linha da posição do cursor de texto posição no documento atual (começa com 0).Document:Cursor:Column: Número da coluna da posição do cursor de texto no documento atual (começa com 0).Document:Cursor:XPos: Componente X das coordenadas da posição do cursor na tela global.Document:Cursor:YPos: Componente X das coordenadas da posição do cursor na tela global.Document:Selection:Text: Seleção de texto do documento atual.Document:Selection:StartLine: Linha inicial do texto selecionado no documento atual.Document:Selection:StartColumn: Coluna inicial do texto selecionado no documento atual.Document:Selection:EndLine: Linha final do texto selecionado no documento atual.Document:Selection:EndColumn: Coluna final do texto selecionado no documento atual.Document:RowCount: Número de linhas do documento atual.Document:Variable:<variável>: Expande variáveis do documento arbitrárias.Date:Locale: A data atual no formato local atual.Date:ISO: A data atual (ISO).Date:<valor>: A data atual (formato do QDate).Time:Locale: A hora atual no formato local atual.Time:ISO: A hora atual (ISO).Time:<valor>: A hora atual (formato do QTime).ENV:<valor>: Acessa variáveis do ambiente.JS:<expressão>: Avalia instruções JavaScript simples.PercentEncoded:<texto>: Texto codificado como porcentagem.UUID: Gera uma nova UUID.
Diversas ferramentas são fornecidas por padrão. No entanto, se você tiver ferramentas mais úteis, contribua com elas para nosso projeto no GitLab para que possamos adicioná-las a esta lista. Todas as ferramentas padrão são visíveis na lista por padrão. No entanto, todas as ferramentas podem ser alteradas ao seu gosto, incluindo a categoria ou até mesmo excluindo ferramentas. As ferramentas excluídas podem ser adicionadas novamente clicando no botão na página de configuração, conforme descrito acima.
git-cola
- O git-cola é um cliente gráfico do Git que permite preparar e enviar alterações com facilidade. Se instalado, ele também estará disponível pela linha de comando digitando
git-cola Nome: git-colaÍcone: git-colaExecutável: git-colaArgumentos: -r %{Document:Path}Comando do editor: git-cola
gitk
- O gitk também é um cliente git que permite visualizar o histórico do git de forma organizada.
Nome: gitkÍcone: git-guiExecutável: gitkPasta de trabalho: %{Document:Path}Comando do editor: gitk
git blame
- Inicia o comando `git blame` para acompanhar facilmente as alterações do Git no arquivo atual.
Nome: git blameExecutável: gitArgumentos: gui blame %{Document:FileName}Salvar: Documento atualPasta de trabalho: %{Document:Path}Comando do editor: git-blame
Executar Shell Script
- Inicia um konsole externo no qual o documento atual é executado. O script precisa declarar o interpretador na primeira linha por meio de um shebang
#!/path/interpreter. Nome: Executar Shell ScriptÍcone: system-runExecutável: konsoleArgumentos: -e sh -c "cd %{Document:Path} && pwd && chmod -vc a+x %{Document:FileName} && ./%{Document:FileName} ; echo Press any key to continue. && read -n 1"Salvar: Documento atualPasta de trabalho: %{Document:Path}Comando do editor: run-script
Texto selecionado no Google
- Pesquisa o texto selecionado no Google.
Nome: Texto selecionado no GoogleÍcone: globeExecutável: xdg-openArgumentos: "https://www.google.com/search?q=%{Document:Selection:Text}"Comando do editor: google
Inserir UUID
- Insere uma nova UUID cada vez que esta ação é invocada.
Nome: Inserir UUIDExecutável: echoArgumentos: %{UUID}Saída: Insere na posição do cursorComando do editor: uuid
Arquivo completo do formato Clang
- Executa o clang-format no arquivo atual no disco. O documento é recarregado em seguida.
Nome: Arquivo completo do formato ClangExecutável: clang-formatArgumentos: -i %{Document:FileName}Pasta de trabalho: %{Document:Path}Salvar: Documento atualRecarregar: SimComando do editor: clang-format-file
Texto selecionado no formato Clang
- Executa o clang-format apenas no texto selecionado no documento atual.
Nome: Texto selecionado no formato ClangExecutável: clang-formatArgumentos: -assume-fileName: %{Document:FileName}Pasta de trabalho: %{Document:Path}Entrada: %{Document:Selection:Text}Saída: Substitui o texto selecionadoComando do editor: clang-format-selection
Visualização do Qt Quick 2 (qmlscene)
- Exibe uma prévia do arquivo qml atual em qmlscene.
Nome: Visualização do Qt Quick 2 (qmlscene)Executável: qmlsceneArgumentos: %{Document:FileName}Salvar: Documento atualPasta de trabalho: %{Document:Path}Comando do editor: qml-preview
Arquivo completo do formato JSON
- Formata todo o arquivo JSON.
Nome: Arquivo completo do formato JSONÍcone: application-jsonExecutável: jqArgumentos: %{Document:FileName}Salvar: Documento atualPasta de trabalho: %{Document:Path}Saída: Substitui o documento atualComando do editor: json-format-file
Arquivo completo do formato XML
- Formata todo o arquivo XML.
Nome: Arquivo completo do formato XMLÍcone: application-xmlExecutável: xmllintArgumentos: --format %{Document:FileName}Salvar: Documento atualPasta de trabalho: %{Document:Path}Saída: Substitui o documento atualComando do editor: xml-format-file
Este plugin é destinado a desenvolvedores e provavelmente de pouca utilidade para os usuários. Isto mostra um backtrace entregue pelo gdb em uma lista de exibição na janela de visualização do Kate Clicar em um item abre o arquivo selecionado e salta para o número da linha correta. Ele funciona para rastreamentos gerados em sua própria máquina, mas também funciona para backtraces de outras pessoas, isto é com /home/dummy/qt-copy/…/qwidget.cpp encontrados em outras máquinas. Para que funcione, você deve indexar os diretórios onde o código-fonte está localizado.
Às vezes, existem vários arquivos com o mesmo nome, por exemplo
kdegraphics/okular/generators/dvi/config.h |
kdepim-runtime/resources/gmail/saslplugin/config.h |
Para escolher a opção certa, o plugin seleciona as duas últimas partes da URL, neste caso, isso seria
dvi/config.h |
saslplugin/config.h |
Geralmente, o plugin correto é encontrado.
A indexação da ramificação master e outra ramificação, é claro, gerará um conflito.
Na página de configuração, adicionar os diretórios contendo o código-fonte.
Clicar em iniciará a indexação. Quando a indexação for finalizada, abra a ferramenta de visualização do navegador backtrace.
Agora você pode carregar um backtrace da área de transferência (por exemplo, quando clicar em no DrKonqi) ou de um arquivo.
O plugin de compilação permite executar ações como build, clean e compile em um projeto. Você também pode executar automaticamente os aplicativos gerados. O plugin basicamente oferece uma maneira de configurar conjuntos de comandos para serem executados e pode analisar a saída em busca de links para arquivos e linhas e colunas específicas nesses arquivos. Portanto, mesmo que o plugin tenha sido originalmente criado para compilar C/C++ e testado principalmente com essa linguagem, ele também pode ser útil para outros fins e linguagens.
O plugin de compilação adiciona uma área de ferramentas Compilar na parte inferior e um menu no menu principal. A área de ferramentas pode ser usada para selecionar e configurar alvos de compilação, enquanto o menu e seus atalhos podem ser usados para selecionar e executar os comandos de shell configurados.
A visualização da ferramenta Compilar possui duas abas:
Configurações do alvo
Saída
A aba de configurações de alvo pode ser usada para configurar vários alvos e definir conjuntos de alvos.
Um conjunto de alvos é um grupo de comandos que podem ser executados em uma pasta de trabalho específica. Os conjuntos de alvos podem ser adicionados em Projetos ou Sessão. Os conjuntos de alvos personalizados adicionados em Projetos são armazenados em um arquivo .kateproject.build na pasta raiz do projeto e são restaurados quando o projeto é reaberto. Os conjuntos de alvos adicionados em Sessão são armazenados na configuração atual da sessão Kate.
A primeira linha, em um conjunto de alvos, contém um nome para o conjunto na primeira coluna, e na segunda coluna temos a pasta onde os comandos devem ser executados. Em cada linha seguinte, temos um nome para o comando na primeira coluna, um comando de compilação na segunda coluna e um comando de execução na terceira coluna. Para editar um deles, clique duas vezes na entrada ou use o atalho de edição (geralmente F2).
- Pasta de trabalho
A segunda coluna da primeira linha em um conjunto de alvos é usada para configurar a pasta de trabalho usada para compilar e executar comandos. Se o plugin de projeto estiver habilitado, a string da pasta de trabalho também pode conter marcadores para o caminho da pasta base do projeto: %B e para o nome: %b
- Comando de compilação
A segunda coluna nas "linhas não iniciais" contém o comando do shell a ser executado na pasta de trabalho. Observe a palavra "shell". Quase qualquer comando do shell servirá. O comando de compilação pode conter marcadores. %f para o arquivo atual, %d para a pasta do arquivo atual e %n para o nome base do arquivo atual (nome do arquivo sem sufixo).
- Comando de execução
A terceira coluna nas "linhas não iniciais" pode conter um comando shell para execução em um terminal real no diretório de trabalho definido. O terminal é aberto como uma aba. O plugin tentará reutilizar a aba do terminal se o mesmo comando for executado e o aplicativo anterior tiver sido encerrado.
Na parte superior da aba Configurações do alvo, temos uma barra de ferramentas com um filtro de alvo e os seguintes botões:
Compilar o alvo selecionado |
Compilar e executar o alvo selecionado |
Adicionar um novo alvo de compilação |
Criar um novo conjunto de alvos |
Copiar um comando ou conjunto de alvos |
Excluir o comando atual ou conjunto de alvos |
A aba Saída mostra a saída do console gerada pelo comando (de compilação) em execução. Se uma linha contiver o caminho de um arquivo, essa linha será clicável. Se a linha na saída também mostrar um erro ou aviso, a linha terá uma cor diferente.
Se a opção Adicionar erros e avisos ao diagnóstico estiver ativada na página de configurações do plugin nas configurações do Kate, os erros e avisos também serão adicionados à visualização de diagnóstico. Para navegar até o erro anterior na visualização de diagnóstico, pressione Alt+Shift+Esquerda. Para navegar até o próximo erro, pressione Alt+Shift+Direita.
- →
O filtro de seleção de alvos está focado na aba de configurações de alvo. Digitar um nome filtrará os alvos que não correspondem à string digitada. Também é possível usar as teclas de seta para navegar na árvore de alvos. Quando o alvo desejado for selecionado, pressionar Enter executará o alvo selecionado.
- →
Compila o último alvo selecionado. Se nenhum tiver sido selecionado, funciona como Selecionar alvo...
- →
Compila o último alvo selecionado e executa o comando de execução após a compilação. O comando de compilação terminou com sucesso.
- →
Tente compilar o arquivo atual procurando um comando em um possível arquivo compile_commands.json.
- →
Parar a compilação de um alvo.
- →
Foque na próxima aba do plugin de compilação à esquerda. Ou abre a visualização da ferramenta do plugin de compilação, se estiver oculta.
- →
Foque na próxima aba do plugin de compilação à direita. Ou abre a visualização da ferramenta do plugin de compilação, se estiver oculta.
- →
Abre a janela de arquivo e permite que o usuário selecione um CMakeCache.txt. Quando um arquivo é selecionado, o plugin gera comandos de compilação do CMake que podem ser executados na pasta de compilação para o projeto baseado em CMake.
Supondo que você tenha esses documentos abertos no Kate:
| /tmp/subfolder/test.h |
| /tmp/test.cpp |
| /tmp/test.txt |
Em seguida, você tem as seguintes opções para fechar documentos, conforme exibido na captura de tela:
Use a caixa de seleção no último item da lista para ativar ou desativar uma caixa de diálogo de confirmação. A opção selecionada será aplicada para fechar ações.
Este plugin adiciona uma pré-visualização/seletor de cor embutido no texto (por exemplo, #FFFFFF, branco).
Para carregar este plugin, abra a janela de configuração do Kate em → . Em seguida, selecione Seletor de cor e feche a janela.
Na página de configurações do seletor de cor na configuração do Kate, você pode configurar as seguintes opções de comportamento do plugin.
- Mostrar prévia para nomes de cores conhecidos
Se deve mostrar o seletor de cor para nomes de cor conhecidos (por exemplo,
azul-celeste). Consulte esta página para obter a lista de cores.- Colocar a prévia após o texto da cor
Indica se a pré-visualização embutida deve ser colocada após a cor do texto.
- Correspondência de cor hexadecimal
Aqui, você pode escolher a opção que melhor corresponde às cores usadas no seu código.
O plugin de colchetes coloridos colore pares de colchetes correspondentes com cores diferentes para melhorar a legibilidade. No entanto, nem todos os colchetes são coloridos. Um colchete cujo parêntese de abertura ou fechamento correspondente não estiver visível será ignorado. Da mesma forma, um par de colchetes que for o único par de colchetes em uma linha não será colorido.
CTags gera um arquivo de índice (ou tag) de objetos de idioma encontrado nos arquivos de origem que permite que esses itens sejam localizados rápida e facilmente usando esse plugin do Kate.
Uma tag significa um objeto de idioma para o qual uma entrada de índice está disponível (ou, alternativamente, a entrada de índice criada para esse objeto).
A geração de tags é suportada para estas Linguagens de programação.
O plugin CTags usa dois arquivos de banco de dados diferentes para o índice.
Na página de configurações do CTags na configuração do Kate, você pode adicionar ou remover diretórios contendo o código-fonte e regenerar os CTags comuns do banco de dados.
Na parte inferior da página de configurações, você pode adaptar os Comandos do CTags.
Para mais informações sobre todas as opções disponíveis, leia o manual do CTags. Esta página de manual está disponível no KHelpCenter e você também pode inserir a URL man:/ctags diretamente no Konqueror
Clicar em iniciará a indexação. Quando a indexação terminar, a caixa de diálogo será fechada.
Para configurar o índice da sessão, abra a visualização do CTags.
Nesta aba você pode adicionar ou remover diretórios que contêm o código-fonte gerar novamente, de forma manual, o banco de dados do CTags específico da sessão.
Seleciona outro arquivo do banco de dados do CTags, configura os comandos do CTags ou reverte para os comandos padrão.
Você coloca o cursor do mouse sobre o objeto de linguagem de programação de seu interesse, como uma função, símbolo etc. , em seguida, selecione uma das ações do para pular para a linha e o arquivo em que o objeto é definido ou declarado.
Por padrão, as ações no menu não possuem atalhos atribuídos. Use o Editor de atalhos de teclado para configurar seus próprios atalhos.
Como alternativa, use o campo de pesquisa na guia Pesquisa doCTags.
A inserção de caracteres no campo de pesquisa iniciará a pesquisa e exibiránomes correspondentes de objetos da linguagem, como funções, classes, símbolos etc.junto com o tipo e o nome do arquivo.
Selecione um item na lista para saltar para a linha correspondente no arquivo fonte.
- →
Navegue para trás no histórico até a última tag visitada.
- →
Abre a guia Pesquisa na aba de visualização do CTags e mostra todos os objetos da linguagem que correspondem à seleção de texto atual na lista.
- →
Se o cursor estiver em um objeto, isso abrirá o documento contendo a declaração correspondente, se necessário, ative sua visualização e coloque o cursor no início da declaração.
- →
Se o cursor estiver em um objeto, isso abrirá o documento contendo a declaração correspondente, se necessário, ative sua visualização e coloque o cursor no início da declaração.
O plugin permite uma prévia em tempo real do documento de texto atualmente editado e no formato final na barra lateral. Então, ao editar por por exemplo um texto em Markdown ou uma imagem SVG, o resultado é visível instantaneamente ao lado do texto de origem.
Para a exibição, o plugin usa o plugin do KParts, atualmente selecionado como o preferido para o tipo MIME do documento. Se lá não existir um plugin do KParts para esse tipo, nenhuma visualização é possível.
Para alterar o plugin preferido, abra o menu Associações de arquivos nas Configurações do sistema e edite a Ordem de preferência dos serviços na aba Incorporação.
Tabela 4.1. Alguns plugins do KParts estão disponíveis
| Tipo MIME | Plugin do KParts |
| Texto Markdown | KMarkdownWebViewPart ou OkularPart |
| Imagem SVG | SVGPart |
| Arquivos de interface do Qt™ | KUIViewerPart |
| Arquivos de grafos DOT | KGraphviewerPart |
Os botões na parte superior da janela de visualização prévia fornecem estas ações:
Bloqueie a visualização em um determinado documento. A seleção desta opção garante que, se mudar o foco para a visualização de outro documento na mesma janela do Kate, a visualização não seguirá para esse documento, mas continue visualizando esse documento.
Ativar ou desativar atualizações da visualização do conteúdo atual do documento.
Atualizar manualmente a visualização do conteúdo do documento atual
Um menu suspenso com ações do plugin do KParts
- → (Ctrl+Tab), → (Ctrl+Shift+Tab)
Abre uma lista com os últimos documentos visualizados:
Mantenha a tecla Ctrl pressionada e use a tecla Tab para avançar a lista. Além disso, pressione a tecla Shift para inverter a direção.
Mantenha o atalho Ctrl+Tab pressionado e pode usar as teclas Acima, Abaixo, Home ou End para navegar na lista. Pressionar teclas consecutivamente e percorrerá todos os itens. Alternando entre os documentos da lista. Se você soltar as teclas, a tela escolhida será exibida.
O navegador do sistema de arquivos é um visualizador de pastas, permitindo abrir arquivos de uma pasta exibida no quadro atual.
De cima para baixo, o navegador do sistema de arquivos consiste nos seguintes elementos:
- Uma barra de ferramentas
Contém os botões de navegação padrão da ferramenta:
VoltarFaz com que a visão de pastas, com o comando cd, vá para a pasta exibida anteriormente no histórico. Este botão ficará desligado, se não existir o item anterior.
AvançarFaz com que a visão de pastas, com o cd, mostre o próxima pasta do histórico. O botão é desabilitado, caso não exista a próxima pasta.
FavoritosAbre um submenu para editar ou adicionar favoritos e para adicionar uma nova pasta de favoritos.
Pasta de documento atualEste botão fará com que a visão de pastas, com o comando cd , vá para a pasta do documento atualmente ativo, se possível. Este botão é desabilitado se o documento ativo é um arquivo novo ou ainda não salvo, ou se a pasta no qual ele reside não pode ser definida.
OpçõesMostra apenas os nomes dos arquivos.
Mostra o Nome, Data, Tamanho e Tipo dos arquivos.
Como a visão abreviada, mas as pastas podem ser expandidas para ver seu conteúdo.
Isto também permite que as pastas sejam expandidas, mas exibe as colunas adicionais disponíveis na visão detalhada.
Mostra os arquivos normalmente ocultos pelo seu sistema operacional.
Quando esta opções estiver ativa, o navegador do sistema de arquivos fará um cd automaticamente para a pasta do documento atualmente aberto na área de edição toda vez que ele mudar.
- Um entrada de localização
Isto exibe uma navegação no estilo 'trilha de pão' para a pasta atualmente aberta, como no Dolphin. Você pode clicar em qualquer pasta para navegar nela, ou clicar em uma das setas à esquerda de uma pasta para selecionar qualquer pasta a partir dela. Você pode também selecionar a partir de sua lista de locais clicando no ícone mais à esquerda na navegação em 'trilha de pão', que exibe um ícone que representa seu Local atual.
Você pode também clicar na trilha de pão para mudar para uma caixa de texto de onde pode digitar a localização de uma pasta para navegar. O campo da URL mantém uma lista dos campos introduzidos anteriormente. Para escolher um, utilize o botão da seta à direita do campo.
Dica
O campo da URL tem o completamento automático das pastas. O método de completamento pode ser definido usando o menu do botão do mouse do campo.
- Uma visão de pastas
Esta é uma janela de pastas padrão do KDE.
- Uma entrada de filtro
A entrada de Filtro permite a você digitar um filtro para arquivos exibidos na visão de pastas. O filtro está usando padrões, que devem estar separados por espaço em branco. Exemplo:
*.cpp *.h *.mocPara exibir todos os arquivos, digite um único asterisco -
*.O campo do filtro salva os últimos 10 filtros inseridos entre sessões. Para usar um, clique no botão de setas à direita do campo e selecione o filtro desejado. Você poderá desativar o filtro se clicar no botão à esquerda do botão de autocompletamento.
Este plugin pode ser configurado na página do Navegador do sistema de arquivos da configuração do Kate.
- Barra de ferramentas
Configure os botões no navegador do sistema de arquivos, movendo os que deseja ativar para a lista de Ações selecionadas e ordenando-os com as setas ao lado da lista.
A lista de documentos exibe todos os documentos atualmente abertos no Kate. Os arquivos modificados terão um pequeno ícone disquete à esquerda para indicar esse estado.
Na parte superior da lista de documentos existe uma barra de ferramentas com os seguintes botões:
Criar novo documento |
Abre um documento existente |
Documento anterior |
Próximo documento |
Salva o documento atual |
Salva o documento atual com outro nome |
Por padrão, a lista de documentos é exibida no , que exibe a estrutura de pastas em torno de todos osdocumentos abertos. Também está disponível , que mostra em uma lista simples todos os documentos abertos. Você pode alternar os modos clicando com o botão direito do mouse na lista e selecionar no menu .
Se dois ou mais arquivos com o mesmo nome (localizados em pastas diferentes) são abertos no , o nome do segundo aparecerá com o número “(2)”. A dica de ferramenta para o arquivo será exibir seu nome completo, incluindo o caminho, permitindo que você escolha uma.
Para exibir um documento no quadro atualmente ativo, clique no nome do documento na lista.
O menu de contexto possui algumas ações comuns do menu .
Além disso, existem ações do gerenciador de arquivos para renomear ou excluir o arquivo.Com , você pode copiar o caminho completo do documento para a área de transferência.
Você pode classificar a lista de algumas maneiras diferentes clicando com o botão direito do mouse na lista eselecionando no menu . As opções são:
Lista os documentos em ordem alfabética por nome.
Lista os documentos em ordem alfabética por seus caminhos.
Lista os documentos no ordem de abertura
A lista de documentos, por padrão, visualiza seu histórico sombreando asentradas para os documentos mais recentes com uma cor de fundo. Se odocumento foi editado, uma cor extra é misturada. O documento mais recentetem a cor mais forte, para que você possa encontrar facilmente os documentos em que estátrabalhando. Esse recurso pode ser desativado na configuração Documentos configuração da caixa de diálogo.
A localização padrão da lista de documentos no Kate está àesquerda da área de edição.
- Sombreamento de fundo
Essa sessão permite habilitar ou desabilitar o sombreamento de fundo da sua atividade recente, e escolher quais cores utilizar caso habilitado.
- Organizar por
Define como você quer organizar a lista de documentos. Isso também pode ser definido pelo menu botão do mouse na lista de documentos.
- Modo de visualização
Isso fornece duas opções que afetam a exibição da ferramenta visão do documento.A opção Visão em árvore irá mostrar os documentosem uma árvore abaixo das pastas em que estão, enquanto a Visualização de lista exibirá uma lista simples de documentos.
- Mostrar caminho completo
Quando a visualização em árvore e esta opção estão ativadas, as entradas de pasta exibidas na visualização da ferramenta de documentos mostrarão o caminho completo do sistema de arquivos para a pasta, além do nome da pasta. Isso não tem efeito na visualização em lista.
- Mostrar barra de ferramentas
Quando a visualização em árvore e esta opção estão ativadas, uma barra de ferramentas com ações como é exibida acima da lista de documentos. Desmarque esta opção se a barra de ferramentas deve ser ocultada.
- Mostrar botão de fechar
Quando esta opção estiver ativada, o Kate exibirá um botão de fechar para documentos abertos ao passar o cursor sobre eles.
O plugin GDB do Kate fornece uma interface simples para qualquer depurador que suporte o Protocolo de Adaptador de Depurador. Em particular, isso inclui o GNU Project Debugger, também conhecido como GDB, conforme descrito aqui.
Importante
Recomenda-se alguma experiência anterior com o GDB. Para mais informações sobre a utilização do GDB, visite o site do GDB.
Você poderá ativar o plugin do GDB na seção plugins da configuração do Kate.
Dica
Se você compilar com o gcc/g++, poderá querer usar o argumento da linha de comando -ggdb.
Depois de efetuar estas preparações, abra o arquivo de código no Kate, selecione o "perfil de depuração", insira a localização do executável na aba Configurações da área de Depuração e selecione a opção do menu → para começar.
O "perfil de depuração" seleciona o servidor DAP a ser usado (por exemplo, GDB) e a forma de iniciar esse servidor. Um caso típico é o servidor iniciar um processo conforme especificado acima, mas ele também pode se conectar a um processo em execução (nesse caso, um PID deverá ser especificado em vez de um executável). Também podem existir outros modos específicos para a linguagem e o servidor DAP. Veja mais adiante para obter informações adicionais sobre o contexto e a configuração.
Todas estas opções estão disponíveis nos menus do Kate, estando também muitas disponíveis na barra de Depuração.
- → →
Mostra uma área de ferramentas que contém o resultado do GDB, a linha de comando usada pelo GDB e outras opções.
- → →
Mostra uma lista com todas as variáveis carregadas no momento, os seus valores e o backtrace do GDB.
- →
Um submenu que contém uma lista de alvos (executáveis).
- →
Inicia o GDB com um determinado alvo.
- →
Para o GDB.
- →
Reinicia o GDB.
- →
Define um ponto de parada na posição atual do cursor.
- →
Executa a instrução atual (a chamada à função será depurada).
- →
Executa a instrução atual (a chamada à função não será depurada).
- →
Prossegue a execução até que o programa em execução termine.
- →
Move o contador do programa (execução seguinte).
- →
Executa o programa até que atinja a posição atual do cursor.
- →
Ignora os pontos de parada e executa o programa até que termine (com sucesso ou não).
- →
Imprime o valor da variável para onde aponta o cursor no momento.
- → →
Mostra a barra de depuração.
A Área de Depuração consiste em várias páginas:
- Resultado do GDB
Contém o resultado do GDB e uma linha de comando também do GDB.
- Configurações
- Executável
Localização do alvo (executável) para depuração.
- Pasta de trabalho
A pasta de trabalho conferida ao alvo.
- Argumentos
Os argumentos passados ao programa.
- Manter o foco
Mantém a linha de comando do GDB em primeiro plano.
- Direcionar a E/S
Abre uma nova página de E/S na Janela de Depuração, onde poderá ver os resultados e inserir dados no programa em execução.
- E/S
Contém uma área que mostra os resultados do programa em execução e uma linha de comando onde pode inserir dados para ele.
A área da Pilha de chamadas contém uma lista dos registros de chamadas que são devolvidos pelo GDB.
A área de Locais contém uma lista com todas as variáveis do programa carregadas no momento, bem como os seus valores correspondentes.
Agradecimentos especiais ao participante Martin Gergov do Google Code-In 2011 pela escrita de grande parte desta seção.
A página de configuração do plugin define os "perfis de depuração" que podem ser selecionados. A configuração padrão (JSON) é exibida lá e pode ser "sobreposta" por uma configuração semelhante fornecida pelo usuário. Um exemplo de trecho é o seguinte:
{
"dap": {
"debugpy": {
"url": "https://github.com/microsoft/debugpy",
"run": {
"command": ["python", "-m", "debugpy", "--listen", "${#run.port}", "--wait-for-client"],
"port": 0,
"supportsSourceRequest": false
},
"configurations": {
"launch": {
"commandArgs": ["${file}", "${args|list}"],
"request": {
"command": "attach",
"stopOnEntry": true,
"redirectOutput": true
}
},
"attach": {
"commandArgs": ["--pid", "${pid}"],
"request": {
"command": "attach",
"stopOnEntry": true,
"redirectOutput": true
}
},
},
"gdb": {
"url": "gdb",
"run": {
"command": [
"gdb",
"-i",
"dap"
],
"redirectStderr": true,
"redirectStdout": true,
"supportsSourceRequest": true
},
"configurations": {
"launch (debug)": {
"request": {
"command": "launch",
"mode": "debug",
"program": "${file}",
"args": "${args|list}",
"cwd": "${workdir}"
}
}
}
}
}
}
Cada uma das entradas em configurations é combinada com os dados de run e forma um "perfil". Isso especifica o servidor DAP a ser iniciado, juntamente com seus argumentos, sendo estes específicos para o perfil (commandArgs). As outras partes especificam a solicitação do protocolo DAP (launch ou attach), juntamente com extensões específicas do DAP.
É claro que o servidor especificado deve estar instalado (e normalmente também estar no PATH para execução adequada).
Várias etapas de sobreposição/fusão são aplicadas; a configuração do usuário (carregada de um arquivo) sobrepõe a configuração padrão (interna), e a entrada "dap" na configuração do projeto .kateproject, por sua vez, sobrepõe as demais.
Mais informações e detalhes podem ser encontrados na seção Ambiente de execução do cliente LSP abaixo. Mas basta dizer aqui que pode ser necessário executar o processo depurado (e o servidor DAP) em um "ambiente especial", seja definido por variáveis de ambiente ou por algum contêiner (que forneça as dependências e circunstâncias necessárias para a execução adequada).
Semelhante ao exemplo na seção referenciada, a seguinte configuração pode ser fornecida em um .kateproject.
{
// isto pode também ser uma array de objetos
"exec": {
"hostname": "foobar"
// o comando pode também ser uma array de string
"prefix": "podman exec -i foobarcontainer",
"mapRemoteRoot": true,
"pathMappings": [
// ambas as formas a seguir são possíveis
// uma alternativa mais automágica também existe, veja a seção de referência
[ "/dir/on/host", "/mounted/in/container" ]
{ "localRoot": "/local/dir", "remoteRoot": "/remote/dir" }
]
},
"dap": {
"debugpy": {
"run": {
// nesta seção, aplica a todas as configurações
// isto irá corresponder/juntar com o objeto acima
"exec": { "hostname": "foobar" },
// se o servidor está conectado,
// opcionalmente especificar explicitamente a porta (que é adequada parapublicação/encaminhamento)
"port": 5678,
// o servidor pode então também ter que aceitar mais do que o localhost
"host": "0.0.0.0"
}
}
}
}
A seção referenciada deve ser consultada para obter detalhes, mas, em essência, o prefixo será adicionado antes da linha de comando do servidor DAP especificada em outro local. O efeito é que o servidor é executado dentro do contêiner especificado e, por sua vez, também o processo iniciado. O pathMapping organiza a transformação de caminhos de arquivo entre a visualização do editor e a visualização do servidor DAP (contêiner), por exemplo, ao lidar com a definição de pontos de interrupção ou o tratamento de rastreamentos de pilha relatados. Observe que esse mapeamento é opcional e pode ou não ser útil. Ao lidar com código C/C++ compilado no "host", as informações do símbolo fazem referência a arquivos de origem no host que não existem no outro ambiente. No entanto, em outras circunstâncias de script (por exemplo, Python), os arquivos de tempo de execução reais são referenciados (no outro ambiente).
É evidente que o seguinte deve ser levado em consideração.
O servidor DAP deve estar presente no ambiente/container, que deve ser configurado para suportar a operação adequada do depurador (portanto, se necessário, com privilégios e capacidades).
A comunicação entre o editor e o DAP deve ser possível. No caso de um contêiner, este último deve usar a rede do host ou fornecer uma porta mapeada/publicada adequada, juntamente com o trecho de configuração correspondente, como no exemplo acima (já que uma porta selecionada automaticamente, no caso da porta 0, não funcionaria).
Um executável/PID específico deve estar na perspectiva de "contêiner", assim como quaisquer argumentos (executável depurado).
Além disso, como no caso do LSP, algumas variáveis de ambiente são definidas; KATE_EXEC_PLUGIN é definida como dap, KATE_EXEC_SERVER é definida como o tipo de depurador/linguagem (por exemplo, python) e KATE_EXEC_PROFILE é definida como a entrada de configuração (por exemplo, launch).
A ideia básica do plugin de projeto é ter uma lista estruturada de arquivos pertencentes ao projeto com as seguintes propriedades:
Fornecer uma visualização estruturada dos arquivos
Tornar fácil e rápido abrir e mudar projetos
Suporte a busca e substituição para um projeto
Oferecer um autocompletar simples
Tornar simples de abrir rapidamente arquivos em um projeto
Suporte para compilar o projeto
Após o plugin de projeto ser carregado na página de configuração do Kate, abra um arquivo em um projeto e uma barra lateral aparecerá listando todos os projetos, bem como os arquivos do projeto, da seguinte forma:
Como você pode ver, o projeto atualmente ativo é “Kate”, e seu conteúdo está listado na visualização em árvore. Clicar nos arquivos na visualização em árvore abre o arquivo no editor. Além disso, um menu de contexto é fornecido com o qual você pode abrir arquivos com outros aplicativos, como um arquivo .ui com o Qt Designer.
Você pode filtrar os itens digitando parte do nome que deseja buscar na barra de busca localizada a baixo da lista.
A ideia é que você nunca precise abrir um projeto manualmente, isso nem sequer é suportado. Portanto, o que acontece quando você abre um arquivo é que o plugin de projeto verifica rapidamente a pasta e suas subpastas em busca de um arquivo .kateproject. Se encontrado, o projeto é carregado automaticamente.
Além disso, se você abrir outro documento no Kate, que pertence a outro projeto, o plugin de projeto alterna automaticamente para o projeto atual. Assim, intuitivamente, o projeto correto está sempre ativo. Claro, você também pode alternar o projeto ativo usando a caixa de combinação.
O Kate possui um plugin de busca e substituição que aparece na barra lateral inferior. Se um projeto estiver carregado, abra a barra lateral de busca e substituição e mude para o modo para buscar e substituir no projeto atual:
Com o conhecimento de todos os arquivos pertencentes a um projeto, o plugin de projeto fornece recursos simples de autocompletar baseados em CTags. Se um projeto for aberto inicialmente, o CTags analisa todos os arquivos do projeto em uma thread em segundo plano e salva as informações do CTags em /tmp. Este arquivo é então usado para preencher o popup de autocompletar no Kate.
Em contraste, sem esse recurso de autocompletar, o Kate só consegue exibir itens de autocompletar com base nas palavras do arquivo atual. Portanto, o recurso de autocompletar fornecido pelo plugin de projeto é muito mais poderoso.
Se o CTags estiver faltando, um pop-up discreto avisará sobre esse problema. Também é importante notar que o arquivo CTags em /tmp é limpo quando o Kate é encerrado, portanto, o plugin não polui nenhuma pasta com arquivos indesejados.
Outra funcionalidade é o suporte ao Plugin de compilar, para que ele seja configurado automaticamente corretamente.
O plugin de projeto possui um recurso de carregamento automático. Você pode ler a lista de arquivos do sistema de controle de versão. Para isso, o carregamento automático para o respectivo sistema de controle de versão precisa ser ativado nas configurações (ativado por padrão):
Basta criar um arquivo .kateproject na pasta raiz do projeto. Por exemplo, o arquivo “Kate”.kateproject teria a seguinte aparência:
{
"name": "Kate",
"files": [
{
"git": 1
}
]
}
O conteúdo do arquivo está escrito em sintaxe JSON. O nome do projeto é “Kate”, e os arquivos contidos nele devem ser lidos do Git.
Além do git, também são suportados o Subversion através do svn e o Mercurial através do hg. Se você não quiser ler arquivos de um sistema de controle de versão, você pode simplesmente invocar o Kate a partir da linha de comando como:
kate /caminho/para/pasta
ou você pode instruí-lo a carregar arquivos recursivamente de diretórios da seguinte forma:
{
"name": "Kate",
"files": [
{
"directory": "kate",
"filters": [
"*.cpp",
"*.h",
"*.ui",
"CMakeLists.txt",
"Find*.cmake"
],
"recursive": 1,
"hidden": 1
}
],
"exclude_patterns" : [
"^build/.*"
]
}
Aqui, subpastas e filtros definem o que faz parte do projeto. Você também pode misturar controle de versão e arquivos com base em filtros. Arquivos ocultos não serão recuperados se a opção "hidden" for 0. "exclude_patterns" é uma lista de padrões regex que podem ser usados para excluir pastas e arquivos da árvore do projeto. Neste exemplo, todos os arquivos e pastas em um diretório build a partir da raiz serão excluídos.
Se você quiser adicionar suporte para compilação, pode escrever um .kateproject assim:
{
"name": "Kate",
"files": [
{
"git": 1
}
],
"build": {
"directory": "build",
"build": "make all",
"clean": "make clean",
"install": "make install",
"targets": [
{
"name": "all",
"build_cmd": "ninja"
"run_cmd": "./bin/kate"
},
{
"name": "kate",
"build_cmd": "ninja kate-bin"
}
]
}
}
Os alvos especificados acima aparecerão então no Plugin Compilar em "Alvos do plugin de projeto". Se o array "targets" for especificado, então "build", "clean" e "install" serão ignorados. Cada elemento no array especifica um alvo. "name" é o nome do alvo, "build_cmd" será usado para compilar o alvo, "run_cmd" será usado para executar o alvo. O mais importante de tudo é "directory", onde os comandos serão executados.
Caso você tenha um arquivo .kateproject rastreado por um sistema de controle de versão, mas precise ajustar a configuração para um espaço de trabalho específico, você pode salvar essas alterações em um arquivo separado chamado .kateproject.local. O conteúdo deste arquivo terá precedência sobre .kateproject.
Usando → (Alt+1) você pode abrir a visualização Projeto atual na parte inferior da janela do editor com quatro abas:
Um Emulador de terminal iniciando na pasta raiz do projeto.
Ao inserir caracteres na barra de pesquisa, a busca será iniciada e serão exibidos os nomes correspondentes de funções, classes, símbolos etc. juntamente com o tipo, nome do arquivo e número da linha.
Selecione um item na lista para saltar para a linha correspondente no arquivo fonte.
Clique em Iniciar análise para executar uma análise estática de código para os arquivos C e C++ usando cppcheck e gerar um relatório mostrando o nome do arquivo, o número da linha, a gravidade (estilo, aviso etc.) e o problema encontrado.
Selecione um item na lista para saltar para a linha correspondente no arquivo fonte.
O texto inserido nesta aba será salvo no arquivo
.kateproject.notes.
O menu permite alternar entre os projetos atualmente abertos. Ele é exibido pelo plugin de projeto.
O plugin do cliente LSP fornece muitos funcionalidades de linguagem, como preenchimento automático de código, navegação de código ou localização de referências com base no Protocolo do Servidor de Linguagem.
Depois de ativar o cliente LSP na página do plugin, uma nova página chamada Cliente LSP aparecerá na sua janela de configuração do Kate.
Se apropriado, um comando LSP correspondente também é mencionado na explicação abaixo, cuja documentação pode então fornecer informações adicionais e interpretação, embora possa variar dependendo da linguagem específica. A expressão 'símbolo atual' refere-se ao símbolo correspondente à posição atual do cursor, conforme determinado pela linguagem e pela implementação do servidor.
- →
[textDocument/definition] Vai para a definição do símbolo atual.
- →
[textDocument/declaration] Vai para a declaração do símbolo atual.
- →
[textDocument/typeDefinition] Vai para a definição de tipo do símbolo atual.
- →
[textDocument/references] Encontra referências para o símbolo atual.
- →
[textDocument/implementation] Encontra implementações do símbolo atual.
- →
[textDocument/documentHighlight] Realça as referências de símbolos atuais no documento atual.
- →
[textDocument/hover] Ativa a exibição de informações ao passar o cursor sobre o símbolo atual.
- →
[textDocument/formatting] [textDocument/rangeFormatting] Formata o documento atual ou a seleção atual.
- →
[textDocument/rename] Renomeia o símbolo atual.
- →
[textDocument/codeAction, workspace/executeCommand] Calcula e aplica uma correção rápida para um diagnóstico na posição (ou linha) atual.
- →
Mostra a documentação para o item selecionado na lista de completamento.
- →
Mostra também a ajuda para assinatura na lista de completamento.
- →
Solicita a inclusão da declaração de um símbolo ao solicitar referências.
- →
Adiciona automaticamente um par de parênteses após o completamento de uma função.
- →
Mostra informações ao passar o cursor do mouse sobre o elemento. Independentemente dessa configuração, a solicitação sempre poderá ser iniciada manualmente.
- →
[document/onTypeFormatting] Formata partes do documento ao digitar determinados caracteres de gatilho. Por exemplo, isso pode aplicar recuo em novas linhas, ou conforme determinado pelo Servidor LSP. Observe que os scripts de recuo do editor podem tentar fazer o mesmo (dependendo do modo) e, portanto, pode não ser recomendável ter ambos ativados ao mesmo tempo.
- →
Envia edições parciais do documento para atualizar o servidor em vez do documento de texto inteiro (se suportado).
- →
Fornece uma indicação visual temporária após executar um comando "goto" para um local (de definição, declaração, etc.).
- →
[textDocument/publishDiagnostics] Processa e exibe notificações de diagnóstico enviadas pelo servidor.
- →
Adiciona destaques de texto para os intervalos indicados nos diagnósticos.
- →
Adiciona marcas de documento para as linhas indicadas no diagnóstico.
- →
Acessa a aba de diagnóstico na visualização de ferramentas do plugin.
- →
Fecha todas as abas que não sejam de diagnóstico (por exemplo referências) na visualização da ferramentas do plugin.
- →
Reinicia o servidor LSP do documento atual.
- →
Para todos os servidores LSP, que serão então (re)iniciados conforme necessário.
O cliente LSP pode ajudá-lo a navegar até qualquer símbolo em seu projeto ou arquivo atual. Para navegar até qualquer símbolo no arquivo, use a ferramenta "Contorno de símbolo do cliente LSP" na borda direita do Kate. Esta ferramenta lista todos os símbolos encontrados pelo servidor no documento atual.
Por padrão, os símbolos são classificados de acordo com sua ocorrência no documento, mas você pode alterar a classificação para ordem alfabética. Para isso, clique com o botão direito do mouse na janela de ferramentas e marque "Classificar alfabeticamente".
A visualização de ferramentas mostra os símbolos no modo de árvore por padrão, porém você pode alterá-la para uma lista usando o menu de contexto.
Para ir para qualquer símbolo em seu projeto, você pode abrir a caixa de diálogo do símbolo "Ir para" usando Ctrl+Alt+p. A caixa de diálogo está vazia quando é aberta, mas assim que você digita algo, ela começará a mostrar os símbolos correspondentes. A qualidade das correspondências, bem como os recursos de filtragem, dependem do servidor que você usa. Por exemplo, o clangd oferece suporte à filtragem aproximada, mas alguns outros servidores podem não oferecer.
O comando de troca de cabeçalho de origem do Clangd é suportado. Para trocar o cabeçalho de origem em um projeto C ou C++, use a opção "Trocar cabeçalho de origem" no menu de contexto ou o atalho F12.
Você pode ir rapidamente para um símbolo colocando o mouse sobre ele e pressionando Ctrl + botão esquerdo do mouse.
A página de configuração do plugin permite, em sua maioria, a configuração persistente de alguns dos itens de menu acima. No entanto, há uma entrada adicional para especificar o arquivo de configuração do servidor. Este é um arquivo JSON que pode ser usado para especificar o servidor LSP a ser iniciado (e, em seguida, para se comunicar com ele via stdin/stdout). Para maior conveniência, algumas configurações padrão estão incluídas, as quais podem ser inspecionadas na página de configuração do plugin. Para auxiliar na explicação abaixo, um trecho dessa configuração é fornecido aqui:
{
"servers": {
"bibtex": {
"use": "latex",
"highlightingModeRegex": "^BibTeX$"
},
"c": {
"command": ["clangd", "-log=error", "--background-index"],
"commandDebug": ["clangd", "-log=verbose", "--background-index"],
"url": "https://clang.llvm.org/extra/clangd/",
"highlightingModeRegex": "^(C|ANSI C89|Objective-C)$"
},
"cpp": {
"use": "c",
"highlightingModeRegex": "^(C\\+\\+|ISO C\\+\\+|Objective-C\\+\\+)$"
},
"d": {
"command": ["dls", "--stdio"],
"url": "https://github.com/d-language-server/dls",
"highlightingModeRegex": "^D$"
},
"fortran": {
"command": ["fortls"],
"rootIndicationFileNames": [".fortls"],
"url": "https://github.com/hansec/fortran-language-server",
"highlightingModeRegex": "^Fortran.*$"
},
"javascript": {
"command": ["typescript-language-server", "--stdio"],
"rootIndicationFileNames": ["package.json", "package-lock.json"],
"url": "https://github.com/theia-ide/typescript-language-server",
"highlightingModeRegex": "^JavaScript.*$",
"documentLanguageId": false
},
"latex": {
"command": ["texlab"],
"url": "https://texlab.netlify.com/",
"highlightingModeRegex": "^LaTeX$"
},
"go": {
"command": ["go-langserver"],
"commandDebug": ["go-langserver", "-trace"],
"url": "https://github.com/sourcegraph/go-langserver",
"highlightingModeRegex": "^Go$"
},
"python": {
"command": ["python3", "-m", "pyls", "--check-parent-process"],
"url": "https://github.com/palantir/python-language-server",
"highlightingModeRegex": "^Python$"
},
"rust": {
"command": ["rls"],
"path": ["%{ENV:HOME}/.cargo/bin", "%{ENV:USERPROFILE}/.cargo/bin"],
"rootIndicationFileNames": ["Cargo.lock", "Cargo.toml"],
"url": "https://github.com/rust-lang/rls",
"highlightingModeRegex": "^Rust$"
},
"ocaml": {
"command": ["ocamlmerlin-lsp"],
"url": "https://github.com/ocaml/merlin",
"highlightingModeRegex": "^Objective Caml.*$"
}
}
}
Observe que cada "command" pode ser uma matriz ou uma string (nesse caso, ele é dividido em uma matriz). Além disso, uma entrada "global" de nível superior (ao lado de "server") também é considerada (veja mais abaixo). O binário especificado é procurado da maneira usual, por exemplo, usando PATH. Se ele estiver instalado em um local personalizado, este último pode precisar ser estendido. Ou, alternativamente, um link simbólico ou um script wrapper pode ser usado em um local que esteja dentro do PATH usual. Como ilustrado acima, também é possível especificar um "caminho" que será procurado após os locais padrão.
Todas as entradas em "command", "root" e "path" estão sujeitas à expansão de variáveis.
A expressão regular "highlightingModeRegex" é usada para mapear o modo de realce usado pelo Kate ao ID da linguagem do servidor. Se nenhuma expressão regular for fornecida, o próprio ID da linguagem será usado. Se uma entrada "documentLanguageId" for definida como falsa, nenhum ID de linguagem será fornecido ao servidor ao abrir o documento. Isso pode apresentar melhores resultados para alguns servidores que são mais precisos na determinação do tipo de documento do que fazê-lo com base em um modo do Kate.
A partir do exemplo acima, a ideia principal provavelmente está clara. Além disso, cada objeto de entrada do servidor também pode ter uma entrada "initializationOptions", que é passada para o servidor como parte do método 'initialize'. Se presente, uma entrada "settings" é passada para o servidor por meio da notificação 'workspace/didChangeConfiguration'. "completionTriggerCharacters" ou "signatureTriggerCharacters" podem ser especificados como um objeto JSON com os membros de string "exclude" e/ou "include". Estes serão usados para excluir ou adicionar caracteres ao conjunto de gatilhos correspondente, conforme fornecido pelo servidor.
São aplicadas várias etapas de sobreposição/fusão;
configuração do usuário (carregada de um arquivo) substitui a configuração padrão (interna)
entrada "lspclient" na configuração do projeto
.kateprojectsubstitui a acimaa entrada "global" resultante é usada para complementar (não substituir) qualquer entrada do servidor
Uma instância de servidor é usada para cada combinação (raiz, tipo de servidor). Se "root" for especificado como um caminho absoluto, ele será usado como está; caso contrário, será relativo ao “projectBase” (conforme determinado pelo plugin de projeto), se aplicável, ou, caso contrário, relativo ao diretório do documento. Se não for especificado e "rootIndicationFileNames" for uma matriz de nomes de arquivos, um diretório pai do documento atual que contenha tal arquivo será selecionado. Alternativamente, se "root" não for especificado e "rootIndicationFilePatterns" for uma matriz de padrões de arquivo, um diretório pai do documento atual que corresponda ao padrão de arquivo será selecionado. Como último recurso, o diretório inicial é selecionado como "root". Para qualquer documento, o "root" resultante determina se uma instância separada é necessária ou não. Nesse caso, o "root" é passado como rootUri/rootPath.
Em geral, recomenda-se deixar o diretório raiz sem especificação, pois não é tão importante para um servidor (embora isso possa variar). Menos instâncias de servidor são obviamente mais eficientes e também têm uma visão mais ampla do que a visão de muitas instâncias separadas.
Como mencionado acima, várias entradas estão sujeitas à expansão de variáveis. Uma aplicação adequada disso, combinada com abordagens de "script wrapper", permite a personalização para uma grande variedade de circunstâncias. Por exemplo, considere um cenário de desenvolvimento em Python que consiste em múltiplos projetos (por exemplo, repositórios Git), cada um com sua própria configuração de ambiente virtual. Usando a configuração padrão, o servidor de linguagem Python não reconhecerá o ambiente virtual. No entanto, isso pode ser corrigido com a seguinte abordagem. Primeiro, o seguinte fragmento pode ser inserido nas "Configurações do servidor do usuário" do plugin LSPClient:
{
"servers":
{
"python":
{
"command": ["pylsp_in_env", "%{Project:NativePath}"],
"root": "."
}
}
}
A entrada raiz acima é relativa ao diretório do projeto e garante que um servidor de linguagem separado seja iniciado para cada projeto, o que é necessário neste caso, pois cada um tem um ambiente virtual distinto.
pylsp_in_env é um pequeno "script auxiliar" que deve ser colocado em PATH com o seguinte conteúdo (a ser ajustado):
#!/bin/bash cd $1 # executa o servidor (python-lsp-server) dentro de um virtualenv # (i.e. com configuração de variáveis virtualenv) # então ative o virtualenv source XYZ # disponibilidade do servidor ou os argumentos podem variar exec meuservidor
Este é apenas um exemplo de um padrão mais geral que pode ser tratado de forma um pouco mais confortável, conforme descrito na seção Ambiente de execução abaixo.
Cada servidor LSP específico possui sua própria forma de personalização e pode usar meios específicos de linguagem/ferramenta para configuração, por exemplo tox.ini (entre outros, para Python) ou .clang-format para formato no estilo C++. Essa configuração também pode ser usada por outras ferramentas (não LSP), como tox ou clang-format. Além disso, alguns servidores LSP também carregam configurações de arquivos personalizados (por exemplo .ccls). Ademais, a configuração personalizada do servidor também pode ser passada pelo LSP (protocolo), conforme mencionado nas entradas "initializationOptions" e "settings" na configuração do servidor.
Como são aplicados vários níveis de sobrescrita/fusão, o exemplo a seguir de configuração de cliente especificada pelo usuário ajusta algumas configurações do servidor de linguagem Python.
{
"servers": {
"python": {
"settings": {
"pyls": {
"plugins": {
"pylint": {
"enable": true
}
}
}
}
}
}
}
Infelizmente, a configuração/personalização do servidor LSP muitas vezes não é tão bem documentada, de forma que apenas a análise do código-fonte revela as abordagens de configuração e o conjunto de opções disponíveis. Em particular, o servidor do exemplo acima suporta muito mais opções em "configurações". Consulte a documentação de outro cliente LSP para vários outros exemplos de servidores de linguagem e configurações correspondentes, que podem ser facilmente transformadas na configuração JSON usada aqui e descrita acima.
Você pode ativar a opção "formatar ao salvar" nas configurações do LSP, na janela de configuração.
Pode acontecer de serem relatados diagnósticos que não sejam muito úteis. Isso pode ser bastante trabalhoso, especialmente se houver muitos (frequentemente do mesmo tipo). Em alguns casos, isso pode ser ajustado por meios específicos da linguagem (servidor). Por exemplo, o mecanismo de configuração do clangd permite o ajuste de alguns aspectos dos diagnósticos. Em geral, no entanto, pode nem sempre ser evidente como fazer isso, ou pode até não ser possível da maneira desejada devido a limitações ou bugs do servidor.
Assim, o plugin suporta a supressão de diagnósticos semelhante, por exemplo, às supressões do Valgrind. A configuração mais detalhada pode ser fornecida em uma chave "suppressions" na configuração JSON (mesclada).
{
"servers": {
"c": {
"suppressions": {
"rulename": ["filename", "foo"],
"clang_pointer": ["", "clang-tidy", "clear_pointer"],
}
}
}
}
Cada regra (válida) tem um nome arbitrário e é definida por uma matriz de comprimento 2 ou 3 que fornece uma expressão regular para corresponder ao nome do arquivo (completo), uma expressão regular para corresponder ao diagnóstico (texto) e uma expressão regular opcional que corresponde ao intervalo do código-fonte do texto ao qual o diagnóstico se aplica.
Além da configuração detalhada acima, o menu de contexto na aba de diagnósticos também permite adicionar/remover supressões que correspondam exatamente a um diagnóstico específico (texto), seja globalmente (qualquer arquivo) ou localmente (o arquivo específico em questão). Essas supressões são armazenadas e carregadas da configuração da sessão.
Uma coisa é descrever como configurar um servidor LSP (personalizado) para qualquer linguagem específica, outra é conseguir que o servidor funcione sem problemas. Normalmente, felizmente, este último é o caso mais comum. Às vezes, porém, podem surgir problemas devido a alguma configuração incorreta "boba" ou a um problema mais fundamental com o próprio servidor. Este último pode se manifestar tipicamente como algumas tentativas de iniciar o servidor, conforme relatado na aba Saída. Esta última, no entanto, destina-se apenas a transmitir mensagens ou progresso de alto nível, e não a fornecer diagnósticos detalhados, e muito menos para o que é, na verdade, outro processo (o servidor LSP).
A maneira usual de diagnosticar isso é adicionar alguma(s) flag(s) ao comando de inicialização (do servidor de linguagem) que habilite(m) o registro (adicional) em algum arquivo ou no erro padrão, caso isso não ocorra por padrão. Se o Kate for iniciado na linha de comando, então poderemos obter mais informações sobre o que pode estar dando errado.
Também pode ser informativo examinar a troca de mensagens do protocolo entre o cliente LSP do Kate e o servidor LSP. Novamente, este último geralmente possui maneiras de rastrear isso. O cliente LSP também fornece rastreamento de depuração adicional (para stderr) quando o Kate é invocado com a seguinte opção LSPCLIENT_DEBUG=1 e devidamente exportado.
O exemplo de virtualenv em Python acima é apenas um exemplo de um "ambiente de execução" que opera de forma distinta e separada do ambiente usual do host. Isso pode ser alcançado por meio de diferentes configurações de variáveis (por exemplo, virtualenv), ou uma configuração (s)chroot (alternando para outro diretório como novo root), um contêiner (por exemplo, podman, docker) ou uma sessão ssh para outro host. Em cada caso, o "outro ambiente" é definido por um "prefixo de execução". Ou seja, algum programa pode ser invocado/executado no outro ambiente por meio de um "prefixo" (um programa e argumentos) anexado à invocação pretendida. Por exemplo, podman exec -i nome_do_contêiner ou ssh usuário@host.
Em particular, como no exemplo anterior do virtualenv, pode-se optar/precisar executar um servidor LSP em um ambiente separado (por exemplo, um contêiner com todas as dependências necessárias para algum projeto). A abordagem "manual" descrita acima tem a desvantagem de substituir a linha de comando padrão do LSP, que precisa ser especificada e duplicada novamente no script wrapper. Além disso, em alguns dos outros exemplos mencionados acima, o "path namespace" do host (como visto pelo editor) pode ser diferente do do ambiente. Para lidar com essas questões de forma mais sistemática (do que uma abordagem "personalizada"), algumas configurações adicionais podem ser especificadas.
Por exemplo, o seguinte pode ser especificado em uma configuração .kateproject. Obviamente, os comentários "falsos" não devem ser incluídos.
{
// isto pode ser uma array de objetos
"exec": {
"hostname": "foobar"
// o comando também pode ser uma array de string
"prefix": "podman exec -i foobarcontainer",
"mapRemoteRoot": true,
"pathMappings": [
// todas as formas a seguir são possíveis
// um alternativa mais automágica existe também, veja a seguir/abaixo
[ "/dir/on/host", "/mounted/in/container" ]
{ "localRoot": "/local/dir", "remoteRoot": "/remote/dir" }
]
},
"lspclient": {
"servers": {
"python": {
// isto irá corresponder/juntar com o objeto acima
"exec": { "hostname": "foobar" },
// confina este servidor a sua raiz de projeto,
// então ele não é usado para outros projetos que podem ser abertos
// (outros servidores podem já empregar raízes específicas, mas o python generalmente não pode)
"root": "."
},
"c": {
// as above
"exec": { "hostname": "foobar" },
"root": "."
}
}
}
}
Então, o que acontece como resultado do exposto acima? Como mencionado, a parte lspclient acima é mesclada à configuração global, portanto, uma seção exec é encontrada (para as linguagens especificadas). Uma busca é realizada por outro objeto (que especifica hostname correspondente) na seção exec ou lspclient, e um objeto correspondente serve como base para uma mesclagem. Como resultado, um servidor LSP (para C e Python) terá sua linha de comando anexada ao prefixo especificado (variável substituída) e, portanto, será iniciado dentro do contêiner fornecido. Obviamente, o contêiner deve ter sido criado, estar em um estado iniciado corretamente e equipado com servidores LSP apropriados. Poderia ter havido a tentação de usar a seção global (dentro de lspclient). Isso também poderia funcionar, mas então todos os servidores LSP seriam iniciados com esse prefixo, incluindo aqueles para, por exemplo, Markdown, script Bash ou JSON. É mais provável que o host usual ainda forneça esses (se estiverem em uso). Portanto, como sempre, depende da sua configuração específica.
No entanto, o servidor LSP agora pode observar caminhos (remotos) diferentes dos caminhos (locais) que são vistos e usados pelo editor. Os pathMappings especificados são usados para traduzir de um lado para o outro na comunicação com o servidor LSP. Isso é, obviamente, o máximo possível. Claramente, nem todos os caminhos locais têm uma representação remota, mas os ausentes também não são vistos (pelo servidor) e não representam um problema. Por outro lado, o servidor (remoto) agora pode ver e fornecer referências na "raiz remota" que não são evidentemente/facilmente representadas no sistema local. O mapRemoteRoot habilitado mapeia implicitamente a raiz remota para uma "URL local" exec://foobar, que é então tratada por um protocolo KIO simples. Este último utiliza essencialmente (por exemplo) podman exec -i foobarcontainer cat somefile para copiar de um arquivo remoto para um local (e outras variações semelhantes usando ferramentas do pacote coreutils). Basta dizer que não se destina ao uso geral e não promete qualquer desempenho, mas é suficiente para carregar um arquivo referenciado no editor de forma rápida e fácil.
Agora é fácil perceber que uma versão simplificada da configuração acima (sem hostname ou pathMappings) poderia ser usada para lidar com o ambiente virtual sem precisar duplicar a linha de comando do servidor (no script wrapper).
O que se segue pode não ser tão facilmente visível, por isso é mencionado aqui explicitamente.
Tanto o
hostnamequanto oprefixdefinem o ambiente de execução (o primeiro pelo nome, o segundo pelo conteúdo). Em uma instância de processo de editor, o mesmohostnamenão deve ser associado aprefixdiferentes, pois isso leva a um comportamento indefinido (sem necessidade de diagnóstico).Tanto
prefixquantopathMappingsestão sujeitos à expansão de variáveis (do editor) (mas leve em consideração o item anterior).Em tempo de execução, algumas variáveis de ambiente também são definidas, as quais podem ser usadas para ajustar (sutilmente) o comportamento do "inicializador de prefixo" (embora, novamente, preste atenção ao primeiro item). Em particular,
KATE_EXEC_PLUGINé definido comolspclienteKATE_EXEC_SERVERé definido com o ID do servidor (por exemplo,python).Em particular, também
KATE_EXEC_INSPECTé definido como1. Isso notifica o "inicializador de prefixo" de que o receptor (plugin Kate) aceita alguns dados fora de banda/protocolo. Isso permite que o inicializador use algum meio para determinar mapeamentos de caminho (por exemplo,podman inspect) e comunique isso em um formato adequado. Isso será então removido do fluxo que, de outra forma, está em conformidade com o protocolo LSP e usado para estender qualquer mapeamento de caminho definido. Isso pode servir como uma alternativa para especificar, por exemplo, montagens de ligação explicitamente (novamente, duplicando a definição do contêiner). Concretamente, o trecho acima poderia então ser usado em vez disso;{ // ... "exec": { "hostname": "foobar" // repetição infeliz do nome, mas o script auxiliar é simples e direto. "prefix": "exec_inspect.sh foobarcontainer podman exec -i foobarcontainer", "mapRemoteRoot": true, "pathMappings": [] } // ... }
Por último, mas não menos importante, e se a abordagem "KIO de fallback" não for considerada adequada? Na prática, muitas vezes é possível "montar" a raiz remota no sistema de arquivos local e, em seguida, especificar este último em um pathMappings. Para começar, o conhecido sistema de arquivos sshfs (fuse) pode montar um sistema (realmente) remoto no local. Para um contêiner (podman/docker), a maioria das configurações (de driver de sistema de arquivos) suporta o seguinte truque;
$ rootdir=/proc/`podman inspect --format '{{.State.Pid}}' containername`/root
# alguns links simbólicos podem causar problemas, veja também a alternativa abaixo
$ sudo mount --bind $rootdir /somewhere/containername
Se isso falhar, pode-se recorrer ao sshfs, ou, na verdade, a um subconjunto dele para montar a raiz remota/do contêiner;
# consulte as respectivas páginas de manual; sftp-server é suficiente para o protocolo de operações de arquivo real (não criptografado) $ socat 'exec:podman exec -i containername /usr/lib/openssh/sftp-server' 'exec:sshfs -o transform_symlinks -o passive \:/ /somewhere/containername' # ... $ fusermount -u /somewhere/containername
Observe que essa montagem da raiz remota no sistema de arquivos do host provavelmente será especificada manualmente e explicitamente em uma seção pathMappings (exceto em um inicializador de prefixo muito inteligente que organiza tudo isso automaticamente).
O plugin Pesquisar e substituir do Kate permite-lhe pesquisar por um texto ou expressões regulares em vários arquivos de uma só vez. Você pode pesquisar em todos os arquivos abertos, todos os arquivos de uma pasta e, opcionalmente, em suas subpastas, ou no arquivo ativo. Você pode até mesmo filtrar por nome de arquivo, para por exemplo pesquisar somente em arquivos que terminam com uma extensão de arquivo específica.
As opções a seguir são exibidas sempre no topo da ferramenta Pesquisar nos arquivos:

Você pode ter tantas pesquisas quanto desejar abertas ao mesmo tempo. Basta clicar no botão Nova aba no canto superior esquerdo da ferramenta de Pesquisa e uma nova aba de resultados será aberta, permitindo que você realize outra pesquisa.

O botão no canto superior direito da ferramenta Pesquisar nos arquivos alternará a metade inferior da ferramenta entre exibir opções adicionais para o modo Pesquisar na pasta e os resultados de sua pesquisa.
- Localizar
Aqui é onde você digita o que deseja encontrar. Você pode inserir um texto padrão ou uma expressão regular, se este recurso estiver ativo.
- Substituir (campo de texto)
O texto de substituição que será adicionado ao(s) arquivo(s), em vez do texto no campo Localizar.
Quando terminar de configurar tudo, basta pressionar o botão para realizar a pesquisa; para realizar a pesquisa em uma nova aba, pressione e segure Ctrl antes de pressionar o botão . Você também pode pressionar Enter na caixa de texto Localizar para fazer o mesmo (da mesma forma, pressionar Ctrl+Enter realizará a pesquisa em uma nova aba).
Quando você tiver terminado de configurar tudo, basta clicar no botão para substituir o texto introduzido no campo Localizar pelo conteúdo do campo Substituir. Você também pode pressionar Enter no campo Substituir para fazer o mesmo.
Vai para a próxima ocorrência da sua pesquisa, mudando de arquivo se necessário.
Igual ao , mas só irá efetuar as substituições nos arquivos assinalados no painel abaixo.
Estas opções são exibidas abaixo das opções de consulta mencionadas anteriormente. Se os resultados da pesquisa estiverem sendo exibidos, pressione o botão
para exibi-las.
- Pesquisar em
Há três opções. Selecione Arquivos abertos para pesquisar em todos os arquivos atualmente abertos no Kate. Selecione Pasta para pesquisar em uma pasta e opcionalmente em suas subpastas. Selecione Arquivo atual para pesquisar apenas no arquivo ativo.
Se o plugin Projetos estiver carregado, você também poderá pesquisar no Projeto atual ou em Todos os projetos abertos.
- Diferenciar maiúsculas de minúsculas
Restringe os resultados da pesquisa apenas aos que tiverem a combinação exata de letras maiúsculas e minúsculas do texto da sua pesquisa.
- Expressões regulares
Permite-lhe usar expressões regulares, em vez de texto simples, no seu texto de pesquisa.
- Expandir resultados
Mostra todos os resultados encontrados em cada arquivo, em vez de apenas uma lista dos arquivos que contêm o texto da pesquisa.
- Pasta
Você pode inserir a localização da pasta que deseja pesquisar. Por exemplo, você pode inserir
~/development/kde/kate/se deseja pesquisar no código-fonte do Kate. Esta opção só fica disponível ao usar o modo na pasta.- Janela de abertura de arquivo
Clique nesse botão para localizar a pasta no navegador de pastas do seu computador. Esse botão só funciona quando estiver usando o modo Pasta.

Clique neste botão para mudar a Pasta para a pasta pai da atualmente selecionada. Esse botão só funciona quando estiver usando o modo Pasta.

Este botão definirá a entrada Pasta para a pasta na qual o documento atual está localizado. Esse botão só funciona quando estiver usando o modo Pasta.
- Filtro
Isto permite que você pesquise somente por nomes de arquivos que correspondam a um determinado padrão. Por exemplo, para pesquisar somente por arquivos escritos em C++, mude isto para
*.cpp. Para pesquisar somente por arquivos começando comkate, mude isto parakate*. Você pode inserir vários filtros separados por vírgula (,). Esta opção não está disponível quando estiver usando o modo Arquivos abertos.- Excluir
É o oposto do Filtro, impedindo que o Kate pesquise por arquivos que correspondam aos padrões indicados. Como no Filtro, você poderá indicar vários padrões separados por vírgula (
,). Essa opção não está disponível quando estiver usando o modo Arquivos abertos.- Recursivo
Se esta opção estiver ativa, o Kate pesquisará também em todas as subpastas da pasta selecionada. Essa opção só está disponível quando estiver usando o modo Pasta.
- Incluir ocultos
Se esta opção estiver ativa, o Kate também pesquisará em arquivos ou pastas que estão normalmente ocultos pelo seu sistema operacional. Essa opção só está disponível quando estiver usando o modo Pasta.
- Seguir as ligações simbólicas
O plugin Pesquisar nos arquivos normalmente não segue ligações simbólicas. Quando esta opção estiver ativa, o plugin as seguirá ao invés de pesquisar dentro dos arquivos ou pastas às quais elas se referem. Essa opção só está disponível quando estiver usando o modo Pasta.
Atenção
É possível ligações simbólicas que se referem a uma pasta que é a pai da pasta que estiver atualmente sendo pesquisada, ou que outras pastas contenham ligações simbólicas para seus pais. Se existir este tipo de ligação na pasta que está sendo pesquisada e esta opção estiver ativa, o Kate seguirá repetidamente a ligação e pesquisará a pasta, e a pesquisa nunca terminará.
- Incluir arquivos binários
Se esta opção estiver ativa, o Kate pesquisará também irá pesquisar nos arquivos que não parecem ser de texto.
Os resultados de sua pesquisa são exibidos abaixo das opções de consulta. Se as opções do modo de Pesquisa em pasta estiverem sendo exibidas, basta pressionar o botão
para exibi-los. Eles também serão automaticamente exibidos tão logo a pesquisa termine.
Os resultados da pesquisa mostram uma lista de arquivos que contêm o texto que corresponde à sua pesquisa, seguido do número de ocorrências encontradas nesse arquivo.
Para ver uma lista das ocorrências nesse arquivo, basta clicar na seta de expansão à esquerda do nome do arquivo. (Se você selecionou a opção Expandir resultados, isso já foi feito). Será apresentado o número da linha em que foi encontrada a ocorrência, seguido do conteúdo dessa linha, onde o texto da sua pesquisa será destacado em negrito.
Para abrir o arquivo em que foi encontrado o seu resultado, basta clicar duas vezes sobre ele, para ser aberto pelo Kate, se necessário. Você também pode mover o cursor para o local da ocorrência, com um clique duplo nessa lista, em vez de no nome do arquivo.
- → (Ctrl+Alt+F)
Abre a janela da ferramenta Pesquisar e substituir.
- →
Vai para a ocorrência seguinte de uma pesquisa efetuada pelo plugin Pesquisar e substituir.
- →
Vai para a ocorrência anterior de uma pesquisa efetuada pelo plugin Pesquisar e substituir.
- → →
Alterna a exibição da ferramenta Pesquisar e substituir do Kate.
O plugin de Scripts & Snippets do Kate permite adicionar e gerenciar seus próprios trechos de automação. Isso pode variar de trechos estáticos reutilizáveis de texto simples, passando por modelos sofisticados com campos personalizados, automatizados e programáveis, até scripts JavaScript totalmente personalizados para modificar o conteúdo do seu documento.
Na maior parte dos casos, esses tipos de conteúdo são gerenciados exatamente da mesma maneira. Portanto, para facilitar a leitura, a discussão a seguir não diferencia entre trechos estáticos, trechos com script, snippets e scripts. Em vez disso, o termo “trecho” é usado para se referir a todos eles.
O plugin também suporta a atribuição de atalhos de teclado e a inserção de trechos de código por meio do preenchimento automático. Além disso, você pode baixar coleções de trechos de código (os chamados repositórios) da internet.
No painel, você deverá ver uma lista de repositórios de trechos, em conjunto com as opções para criar os seus próprios, obtê-los da Internet ou carregá-los a partir de um arquivo local. Cada repositório tem uma opção de marcação que poderá ser usada para ativá-lo ou desativá-lo. Existem também botões para editar e excluir os repositórios existentes.
Você pode baixar repositórios de trechos a partir da Internet. Basta clica em para abrir uma janela com uma lista de repositórios de trechos. Depois de baixar o trecho desejado, certifique-se que foi ativado.
Para criar um novo repositório de trechos, clique em . Você deverá ver uma caixa de diálogo que lhe pede o nome, licença e autor. Depois de escolher as opções desejadas, clique em .
O editor de repositório de trechos contém as seguintes opções:
- Nome
Aparece na lista de trechos na área de ferramentas e também é pesquisada quando for usada a funcionalidade de autocompletar o código.
- Espaço de nomes
Prefixo usado ao utilizar o completamento de código.
- Licença
Seleciona a licença para o seu repositório de trechos de código.
- Autores
Insira o nome do autor ou autores do arquivo de trecho.
- Tipos de arquivo
Selecione o(s) tipo(s) de arquivo(s) onde quer que o repositório de trechos se aplique. Por padrão, ele está configurado como “*”, o que se aplica a todos os arquivos. Você pode alterá-lo para algo como
C++, por exemplo, ou selecionar a partir de uma lista, clicando nos itens. Poderá também indicar mais de um tipo de arquivo, pressionando Shift enquanto adiciona os tipos.
- Nome
O nome conforme mostrado na lista de trechos e na lista de completamento (obrigatório).
- Tipo
Os trechos podem ser definidos como modelos de texto ou scripts. Ambos os tipos permitem o uso de funções JavaScript (veja detalhes abaixo) e, portanto, podem ser usados com efeito semelhante. No entanto, como regra geral, os modelos de texto serão mais adequados se você quiser principalmente inserir texto, enquanto os scripts costumam ser uma solução mais fácil se você quiser modificar texto).
Nota
O Kate precisa ser compilada com o KTextEditor versão 6.15.0 ou superior para que este recurso esteja disponível. Para versões anteriores, somente trechos de modelo de texto podem ser usados.
- Atalho
Ao pressionar este atalho, o trecho de código será inserido (ou executado) no documento atual.
- Trecho (digite
Modelo de texto) O texto que seu trecho de código irá inserir no documento.
Um trecho de código pode conter campos editáveis. É possível alternar entre eles pressionando a tecla Tab. As seguintes expressões podem ser usadas no texto do modelo para criar campos:
${cria um campo simples e editável. Todas as ocorrências subsequentes do mesmonome_campo}nome_campocriam campos que espelham o conteúdo do primeiro durante a edição.Dica
Os nomes dos campos podem conter qualquer caractere, exceto a chave de fechamento (
}).Para inserir literalmente
${texto}em um trecho de código, escape o sinal`$com uma barra invertida:\${texto}. O texto não será então transformado em um campo. Para inserir barras invertidas literais antes de um campo, escape cada barra invertida individual:\\${campo},\\\\${campo}, e assim por diante.${func(cria um campo que avalia uma função JavaScript a cada edição e é substituído pelo valor de retorno dessa função. Consulte a aba da Biblioteca de Scripts para mais informações.outro_campo1,outro_campo2, ...)}${define um valor padrão para o campo.nome_campo=padrão}padrãoé uma expressão JavaScript. Use aspas (${) para especificar uma string fixa como valor padrão.campo_nome="texto"}Dica
Ao usar valores padrão (
${), lembre-se de que o valor padrão é avaliado imediatamente quando o trecho é inserido no documento e não é atualizado posteriormente quando os campos são alterados.campo_nome=padrão}Você pode referenciar outros campos em valores padrão se eles forem definidos antes do valor padrão que está sendo avaliado. No entanto, isso lhe dará acesso apenas ao valor padrão desses campos.
Caso nenhum valor padrão personalizado seja definido, o valor padrão será o nome do campo.
${cursor}marca a posição final do cursor após todo o resto ter sido preenchido. Inserir texto nesta posição finalizará a edição. Além disso, após pressionar Esc para finalizar a edição, o cursor saltará para esta posição.- Trecho (digite
Script) O código JavaScript a ser avaliado para este trecho
Se este código contiver uma instrução
return, a string retornada será inserida na posição atual do cursor. Você também pode usar a API de scripting do Kate para modificar o documento diretamente.Além disso, seu código pode usar funções definidas na aba da Biblioteca de scripts, que são compartilhadas entre todos os trechos em um repositório.
- Biblioteca de scripts
Funções auxiliares em JavaScript para usar em seus trechos de código. Essas funções são compartilhadas entre todos os trechos de código em um repositório.
Você pode usar a API de script do Kate para obter o texto selecionado, o texto completo, o nome do arquivo e muito mais, usando os métodos apropriados dos objetos
documenteview. Consulte a documentação da API de script para obter mais informações.Quando uma função é chamada em um campo de um trecho de
Modelo de texto, seu valor de retorno é inserido no texto.Nota
Usando funções em trechos de código de
Modelo de texto:As funções podem acessar o conteúdo atualizado de todos os campos por meio do objeto
fields: usefields.meu_campooufields["meu_campo"]. Ao usar uma função como valor padrão para um campo, somente os campos definidos no texto antes estarão disponíveis.Os campos podem ser passados como argumentos para funções. O nome do campo pode ser usado diretamente se for um identificador JavaScript válido e nenhuma variável com esse nome existir. Caso contrário, use o objeto
fields:${func(field)},${func(fields.document)},${func(fields["meu_campo"])}Os campos de função (por exemplo,
${func()}) são reavaliados sempre que o conteúdo de qualquer campo é alterado. No entanto, isso não se aplica a chamadas de função com valores padrão: elas são avaliadas apenas uma vez quando o trecho de código é inserido no documento.Para scripts mais complexos, pode ser importante entender que primeiro, o trecho bruto é inserido no documento, e depois as funções são avaliadas. Por exemplo, se uma função recupera o texto na linha onde o trecho está sendo inserido, esse texto também conterá
${functionCall()}. Quando isso causar complicações, considere usar um trecho do tipoScriptem vez disso.Para simplesmente envolver o texto selecionado em tags, use:
<strong>${view.selectedText()}</strong>Lembre-se de que apenas o valor de retorno de uma função é inserido em um campo.
- Descrição
Uma descrição opcional do que este trecho faz. Ela será exibida em dicas de ferramentas. A descrição pode conter formatação HTML básica.
- Exemplo de uso
O exemplo a seguir invoca um script que envolve o texto selecionado ou - se não houver seleção - um texto padrão, em tags (Tipo de trecho:
Script):let range = view.hasSelection() ? view.selection() : new Range(view.cursorPosition(), view.cursorPosition()); let innertext = range.isEmpty() ? "Bold" : document.text(range); document.removeText(range); document.insertText(range.start, "<strong>" + innertext + "</strong>");
Você pode chamar os trechos de diversas maneiras:
Clicando no trecho a partir da área de ferramentas.
Usando um atalho de teclado, caso tenha atribuído um.
Enquanto estiver escrevendo, você pode pressionar Ctrl+Espaço para mostrar todos os trechos em uma janela conveniente onde poderá fazer a escolha. Essa combinação de teclas oferece uma funcionalidade semelhante a de autocompletar o código.
Se o trecho conter variáveis (além do ${cursor}), o cursor ficará automaticamente posicionado sobre a primeira ocorrência de uma variável, esperando que você digite algo. Quando terminar, você pode pressionar a tecla Tab para ir até a próxima variável, e assim por diante.
→ → (Ctrl+Shift+K).
O plugin irá gravar todas as teclas pressionadas até que você encerre a gravação.
→ → (Ctrl+Shift+K).
O plugin irá parar de gravar as teclas pressionadas e salvar a sequência como a macro atual.
→ → (Ctrl+Alt+Shift+K).
O plugin deixará de gravar as teclas pressionadas, mas a macro atual não será alterada.
É possível salvar macros de teclado atribuindo-lhes um nome.
As macros nomeadas são persistentes entre as sessões de Kate, sendo salvas no arquivo keyboardmacros.json na pasta de dados do usuário do Kate (geralmente ~/.local/share/kate/).
→ → (Alt+Shift+K).
O plugin solicitará que você insira um nome e salvará a macro com esse nome.
O comando kmsave salvará a macro atual com o nome nome.nome
→ → .
O plugin lista as macros salvas como itens neste submenu; ativar um item carregará a macro correspondente como a macro atual.
O comando kmload carregará a macro salva com o nome nome como a macro atual.nome
→ → .
O plugin lista as macros salvas como itens neste submenu; ativar um item irá executar a macro correspondente sem carregá-la.
Observe que cada macro salva é uma ação que faz parte da coleção de ações atual, de modo que um atalho personalizado pode ser atribuído a ela por meio da interface → .
O comando kmplay executará a macro salva com o nome nome sem carregá-la.nome
→ → .
O plugin lista as macros salvas como itens neste submenu; ativar um item irá limpar (ou seja, excluir) a macro correspondente.
O comando kmwipe irá apagar a macro salva com o nome nome.nome
Atualmente, as macros de teclado não funcionam corretamente se alguns tipos de widgets de GUI forem usados: QMenu, QuickOpenLineEdit ou TabSwitcherTreeView, por exemplo.Não sei o motivo, mas meu primeiro palpite é que esses widgets funcionam de maneira não padronizada em relação aos eventos de teclado.
O SQL (Structured Query Language) é uma linguagem especializada para atualizar, excluir e solicitar informações de bancos de dados.
O plugin do SQL do Kate permite-lhe:
Criar um banco de dados
Conectar-se a bancos de dados existentes
Inserir e excluir dados do banco de dados
Executar consultas
Exibir resultados em uma tabela
Selecione a opção do menu ou na barra de ferramentas e depois selecione o controlador de banco de dados do Qt™ que você deseja usar (incluindo QSQLITE, QMYSQL3, QMYSQL, QODBC3, QODBC, QPSQL7 e QPSQL). Se você não conseguir ver o controlador desejado, será necessário instalar. Depois, clique em .
Se o banco de dados que você selecionar usar um arquivo, basta indicar a localização do banco de dados e clicar no botão . Se ele precisar conectar-se a um servidor, você precisa indicar o nome do servidor, o seu usuário e senha, e quaisquer outras informações necessárias ao controlador. Depois, clique em .
Finalmente, forneça um nome a sua conexão e clique em .
Você pode inserir, excluir e atualizar dados usando o plugin SQL da mesma forma que faria pela linha de comando ou dentro de um programa. Basta inserir uma consulta e pressionar o botão na barra de ferramentas ou usar → (Ctrl+E).
Exemplo 4.1. Alguns exemplos de consultas
- INSERT
INSERT INTO
nome_tabela("campo1", "campo2", "campo3", "campo4", "campo5") VALUES ("valor1", "valor2", "valor3", "valor4", "valor5" )- DELETE
DELETE FROM
nome_tabelaWHERE nome = "texto"- UPDATE
UPDATE
nome_tabelaSET "campo1" = "texto", "campo2" = "texto", "campo3" = "texto", "campo4" = "texto", "campo5" = "texto"
Depois de executar uma consulta SELECT, você poderá ver o resultado como uma tabela, que aparecerá na área de ferramentas Resultado dos dados em SQL na parte inferior do Kate ou como texto no Resultado do texto em SQL. Se ocorrer um erro, você poderá ver no resultado de texto.
Na área de ferramentas Resultado dos dados em SQL existem diversos botões:
Altera o tamanho das colunas para caber o seu conteúdo.
Altera o tamanho das linhas para caber o seu conteúdo.
Seleciona todo o conteúdo da tabela e copia-o para a área de transferência.
Exporta todo o conteúdo da tabela para um arquivo, para a área de transferência ou para o documento atual, no formato de valores separados por vírgulas (CSV).
Remove tudo da área da tabela.
Você pode agora alterar as cores apresentadas na tabela, na seção SQL da opção → .
Você pode navegar pelo seu banco de dados com a ferramenta de Esquema de banco de dados no lado esquerdo. A informação apresentada varia de acordo com o controlador de banco de dados que você estiver usando.
Para atualizar esta lista, clique com o botão direito em qualquer lado da área da ferramenta e selecione a opção . Para gerar uma pesquisa sobre qualquer item da lista, clique com o botão direito sobre um item, selecione e depois o tipo de instrução (, , ou ) no submenu que aparece.
- →
Adiciona uma nova conexão usando um controlador de banco de dados.
- →
Remove a conexão selecionada.
- →
Edita as configurações da conexão atual.
- Conexões
Todas as conexões ao banco de dados que você criou são apresentadas entre os itens do menu e . Selecione uma para executar pesquisas ou efetuar modificações sobre elas.
- → (Ctrl+E)
Executa a sua consulta.
Permite aos desenvolvedores visualizar símbolos (funções, macros e estruturas) a partir do código-fonte.
Ao clicar nas informações analisadas, você pode navegar facilmente pelo código.
Atualmente, os seguintes idiomas são suportados:
C/C++, Java™, Perl, PHP, Python, Ruby, XSLT, Tcl/Tk, Fortran
Lista de funcionalidades:
| Modo em Lista/Árvore |
| Aivar/desativar ordenação |
| Ocultar/mostrar parâmetros das funções |
| Expandir/recolher modo em árvore |
| Atualizar automaticamente ao alterar documento |
| A análise sintática do código é baseada na estrutura de realce de sintaxe do KDE Frameworks |
O Emulador de Terminal integrado é uma cópia do aplicativo Konsole do KDE; para sua conveniência. Ele está disponível no item de menu → → e receberá o foco se exibido. Adicionalmente, se a opção Sincronizar automaticamente o terminal com o documento ativo se possível estiver habilitada, ele irá para a pasta do documento atual, se possível, quando for exibido ou quando o documento atual for modificado.
A localização padrão na janela do Kate estará na base, abaixo da área de edição.
Você poderá configurar o Konsole com o seu menu de botão do mouse; para mais informações, veja o manual do Konsole.
O emulador de terminal embutido é fornecido pelo plugin de ferramenta de visualização de terminal.
- → →
Alterna para a exibição de um emulador de terminal integrado.
Quando ativado pela primeira vez, o terminal será criado.
Quando o emulador de terminal for mostrado, ele obterá o foco, e assim você pode iniciar imediatamente a digitação de comandos. Se a opção Sincronizar automaticamente o terminal com o documento ativo quando possível estiver habilitada na página Terminal do Diálogo principal de configuração, a sessão shell irá para a pasta do documento ativo, se ele for um arquivo local.
- →
Fornece o texto selecionado ao emulador de terminal integrado. Não será adicionada nenhuma nova linha após o texto.
- →
Isto fará com que o terminal integrado use cd para a pasta do documento ativo.
Alternativamente, você pode configurar o Kate para sempre manter o terminal em sincronia com o documento atual. Veja em “Configuração” para mais informações.
- →
Executa o documento atual no Konsole. Somente documentos locais podem ser executados. O Kate exibirá um aviso antes de executar o documento, pois esta ação pode representar uma séria ameaça à segurança.
- →
Muda o foco do documento atual para o terminal e vice-versa.
Você pode configurar o plugin da área da ferramenta Terminal na página da caixa de diálogo de configuração.
Estão disponíveis as seguintes opções:
- Sincronizar automaticamente o terminal com o documento atual se possível
Isto causará a integração do terminal ao comando cd dentro da pasta do documento ativo quando lançado, e quando um novo documento obter o foco. Se não estiver habilitado, você terá que fazer toda a sua navegação pelo terminal sozinho.
- Definir a variável de ambiente EDITOR como sendo 'kate -b'
Isto define a variável de ambiente
EDITORde modo que programas executados no terminal embutido que abrem automaticamente um arquivo em um editor abrirão estes arquivos no Kate ao invés do editor configurado em seu shell. Você não será capaz de continuar usando o terminal até que você feche o arquivo no Kate, de modo que o programa que realizou a requisição saiba que você terminou a edição do arquivo.- Oculta o Konsole ao pressionar 'Esc'
Isso permite fechar o terminal integrado pressionando a tecla Esc. Pode causar problemas com aplicativos de terminal que usam a tecla Esc, por exemplo: vim. Adicione esses aplicativos na caixa de entrada de texto abaixo. Os itens da lista devem ser separados por vírgula.
Você pode usar este plugin para processar o texto selecionado usando comandos do terminal. A seleção será usada como entrada para o comando e a saída substituirá a seleção ou será copiada para a área de transferência, dependendo das preferências do usuário.
Exemplos:
less /etc/fstab - cola o conteúdo deste arquivo ou copia-o para a área de transferência
wc - conta linhas, palavras e caracteres da seleção e cola isso no documento ou copia para a área de transferência
sort - classifica as linhas da seleção e cola o resultado no documento ou copia para a área de transferência
- → (Ctrl+\)
Abre a janela para filtro de texto:
Insira o comando do shell na caixa de combinação ou selecione um comando anterior no histórico.
- Copiar o resultado ao invés de colar ele
Copia o resultado para a área de transferência deixando um documento inalterado.
- Mesclar STDOUT e STDERR
Se selecionada, a saída de STDOUT e STDERR será mesclada e nenhum erro será relatado. Caso contrário, STDERR será exibido como uma mensagem passiva.
Este plugin verifica se os arquivos XML são válidos e estão bem formados.
Este plugin verifica o arquivo atual. Uma lista de avisos e erros aparecerá na parte inferior da janela principal do Kate. Você pode clicar em uma mensagem de erro para ir para o local correspondente no arquivo. Se o arquivo tiver um “DOCTYPE”, o DTD fornecido com este doctype será usado para verificar a validade do arquivo. O DTD deve estar em uma posição relativa ao arquivo atual, por exemplo se o doctype se referir a “DTD/xhtml1-transitional.dtd” e o arquivo for /home/peter/test.xml, o DTD deve estar localizado em /home/peter/DTD/xhtml1-transitional.dtd. No entanto, DTDs remotos especificados via HTTP também são suportados.
Se o arquivo não tiver um doctype, será verificado se ele está bem formado.
Para saber mais sobre XML, consulte as páginas oficiais do W3C sobre XML.
Internamente, este plugin chama o comando externo xmllint, que faz parte do libxml2. Se este comando não estiver corretamente instalado em seu sistema, o plugin não funcionará.
Para carregar este plugin, abra a janela de configuração do Kate em → . Em seguida, selecione Validação XML que aparecerá na seção Aplicativo / Plugins e feche a janela.
Este plugin dá pistas sobre o que é permitido em determinada posição de um arquivo XML, de acordo com o DTD do arquivo. Ele lista elementos, atributos, valores de atributos ou entidades válidas, dependendo da posição do cursor (por exemplo, todas as entidades são mostradas se o caractere à esquerda do cursor for “&”). Também é possível fechar a marca aberta mais próxima à esquerda.
O DTD deve existir em formato XML, como produzido pelo programa Perl dtdparse. Chamaremos um DTD neste formato de “meta DTD”. Alguns meta DTDs são fornecidos. Eles estão instalados em katexmltools/ no qtpaths , que também é a pasta padrão quando você escolhe . Para produzir seus próprios meta DTDs, baixe o dtdparse em http://dtdparse.sourceforge.net.--paths GenericDataLocation
Inicie o Kate e abra a janela de configuração em → . Depois, selecione o Completamento de XML que irá aparecer na página → e feche a janela. Depois disso, selecione a opção do menu → . Se o seu documento não tiver nenhum “DOCTYPE” ou se ele for desconhecido, você terá que selecionar uma meta-DTD no sistema de arquivos. Caso contrário, será carregada automaticamente a meta-DTD que corresponder ao DOCTYPE do documento atual.
Você pode agora usar o plugin enquanto digita seu texto:
- < (chave menor que)
Isto disparará uma lista dos elementos possíveis a menos que o cursor esteja já dentro de uma tag. Note que você atualmente não pode usar isto para inserir os elementos de nível mais alto (por exemplo “<html>”).
- </ (tecla 'menor que' + barra)
Inserir estes caracteres irá oferecer o fechamento do elemento atual (o mais próximo do que se encontra à esquerda do cursor). Pressione Enter para aceitar a sugestão. Ao contrário do item , isto funciona apenas com uma DTD atribuída.
- " (chave de citação)
A chave de citação disparará uma lista dos valores de atributos possíveis (se existirem) se você estiver dentro de uma tag.
- (chave espaço)
Isto disparará uma lista dos atributos possíveis para o elemento atual se você estiver dentro de uma tag.
- & (chave E comercial)
Isto disparará uma lista de entidades nomeadas.
Você pode testar todas as funções e limitações carregando katexmltools/testcases.xml em qtpaths no Kate e seguindo as instruções.--paths GenericDataLocation
- → (Ctrl+Enter)
Isto irá abrir uma janela que lhe permite inserir um elemento em XML. Os caracteres <, > e a marca de fecho serão inseridos automaticamente. Se você tiver selecionado algum texto quando tiver selecionado este item do menu, o texto selecionado será rodeado pela marca de abertura e de fecho. A janela também oferece o completamento de todos os elementos que poderão ser inseridos na posição atual do cursor, caso tenha atribuído uma meta-DTD com a opção .
- → (Ctrl+<)
Isto irá pesquisar em seu texto por uma tag que não está ainda fechada e irá fechá-la inserindo a tag de fechamento correspondente. A pesquisa inicia na posição do cursor e vai para a esquerda. Se não puder encontrar uma tag aberta nada acontecerá.
- →
Isto irá dizer ao plugin qual meta DTD usar para o documento atual. Note que esta designação não será salva. Você terá que repetir isto quando você iniciar o Kate na próxima vez.
O plugin de explorador de compilador permite que você use o explorador de compilador de dentro do Kate. O explorador de compilador geralmente é limitado a apenas um arquivo e é difícil usá-lo para visualizar a geração de código de um arquivo em seu projeto. Este plugin visa simplificar esse processo, detectando automaticamente os comandos de compilação do seu arquivo.
A primeira coisa que você precisa fazer é abrir uma aba do explorador de compiladores. Pressione Ctrl+Alt+I para abrir a barra de comandos e procure por "Abrir arquivo atual no explorador de compiladores" e pressione Enter. Você pode adicionar essa ação à barra de ferramentas ou atribuir um atalho a ela para facilitar o acesso.
Em seguida, você precisa configurar uma instância local do explorador de compiladores ou usar a instância pública https://godbolt.org/. Consulte https://github.com/compiler-explorer/compiler-explorer. Depois de ter uma instância, clique na caixa de combinação Opções na aba do explorador de compiladores que você abriu anteriormente e selecione Alterar URL... e, em seguida, insira a URL do servidor do explorador de compiladores.
Em seguida, você precisa de um arquivo compile_commands.json se precisar visualizar a geração de código para um arquivo em seu projeto. Caso contrário, você pode pular esta parte. Isso pode ser facilmente obtido se você estiver usando um sistema de compilação moderno como CMake ou Meson. Para o CMake, basta passar -DCMAKE_EXPORT_COMPILE_COMMANDS=ON ao invocar o cmake. O arquivo compile_commands.json deve ser colocado na raiz do seu projeto. Feche e abra novamente a aba do explorador de compiladores no Kate. Após reabrir a aba, ela deverá mostrar os comandos de compilação necessários para compilar o arquivo.
Se você estiver usando o explorador de compiladores apenas para visualizar a geração de código de algo temporário, basta digitar os comandos de compilação para o seu arquivo e clicar em Compilar. Observe que a recompilação automática durante a edição não é suportada. Você precisa clicar em Compilar sempre que quiser recompilar o arquivo.
Após a compilação do arquivo, você deverá ver o código gerado no lado direito. Você pode clicar com o botão direito e selecionar Revelar código vinculado para ver o código gerado de uma linha específica. Da mesma forma, no lado direito, você pode clicar com o botão direito e selecionar Rolar até o código-fonte para exibir o código-fonte de uma determinada linha gerada.
O plugin de formatação permite formatar código facilmente. O objetivo do plugin é preservar o histórico de desfazer do documento e a posição do cursor do usuário ao formatar o código, para que a formatação não interrompa o trabalho do usuário. Isso é especialmente importante para a formatação automática ao salvar.
Ele permite ao usuário formatar o código de duas maneiras:
Utilizando manualmente a ação "Formatar Documento".
Automaticamente ao salvar
Dica
Você pode pesquisar essa ação na barra de comandos e associar um atalho a ela para facilitar o acesso
A lista atual de idiomas e formatadores suportados é a seguinte:
C/C++/ObjectiveC/ObjectiveC++/Protobuf/GLSL/Java - clang-format
Javascript/Typescript/JSX/TSX - prettier
JSON
prettier
clang-format
jq
Dart - dartfmt
Rust - rustfmt
Go - gofmt
XML - xmllint
Zig - zigfmt
CMake - cmake-format
D - dfmt
Fish Shell - fish_indent
Bash - shfmt
Nix - nixfmt
QML - qmlformat
HTML - prettier
Swift - swiftformat
Erlang - erlfmt
Godot Script - gdformat
Python
autopep8
ruff
YAML
yamlfmt
prettier
O plugin pode ser configurado de duas maneiras:
Globalmente, a partir da janela de configuração
Para cada projeto, usando o arquivo
.kateproject
Ao ler a configuração, o plugin primeiro tentará ler a configuração do arquivo .kateproject e, em seguida, lerá a configuração global. Exemplo:
{
"formatOnSave": true,
"formatterForJson": "jq",
"cmake-format": {
"formatOnSave": false
},
"autopep8": {
"formatOnSave": false
}
}
A configuração acima:
ativa a opção "formatar ao salvar" globalmente
especifica "jq" como o formatador para JSON
desativa a opção "formatar ao salvar" para cmake-format e autopep8
Para configurar a formatação de um projeto, primeiro crie um arquivo .kateproject e, em seguida, adicione um objeto "formatting" a ele. No objeto "formatting", você pode especificar suas configurações, como mostrado no exemplo anterior. Exemplo:
Nota
Você precisa habilitar o plugin de projeto para que isso funcione
{
"name": "Meu Projeto Legal",
"files": [
{
"git": 1
}
],
"formatting": {
"formatterForJson": "clang-format",
"autopep8": {
"formatOnSave": false
}
}
}
Para obter mais informações sobre as ferramentas avançadas de edição incluídas no Kate, leia o capítulo Ferramentas avançadas de edição do Manual do KatePart.
Como em qualquer editor de texto avançado, o Kate oferece uma grande variedade de formas para ampliar suas funcionalidades. Você pode criar scripts simples para adicionar funcionalidades com o JavaScript ou adicionar ainda mais funcionalidades ao editor propriamente dito com os plugins do Kate, escritos em C++. Finalmente, assim que tiver ampliado as funcionalidades do Kate, sinta-se a vontade para se juntar a nós e compartilhar as suas melhorias com o mundo!
Para obter mais informações sobre como adicionar ou modificar as definições de realce de sintaxe, leia a seção Trabalhando com realce de sintaxe, no capítulo de Desenvolvimento do manual do KatePart.
Para obter mais informações sobre a criação de scripts em JavaScript, leia a seção Criando scripts com JavaScript, no capítulo de Desenvolvimento do Manual do KatePart.
Os Plugins do aplicativo ampliam as funcionalidades do editor Kate propriamente dito, usando a mesma linguagem de programação em que o Kate é escrito - C++.
Para começar, leia o Tutorial de criação de um plugin no site do Kate.
Para obter mais informações sobre o modo de entrada VI do Kate, leia o capítulo Modo de Entrada do VI no Manual do KatePart.
- → (Ctrl+N)
Este comando inicia um novo documento na janela de edição. Na lista à esquerda, o novo arquivo chama-se Sem título.
- → (Ctrl+O)
Exibe a janela padrão do KDE de Abrir arquivo. Use esta janela para selecionar o arquivo que deseja abrir, e então clique em para abri-lo.
- →
Este é um atalho para os documentos recentemente salvos. Clicar neste item abrirá uma lista ao lado do menu com vários dos arquivos mais recentemente salvos. Clicar em um arquivo específico irá abri-lo no este aplicativo - se o arquivo ainda estiver na mesma localização.
- →
Este submenu apresenta uma lista com os aplicativos conhecidos que conseguem lidar com o tipo MIME do seu documento atual. Se ativar um item, irá abrir o documento atual com esse aplicativo.
Além disso, existe a entrada , que invoca a janela de seleção de aplicativos que lhe permite selecionar outro aplicativo para abrir o arquivo ativo. O seu arquivo ainda permanecerá aberto no Kate.
- → (Ctrl+S)
Isto salva o documento atual. Se o documento já tiver sido salvo então isto sobrescreverá o arquivo anteriormente salvo sem pedir pela permissão do usuário. Se esta é a primeira vez que salva um novo documento, o diálogo salvar como (descrito abaixo) será invocado.
- → (Ctrl+Shift+S)
Permite que um documento seja salvo com um novo nome de arquivo. Isso é feito com a caixa de diálogo de arquivo descrita acima na seção Abrir deste arquivo de ajuda.
- →
Salva um documento com um novo nome de arquivo e com outra codificação.
- →
Salva uma cópia do documento com um novo nome de arquivo e continua a edição do documento original.
- → (Ctrl+L)
Este comando salva todos os arquivos abertos e modificados.
- → (F5)
Recarrega o arquivo ativo do disco. Este comando é útil, se outro programa ou processo tiver alterado o arquivo enquanto você o manipula no este aplicativo.
- →
Recarrega todos os arquivos abertos.
- → (Ctrl+P)
Abre uma janela de impressão que permite ao usuário especificar o quê, onde e como imprimir.
- →
Salva o documento aberto como um arquivo HTML, que será formatado de acordo com as configurações atuais de realce de sintaxe e esquema de cores.
- → (Ctrl+W)
Fecha o arquivo ativo com este comando. Se você tem modificações que não foram salvas, será pedido a você para salvar o arquivo antes que o Kate feche-o.
- →
Fecha os outros documentos abertos.
- →
Este comando fecha todos arquivos que você possui abertos no Kate.
- →
Fecha todos os documentos na lista de arquivos que não podem ser reabertos durante a inicialização, por não estarem mais acessíveis.
- → (Ctrl+Q)
Este comando fecha o Kate e quaisquer arquivos que você estiver editando. Se você possuía mudanças que não foram salvas, em qualquer um dos arquivos que você estiver editando, você será avisado para salvá-los.
- → (Ctrl+Z)
Desfaz o último comando de edição (digitação, cópia, colagem, etc.)
Nota
Isto pode desfazer vários comandos de edição do mesmo tipo, como digitação.
- → (Ctrl+Shift+Z)
Isto reverte a mudança mais recente (se houver) feita usando o Desfazer.
- → (Ctrl+X)
Apaga a seleção atual e a coloca na área de transferência. A área de transferência é uma funcionalidade invisível e oferece uma forma de transferir dados entre os aplicativos.
- → (Ctrl+C)
Copia o texto que estiver selecionado para a área de transferência, para que possa ser colado em outro local. A área de transferência é uma funcionalidade invisível e oferece uma forma de transferir dados entre os aplicativos.
- → (Ctrl+V)
Insere o primeiro item da área de transferência na posição do cursor. A área de transferência é uma funcionalidade invisível e oferece uma forma de transferir dados entre os aplicativos.
Nota
Se a Seleção de Sobrescrita estiver habilitada, o texto colado sobrescreverá a seleção, se existir.
- → (Ctrl+Shift+Ins)
Isso colará o conteúdo da seleção do mouse que foi escolhido anteriormente. Marque algum texto com o ponteiro do mouse para colá-lo no arquivo atualmente aberto usando este item de menu.
- →
Isso irá trocar o texto selecionado com o conteúdo da área de transferência.
- →
Este submenu irá mostrar a parte inicial do texto recentemente copiado para a área de transferência. Selecione um item a partir deste menu para colá-lo no arquivo aberto.
- →
Copia a seleção como HTML, formatada de acordo com as configurações atuais de realce de sintaxe e esquema de cores.
- → (Ctrl+A)
Isto irá selecionar todo o documento. Isto pode ser muito útil para copiar um arquivo inteiro para outro aplicativo.
- → (Ctrl+Shift+A)
Retira a seleção de texto no editor, se existir.
- → (Ctrl+Shift+B)
Ativa ou desativa o Modo de Seleção. Quando o Modo de Seleção for BLOCO, a barra de estado contém o texto BLOCO e você poderá fazer seleções verticais, por exemplo selecionar as colunas de 5 a 10 nas linhas 9 a 15.
- →
Alterna entre os modos Normal e Estilo VI, de edição modal. O modo Estilo VI tem suporte aos comandos e sequências mais usados nos modos normal e visual do 'vim', tendo uma barra de estado opcional do modo VI. Esta barra de status mostra os comandos, à medida que vão sendo inseridos, o resultado dos comandos e o modo atual. O comportamento deste modo poderá ser configurado na seção Modo de Entrada VI da página de Edição, na janela de configuração do este aplicativo.
- → (Ins)
Ativa ou desativa os modos de Inserção/Sobrescrita. Quando o modo for o INS, você poderá inserir caracteres no local onde se encontra o cursor. Quando o modo for o SOB, os caracteres inseridos irão substituir os caracteres atuais, se o seu cursor estiver posicionado antes de algum texto. A barra de estado mostra a informação sobre o Modo de Sobrescrita como INS ou SOB.
- → (Ctrl+F)
Isto abre a barra de pesquisa incremental no fundo da janela do editor. Do lado esquerdo da barra, existe um botão com um ícone para fechar a barra, seguido de um pequeno campo de texto para introduzir o padrão a pesquisar.
Quando você começar a inserir caracteres no seu padrão de pesquisa, a busca começa imediatamente. Se existir uma ocorrência no texto, ela fica realçada e a cor de fundo do campo muda para verde-claro. Se o padrão de pesquisa não corresponder a nenhum texto, isto é indicado por uma cor de fundo vermelho-claro no campo.
Use os botões
or
para ir para a ocorrência anterior ou seguinte no documento.As correspondências no documento são realçadas mesmo quando você fecha a barra de pesquisa. Para limpar este realce, pressione a tecla Esc.
Você poderá escolher aqui se a pesquisa faz a distinção entre minúsculas e maiúsculas. Se selecionar a opção
, irá limitar as pesquisas para os itens que correspondam às letras (maiúsculas ou minúsculas) de cada um dos caracteres do padrão de pesquisa. Clique no botão
à direita da barra de pesquisa incremental, para mudar para a barra mais poderosa de pesquisa e substituição. - → → (F3)
Isto repete a última operação de busca, se houver, sem chamar a barra de pesquisa incremental, e procura no documento para frente, iniciando a partir da posição do cursor.
- → → (Shift+F3)
Isto repete a última operação de busca, se houver, sem chamar a barra de procura, e busca no documento para trás ao invés de para frente.
- → → (Ctrl+H)
Procura a próxima ocorrência do texto selecionado.
- → → (Ctrl+Shift+H)
Procura a ocorrência anterior do texto selecionado.
- → (Ctrl+R)
Este comando abre a barra avançada de pesquisa e substituição. No lado superior esquerdo da barra, existe um botão com um ícone para fechar a barra, seguido de um pequeno campo de texto para inserir o padrão a pesquisar.
Você pode controlar o modo de pesquisa selecionando as opções Texto simples, Palavras completas, Sequências de escape ou Expressão regular na lista.
Se Sequências de escape ou Expressão regular estiver selecionado, o item de menu na base do menu de contexto de caixas de texto será habilitado e lhe permitirá adicionar sequências de escape ou expressões regulares para pesquisa ou substituição de padrões a partir de listas pré-definidas.
Use os botões
or
para ir para a ocorrência anterior ou seguinte no documento.Insira o texto de substituição no campo de texto Substituir e clique no botão , para substituir apenas o texto realçado, ou o botão para substituir o texto de pesquisa no documento inteiro.
Você poderá modificar o comportamento da pesquisa e da substituição ao selecionar as diferentes opções no lado direito da barra. Se selecionar a opção
, irá limitar as pesquisas apenas aos itens com capitalização correspondente (maiúsculas ou minúsculas) para cada um dos caracteres no padrão de pesquisa. A opção
irá procurar e substituir apenas dentro do texto selecionado no momento. A opção Procurar tudo realça todas as ocorrências no documento e mostra o número de correspondências encontradas em uma pequena janela de contexto. Clique no botão
à direita da barra avançada de pesquisa e substituição, para mudar para a barra de pesquisa incremental. - → → (Ctrl+6)
Move o cursor para o parêntese de abertura ou fechamento associado.
- → → (Ctrl+Shift+6)
Seleciona o texto entre os parênteses de abertura e de fechamento associados.
- → →
As linhas que foram alteradas desde a abertura do arquivo são chamadas de linhas modificadas. Esta ação move o cursor para a linha modificada anterior.
- → →
As linhas que foram alteradas desde a abertura do arquivo são chamadas de linhas modificadas. Esta ação move o cursor para a próxima linha modificada.
- → → (Ctrl+G)
Isto abre a barra "ir para linha" no fundo da janela, que é usada para fazer com que o cursor pule para uma linha em particular (especificada pelo número) no documento. O número da linha pode ser inserido diretamente na caixa de texto ou graficamente clicando na seta para cima e para baixo do controle de contagem ao lado da caixa de texto. A pequena seta para cima aumentará o número da linha e a seta para baixo diminuirá. Feche a barra com um clique no botão com um ícone existente no lado esquerdo da barra.
- →
Abre outra instância do Kate. A nova instância será idêntica à sua instância anterior.
- → (Alt+Direita)
Ativa a próxima aba na barra de abas.
- → (Alt+Esquerda)
Ativa a aba anterior na barra de abas.
- → (Ctrl+Shift+T)
Reabre o(s) último(s) documento(s) fechado(s).
- → (Ctrl+Alt+O)
Mostra um campo de pesquisa e uma lista dos arquivos abertos na área de edição. Ao digitar um texto no campo de pesquisa, serão pesquisados os nomes e URLs do documento à procura de texto correspondente. Enquanto digita o texto no campo de pesquisa, você pode usar as teclas de cursores Acima e Abaixo para navegar na lista. Se pressionar a tecla Enter ou clicar duas vezes sobre um item da lista, a janela será alterada para o documento selecionado nessa lista. Isto facilita muito a alternância entre documentos, caso tenha muitos abertos.
Esta ação também está disponível usando o ícone
no canto superior direito da janela do editor.- → → (Shift+F8)
Coloca a área do documento anterior em primeiro plano, se você tiver dividido a área de edição em várias visões.
- → → (F8)
Coloca a área do documento seguinte em primeiro plano, se você tiver dividido a área de edição em várias visões.
- → →
Foca intuitivamente a visualização dividida à esquerda, usando a posição do cursor para desambiguar, se necessário.
- → →
Foca intuitivamente a visualização dividida à direita, usando a posição do cursor para desambiguar, se necessário.
- → →
Foca intuitivamente a visualização dividida acima, usando a posição do cursor para desambiguar, se necessário.
- → →
Foca intuitivamente a visualização dividida abaixo, usando a posição do cursor para desambiguar, se necessário.
- → → (Ctrl+Shift+L)
Isto dividirá o quadro (que pode estar na área principal de edição) em dois quadros de tamanhos iguais, sendo o mais novo à esquerda do atual. O quadro mais novo obtém o foco e exibirá os mesmos documentos que o antigo.
Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate.
- → → (Ctrl+Shift+T)
Divide o quadro atual (que pode estar na área principal de edição) em dois quadros de tamanhos iguais, sendo o mais novo abaixo do atual. O quadro mais novo obtém o foco e exibirá os mesmos documentos que o antigo.
Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate
- → →
Isso dividirá a visualização atualmente ativa verticalmente em duas e moverá o documento atualmente ativo para a visualização da direita.
Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate.
- → →
Isso dividirá a visualização atualmente ativa horizontalmente em duas e moverá o documento atualmente ativo para a visualização abaixo.
Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate
- → →
Alternar entre divisão horizontal e vertical.
- → → (Ctrl+Shift+R)
Fecha o quadro ativo, que pode ser identificado como a que mostra o cursor intermitente. Isto fica desativado, se existir apenas um quadro (a área de edição principal).
Nenhum documento é fechado ao se fechar um quadro –; os documentos ainda estarão disponíveis no Menu , bem como na Lista de Arquivos.
Veja também em Trabalhando com o MDI do Kate
- → →
Fecha todos os quadros, exceto o ativo (a que mostra um cursor intermitente). Isto fica desabilitado, se existir apenas um quadro (a área de edição principal).
Nenhum documento é fechado ao se fechar um quadro –; os documentos ainda estarão disponíveis no Menu , bem como na Lista de Arquivos.
- → →
Oculta todas as áreas divididas, exceto a que estiver ativa.
- → →
Quando a opção de exibição Dividir estiver ativa, isto irá mover a borda entre dois documentos divididos na vertical para a esquerda.
- → →
Quando a opção de exibição Dividir estiver ativa, isto irá mover a borda entre dois documentos divididos na vertical para a direita.
- → →
Quando a opção de exibição Dividir estiver ativa, isto irá mover a borda entre dois documentos divididos na horizontal para cima.
- → →
Quando a opção de exibição Dividir estiver ativa, isto irá mover a borda entre dois documentos divididos na horizontal para baixo.
Nota
Algumas ações comuns no menu estão disponíveis usando o botão
no canto superior direito da janela do editor
- →
- → → (Ctrl+Alt+Shift+F)
Ativa ou desativa a visibilidade das linhas de botões da barra lateral. Este comando não afeta a visibilidade dos elementos da barra lateral, isto é, todas as barras laterais que estavam visíveis assim irão continuar e, se tiver atribuído atalhos aos comandos abaixo, eles irão também continuar a funcionar.
- → →
Uma lista de todos os plugins ativados. Use a caixa de seleção em frente a cada item para alternar a exibição da visualização da ferramenta.
- → (F7)
Este comando irá ativar ou desativar a visualização da linha de comando embutida.
- → (Ctrl++)
Isto aumenta o tamanho da fonte usada para exibição.
- → (Ctrl+-)
Isto diminui o tamanho da fonte usada para exibição.
- →
Este menu apresenta os esquemas de cor disponíveis. Você poderá alterar aqui o esquema para a janela atual; para alterar o esquema padrão, você deve usar a página Fontes & Cores da janela de configuração.
- → → (F10)
Ativa ou desativa a quebra de linha dinâmica para a janela atual. A quebra de linha dinâmica faz com que todo o texto de uma janela fique visível, sem a necessidade de se deslocar na horizontal, repartindo uma linha em várias linhas visuais, de acordo com as necessidades.
- → →
Escolhe se e quando deverão ser mostrados os indicadores de mudança de linha. Isto só fica disponível se a opção Mudança de Linha Dinâmica estiver assinalada.
- → →
Ativa ou desativa a visualização de uma linha vertical que indica a posição da largura da mudança da linha, como está definida na janela de configuração. Esta funcionalidade exige que você use uma fonte monoespaçada.
- → → (F6)
Isto é um item de comutação. Se o ligar, irá ativar a Borda dos Ícones do lado esquerdo do editor ativo, e vice-versa. A borda dos ícones indica as posições das linhas marcadas no editor.
- → → (F11)
Este é um item de caixa de verificação. Se marcado, fará com que apareça um painel exibindo o número das linhas do documento visível na borda esquerda do editor ativo, e vice-versa.
- → →
Ativa ou desativa a visualização de favoritos (e outras marcas) na barra de rolagem vertical. Quando estiver ativa, uma marca é representada com uma linha fina na cor da marca na barra de rolagem. Ao clicar com o botão do mouse na linha irá rolar a visualização para uma posição próxima dessa marca.
- → →
Isto irá substituir a barra de rolagem com a visualização do documento atual. Para obter mais informações sobre o minimapa na barra de rolagem, consulte a seção Minimapa na Barra de Rolagem do Manual do KatePart.
- →
Estas opções são referentes à dobradura de código:
- (F9)
Ativa ou desativa a visualização da área de marcadores de dobragem e desdobramento do lado esquerdo da janela.
Recolhe a região que contém o cursor.
Expande a região que contém o cursor.
- (Ctrl+Shift+-)
Recolhe todos os níveis superiores do documento. Clique no triângulo que aponta para a direita para expandir todos os níveis superiores.
- (Ctrl+Shift++)
Expande todas as regiões de nível superior no documento.
Mostrar/ocultar uma área em torno dos espaços não-visíveis.
Abaixo das entradas descritas aqui, uma entrada para cada favorito no documento ativo estará disponível. O texto será as primeiras palavras da linha marcada. Escolha um item para mover o cursor para o início daquela linha. O editor rolará o necessário para tornar aquela linha visível.
- → (Ctrl+B)
Ajusta ou remove um favorito da linha atual do documento ativo (se já existe, é removido, caso contrário o favorito é configurado).
- →
Este comando removerá todos os marcadores do documento bem como a lista de marcadores que é anexada na base deste item de menu.
- → (Alt+Page Up)
Isto irá mover o cursor para o início da linha imediatamente acima que contiver um favorito. O texto do item do menu irá incluir o número da linha e o primeiro pedaço de texto da linha. Este item só está disponível quando houver um favorito numa linha acima do cursor.
- → (Alt+Page Down)
Isto irá mover o cursor para o início da linha imediatamente abaixo que contiver um favorito. O texto do item do menu irá incluir o número da linha e o primeiro pedaço de texto da linha. Este item só está disponível quando houver um favorito numa linha acima do cursor.
Este menu contém entradas para usar e gerenciar as sessões do Kate. Para mais informações, leia mais sobre como Usar as Sessões.
- →
Cria uma sessão nova vazia. Todos os arquivos abertos atualmente serão fechados.
- →
Abre uma sessão existente. A janela do Seletor de Sessões aparece, para que você possa escolher uma.
- →
Este submenu permite-lhe abrir uma sessão existente.
- →
Salva a sessão atual. Se a sessão for anônima, ser-lhe-á pedido um nome para a sessão.
- →
Salva a sessão atual com um nome novo. Ser-lhe-á pedido o nome a usar.
- →
Mostra a janela do Gerenciador de Sessões, que lhe permite mudar o nome das sessões e removê-las.
- →
Configura o documento atual no modo Apenas para Leitura. Isto evita que seja adicionado qualquer texto ou formatação ao documento.
- →
Seleciona o esquema de tipo de arquivos que você preferir para o documento ativo. Isto substitui o modo de tipo de arquivos global definido na opção → na aba Tipos de Arquivos somente para o seu documento.
- →
Escolhe o esquema de realce de sintaxe que preferir para o documento ativo. Isto substitui o modo de realce global definido na opção → , somente para o seu documento.
- →
Escolhe o estilo de recuo que preferir para o documento ativo. Isto substitui o modo de recuo global definido na opção → , somente para o seu documento.
- →
Você poderá sobrepor a codificação pré-definida na opção → , na página Abrir/Salvar, para definir uma codificação diferente para o seu documento atual. A codificação que definir aqui será válida apenas para o seu documento atual.
- →
Escolhe o modo de fim de linha desejado para o documento ativo. Isto substitui o modo de fim de linha global definido na opção → , somente para o seu documento.
- →
Se assinalar esta opção, você poderá adicionar explicitamente um marcador de ordem dos 'bytes' para os documentos codificados em Unicode. O marcador da ordem de 'bytes' é um caractere em Unicode que é usado para assinalar a ordem dos 'bytes' ('endianness') de um arquivo ou sequência de texto. Para mais informações, veja o Marcador da Ordem de 'Bytes'.
- →
Este submenu contém uma lista para todas as ações de script. A lista pode ser facilmente modificada ao se escrevendo seus próprios scripts. Desta maneira, o Kate pode ter seus recursos estendido por ferramentas definidas pelo usuário.
Existe uma lista completa dos scripts na documentação do KatePart.
- → (Ctrl+Espaço)
Invocar manualmente a completação de comando, normalmente usando um atalho associado a esta ação.
- →
As opções (Ctrl+9) e (Ctrl+8) terminam o texto escrito no momento, procurando por palavras semelhantes antes ou depois da posição atual do cursor. O mostra uma janela com os itens correspondentes.
- → → (Ctrl+Shift+O)
Quando a estiver ativa, o texto incorreto será sublinhado no documento imediatamente.
- → →
Isto inicia o programa de verificação ortográfica - um programa desenvolvido para ajudar o usuário a identificar e corrigir erros de ortografia.
Para mais informações sobre o uso do programa de verificação ortográfica do KDE, veja a seção Verificar a ortografia da documentação dos Fundamentos do KDE.
- → →
Isto inicia o programa de verificação ortográfica, mas começa onde o seu cursor estiver, em vez de começar no início do documento.
- → →
Faz uma verificação ortográfica da seleção atual.
- → →
Mostra uma lista com todos os dicionários disponíveis para verificação ortográfica no fundo da janela de edição. Isto permite a mudança rápida do dicionário de verificação ortográfica, por exemplo, para a verificação automática do texto em vários idiomas.
O Kate possui os itens dos menus e comuns do KDE. Para mais informações, consulte as seções sobre o Menu Configurações e o Menu Ajuda dos Fundamentos do KDE com estas entradas adicionais:
- →
Usa um esquema de cor diferente dos esquemas de cor globais do sistema descritos no módulo Configurações do sistema Cores.
- →
As abas podem ser movidas usando o botão do mouse e possuem ações no menu de contexto para fechar documentos, copiar o caminho para a área de transferência ou abrir a pasta do documento no gerenciador de arquivos. Usar o botão
facilita a alternância entre documentos. Clique no botão
com o botão do mouse para abrir um menu com ações do menu . - →
Se ativado, o caminho completo do documento ativo é exibido; caso contrário, apenas o nome do arquivo. Isso é útil se você editar vários arquivos com o mesmo nome para diferenciá-los.
O Kate oferece vários meios de configurar o aplicativo para comportar-se como desejado. Os mais importantes são:
- O diálogo de configuração
A principal ferramenta de configuração, permitindo a você configurar o aplicativo Kate, o componente de edição e o uso de plugins.
- O Menu
Permite a você modificar preferências usadas com frequência, e lançar os diálogos de configuração.
- Menu
Permite a você dividir o quadro atual, bem como exibir ícones e números de linha para o documento atualmente editado.
O terminal integrado usa as opções definidas nas Configurações do sistema e pode ser configurado clicando o botão do mouse para acessar o menu de contexto.

A janela de configuração do Kate mostra uma árvore com os tópicos à esquerda, bem como uma página de configuração correspondente ao tópico selecionado à direita.
A configuração está dividida em dois grupos, denominados:
Este grupo contém páginas para se configurar o aplicativo principal do Kate
Esta seção contém algumas opções globais para o Kate
- Comportamento
- Abrir cada documento em sua própria janela
Se ativado, cada documento será aberto em sua própria janela. Se não estiver habilitado, cada documento será aberto em uma nova aba na janela atual.
- Mudar para a visualização de saída no tipo de mensagem
Esta opção permite configurar quando o Kate deve exibir um painel de saída dependendo do tipo de saída da ação.
É possível escolher entre , (em caso de erro), (em caso de aviso ou superior), (em caso de informação ou superior) e (em caso de registro ou superior).
- Usar uma janela separada para manipular arquivos modificados externamente
Quando esta opção estiver ativa, o Kate irá notificá-lo com uma janela modal sobre todos os arquivos modificados fora do aplicativo, sempre que a janela principal for colocada em primeiro plano. Você será então capaz de lidar com vários arquivos modificados de uma vez, os quais poderá recarregar, salvar ou descartar os arquivos alterados nos grupos.
Se não estiver habilitado, o Kate perguntará individualmente o que você deve fazer para cada arquivo modificado somente quando a visualização desse arquivo receber o foco.
- Abertura rápida
- Modo de correspondência
Define o modo de lista para a ferramenta Abertura rápida. Os arquivos podem ser encontrados pelo nome ou pelo caminho.
- Modo de lista
Define o modo de lista para a ferramenta Abertura rápida. É possível escolher entre Arquivos do projeto atual e Todos os arquivos do projeto.
- Abas
- Limitar o número de abas
Define o número máximo de abas. Escolha se não quiser restringir esse número.
- Ocultar abas automaticamente
Quando marcado cada aba será ocultada se apenas um documento estiver aberto.
- Mostrar botão de fechar
Quando marcado cada aba exibirá um botão de fechar.
- Expandir abas
Quando marcado as abas ocupam o maior espaço possível.
- Duplo clique abre um novo documento
Quando marcado o duplo clique abre um novo documento.
- Clique com o botão do meio fecha um documento
Quando marcado o clique com o botão do meio fecha um documento.
- Permitir rolagem de abas
Quando marcado isto permitirá a rolagem na barra de abas quando o número de abas for grande.
- Encurtar texto da aba
Quando marcado o texto da aba pode ser encurtado se for muito longo.
- Abas
Esta seção contém opções relacionadas com a utilização das sessões.
- Comportamento da inicialização do aplicativo
Selecione a forma como deseja que o Kate se comporte na inicialização. Esta opção poderá ser substituída se especificar o que fazer na linha de comando.
- Iniciar uma nova sessão
Com esta opção, o Kate irá iniciar uma nova sessão sem nome, quando iniciar o aplicativo.
- Carregar a última sessão usada
O Kate irá usar a sessão mais recente na inicialização. Isto é bom se quiser usar a mesma sessão sempre ou raramente deseje mudar.
- Escolher manualmente uma sessão
O Kate irá mostrar uma pequena janela que lhe permite escolher a sua sessão preferida, ou carregar a sessão padrão se nenhum tiver sido salva. Este é o comportamento padrão. Isso é bom se usar diversas sessões diferentes com frequência.
- Comportamento de inicialização/desligamento do aplicativo
Seleciona como você deseja que o Kate se comporte ao ser desligado. É possível definir o que o Kate deve Salvar e restaurar automaticamente.
- Arquivos não salvos criados recentemente
Com este item marcado, o Kate salvará automaticamente todos os arquivos recém-criados que ainda não foram salvos.
- Arquivos com alterações não salvas
Este item permite configurar o Kate para salvar automaticamente todos os arquivos com alterações não salvas ao encerrar.
- Fechar totalmente o Kate ao fechar o último arquivo
Se estiver ativo, o Kate irá encerrar quando o último arquivo em edição for fechado, caso contrário, uma página em branco será aberta para que você possa iniciar um novo arquivo.
- Elementos da sessão
- Incluir configurações da janela
Se estiver ativada esta opção, o Kate irá salvar as configurações da janela com cada sessão.
- Manter metainformações de sessões passadas
Quando estiver ativa, o Kate irá guardar alguns metadados, como a configuração dos favoritos e da sessão, mesmo quando fechar os seus documentos. Os dados serão usados, se o documento não estiver alterado, quando for aberto de novo.
- Excluir metainformações não usadas após
Define o número máximo de dias para manter as informações de metadados de arquivos previamente abertos. Isso ajuda a manter o banco de dados de informações de metadados com um tamanho razoável.
Quaisquer alterações nos dados da sessão (arquivos abertos e, se estiver ativa, a configuração das janelas) serão sempre guardadas.
Esta página oferece uma lista de plugins instalados para o aplicativo Kate. Cada plugin é representado pelo seu nome e uma breve descrição. Você poderá assinalar a opção com um item para ativar o plugin que representa.
Se um plugin tiver opções de configuração, irá aparecer uma seção para acessá-las, como filha desta página.
Para mais informações sobre os plugins disponíveis, veja Capítulo 4, Trabalhando com plugins.
Para obter mais informações sobre esta seção da janela de configuração, leia a seção Configuração do Componente de Edição do Manual do KatePart.
Para obter mais informações sobre o uso de variáveis do documento com o Kate, leia a seção Configuração com variáveis do documento no Manual do KatePart.
Kate. Direitos autorais do Programa 2000, 2001, 2002 - 2005 para o time de desenvolvimento do Kate.
A equipe do Kate:
- Christoph Cullmann
(cullmann AT kde.org) Gerente de Projeto & Desenvolvedor Principal
- Anders Lund
(anders AT alweb.dk) Desenvolvedor principal, realce de sintaxe do Perl, documentação
- Joseph Wenninger
(kde AT jowenn.at) Desenvolvedor principal, realce de sintaxe
- Michael Bartl
(michael.bartl1 AT chello.at) Desenvolvedor principal
- Phlip
(phlip_cpp AT my-deja.com) O Compilador do Projeto
- Waldo Bastian
(bastian AT kde.org) Sistema de buffer
- Matt Newell
(newellm AT proaxis.com) Testando...
- Michael McCallum
(gholam AT xtra.co.nz) Desenvolvedor principal
- Jochen Wilhemly
(digisnap AT cs.tu-berlin.de) Autor do KWrite
- Michael Koch
(koch AT kde.org) Conversão do KWrite para KParts
- Christian Gebauer
(gebauer AT bigfoot.com) Nada específico
- Simon Hausmann
(hausmann AT kde.org) Nada específico
- Glen Parker
(glenebob AT nwlink.com) Histórico do Desfazer do KWrite, Integração com o KSpell
- Scott Manson
(sdmanson AT alltel.net) Suporte do realce de sintaxe de XML do KWrite
- John Firebaugh
(jfirebaugh AT kde.org) Correções diversas
- Dominik Haumann
(dhdev AT gmx.de) Desenvolvedor, Assistente de realce de sintaxe
Muitas outras pessoas contribuíram:
- Matteo Merli
(merlim AT libero.it) Realce para arquivos Spec RPM, Diff e outros
- Rocky Scaletta
(rocky AT purdue.edu) Realce para VHDL
- Yury Lebedev
Realce para SQL
- Chris Ross
Realce para Ferite
- Nick Roux
Realce para ILERPG
- John Firebaugh
Realce para Java™ e outros
- Carsten Niehaus
Realce para LATEX
- Per Wigren
Realce para arquivos Makefile e Python
- Jan Fritz
Realce para Python
- Daniel Naber
Pequenas correções de erros, plugin de XML
Direitos autorais da Documentação - 2000,2001 Seth Rothberg (sethmr AT bellatlantic.org)
Direitos autorais da Documentação - 2002, 2003, 2005 Anders Lund (anders AT alweb.dk)
Tradução de Lisiane Sztoltz (lisiane AT conectiva.com.br) e André Marcelo Alvarenga (alvarenga AT kde.org)
Esta documentação é licenciada sob os termos da Licença de Documentação Livre GNU.
Este programa é licenciado sob os termos da Licença Pública Geral GNU.
Para obter mais informações sobre o uso de expressões regulares no Kate, leia o apêndice Expressões regulares do Manual do KatePart.
































